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Cadáver encontrado na região serrana do bairro Areado, em Ibirama
Na manhã desta quinta- feira, dia 4, a Polícia Civil e a Polícia Científica foram acionadas pela Polícia Militar após o dono de uma propriedade no interior do bairro Areado, após encontrar uma ossada humana em avançado estado de decomposição. Ao chegar na ocorrência os policiais militares garantiram a preservação do local e coletaram as primeiras informações com moradores da região. Em seguida, com a chegada da Polícia Civil e Polícia Científica foram coletados todos os materiais disponíveis no local os quais passarão por perícia com o objetivo de identificar o corpo. Além da ossada foram encontradas vestes e um par de calçados, os quais poderão auxiliar na identificação. A Polícia Civil já trabalha com algumas possibilidades e em razão disso está trabalhando em conjunto com a Polícia Científica para a apuração do fato. Estiveram presentes na ocorrência a Polícia Militar de Ibirama, a Polícia Civil de Ibirama e a Polícia Científica de Rio do Sul.
Vereador propõe suspensão de pagamento a prefeito afastado durante Operação Mensageiro
Saulo Eduardo Fonseca (Podemos) solicita revisão de gastos públicos em meio a decisão do Tribunal de Justiça Marcelo Zemke Na quinta-feira, dia 04, em meio aos desdobramentos da Operação Mensageiro, que culminou na permanência do afastamento do prefeito municipal Adriano Poffo (MDB), o vereador Saulo Eduardo Fonseca (Podemos) protocolou um requerimento na Câmara de Vereadores, pedindo ao TJSC a possibilidade de não haver mais o pagamento do agente político afastado. Segundo Saulo, os gastos mensais com dois prefeitos em exercício chegam a quase R$ 50 mil, que conforme o vereador, é um valor substancial para uma cidade que enfrenta necessidades urgentes e evidentes. Diante disso, o requerimento apresentado pelo vereador visa solicitar ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) uma revisão da política de pagamento aos agentes políticos afastados de seus cargos. “ Para ele, nesse contexto, é injusto que os cidadãos continuem arcando com os custos de sua permanência em casa. “É do conhecimento de todos que o Tribunal de Justiça, por unanimidade, decidiu manter o prefeito afastado do cargo. Na posição de vereador não acho justo que o cidadão continue a pagar para ele ficar em casa, aliás, o pagamento de dois prefeitos custa mensalmente quase R$ 50 mil para uma cidade que está com prementes e visíveis necessidades. Protocolei hoje, na Câmara de Vereadores, requerimento solicitando ao TJSC a possibilidade de não haver mais o pagamento do agente político afastado. Vamos aguardar”, declarou. O prefeito afastado de Ibirama não poderá voltar ao cargo até o julgamento na Operação Mensageiro. A decisão foi unânime é da 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e foi publicada na manhã desta quinta-feira, dia 4. Adriano Poffo (MDB) está longe do Executivo Municipal desde abril do ano passado, quando foi preso junto com o secretário de Administração.
ATUALIZAÇÃO: Adriano Poffo deve continuar afastado da prefeitura até o julgamento
Marcelo Zemke Em decisão unânime da 5ª Câmara Criminal do TJSC, o Prefeito de Ibirama Adriano Poffo, deve continuar afastado das funções no Executivo de Ibirama. O prefeito de Ibirama havia sido afastado por 180 dias em decisão da 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), no dia 5 de outubro. Poffo, que foi detido preventivamente na quarta fase da Operação Mensageiro, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e o Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) do MPSC no dia 27 de abril, responde em liberdade desde de outubro do ano passado, tendo que cumprir medidas cautelares, incluindo o afastamento do cargo público. Confira a decisão: A 5ª Câmara Criminal decidiu, por unanimidade, deferir o requerimento do ministério público do estado de Santa Catarina e, consequentemente, ampliar o afastamento da função pública de prefeito de Ibirama de Adriano Poffo até o julgamento de mérito da ação penal, nos termos do artigo 319, inciso VI, do código de processo penal. Julgamento aconteceu nesta manhã Nesta quinta-feira, dia 04, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), a 5ª Câmara Criminal do TJSC, julgou, se o prefeito de Ibirama, Adriano Poffo, que havia sido preso preventivamente na Operação Mensageiro, deveria voltar ao cargo de prefeito ou não. O prefeito de Ibirama havia sido afastado por 180 dias em decisão da 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), no dia 5 de outubro. Poffo, que foi detido preventivamente na quarta fase da Operação Mensageiro, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e o Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) do MPSC no dia 27 de abril, responde em liberdade desde de outubro do ano passado, tendo que cumprir medidas cautelares, incluindo o afastamento do cargo público. Conforme nota da defesa, enviada para o JVN nesta quinta-feira, assinada pelo advogado Bernardo Fenelon, “inexistem elementos que autorizariam a renovação da medida” de afastamento. Confira a nota: O afastamento inicialmente determinado se encerra hoje (4.4.2024) e, no caso concreto, inexistem elementos que autorizariam a renovação desta medida pelo TJSC. Por este motivo, acreditamos que o Prefeito Adriano Poffo será reestabelecido no cargo, em respeito à população de Ibirama/SC que o elegeu democraticamente com 76% dos votos. Bernardo Fenelon Operação Mensageiro A Operação Mensageiro apura suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo em diversas regiões de Santa Catarina. Entre outras coisas, ela apura um esquema de pagamento de propina a agentes políticos em troca de vantagens indevidas a então empresa de coleta de lixo a Serrana, agora chamada Versa Engenharia Ambiental, firmados com prefeituras. Em Ibirama, as investigações apuram suspeitas de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo em Santa Catarina. Além de Poffo, o então secretário de Administração, Fábio Fusinato, também havia sido preso e também responde em liberdade. Ainda no Vale Norte, a Operação Mensageiro prendeu ex-superintendente do Saate (Serviço de Abastecimento de Água e Tratamento de