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Unidavi retoma aulas presenciais em seus campi nesta segunda-feira, dia 19
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Atendimentos contabilizaram mais de R$23 milhões em bens salvos
Bombeiros Voluntários de Ibirama contabilizam atendimentos Marcelo Zemke Ao longo do último ano, os Bombeiros Voluntários de Ibirama estiveram na linha de frente, respondendo a uma variedade de chamados de emergência. Desde incêndios domésticos até resgates complexos, os bombeiros demonstraram habilidade em todas as situações. De acordo com as estatísticas divulgadas pela corporação, o número total de atendimentos no ano de 2023 atingiu uma marca de 2.344 ocorrências, o que reflete a diversidade e intensidade das situações enfrentadas pelos profissionais. Este número não apenas representa o volume de chamados, mas também destaca a prontidão e eficiência dos bombeiros em lidar com uma ampla gama de emergências. O comandante da corporação, Rudinei Pinsegher, destaca que o ano foi desafiador, pois foi marcado pelo aumento expressivo nos atendimentos clínicos e nos atendimentos extraordinários devido às fortes chuvas que assolaram a região no último trimestre do ano passado. Em casos clínicos, ao longo do ano foram 1.179 atendimentos. Ainda conforme o relatório operacional, divulgado pelos bombeiros, foram 301 acidentes de trânsito e 99 incêndios. Os atendimentos contabilizaram mais de R$23milhões em bens salvos. “A importância do serviço de Bombeiro Voluntário dentro do Estado de Santa Catarina, é devido aos municípios onde não possui o Corpo de Bombeiros Militares de Santa Catarina, pois um exemplo em Ibirama, possivelmente seriamos dependentes do quartel de bombeiros de Rio do Sul, retardando e muito o atendimento a quem necessite, tendo um tempo resposta muito elevado, hoje com o bombeiro voluntário de Ibirama o tempo resposta é de 2 minutos na região central”, destaca o comandante. Metas para 2024 O balanço anual não apenas fornece uma visão abrangente das atividades da corporação, mas também destaca a necessidade contínua de educação em segurança e medidas preventivas. “Nossa meta é aumentar a carga horária da escola de formação em bombeiro Voluntário visando o cumprimento das legislações vigentes, aquisição de um compressor moderno de ar respirável para as ocorrências de combate a incêndios, aumentar o número de bombeiros voluntários e aumentar o número de adolescentes nos projetos, Bombeiro Mirim, Petiz e Juniores”, listou Pinsegher. Uma demanda é a aquisição dum caminhão munk para auxiliar nos resgates. “A luta constante é para a aquisição de um caminhão com munk que possa ser utilizado nas ocorrências que envolvam sinistros nas edificações verticais no município e região, equipamento este que também terá a finalidade de atendimentos a ocorrências de acidentes, incêndios, corte de árvores caída sobre residências, produtos perigosos e entre outras situações”. Acionamento Para fortalecer a segurança da comunidade, os bombeiros orientam sobre como acionar adequadamente o serviço de emergência em caso de incêndios, acidentes ou outras situações críticas. Essa orientação visa garantir uma resposta mais rápida e eficaz em situações de emergência. “Para a pessoa que realizar o acionamento do serviço de emergência, orientamos a manter a calma, passar o nome completo, número de telefone, endereço e o que está acontecendo, para serem encaminhadas as viaturas necessárias para realizar o atendimento. Muito importante, é a pessoa ter consciência do serviço, pois muitas vezes ó serviço de emergência é acionado pois a pessoa querem ser atendidas antes de todos no hospital, informamos a comunidade que por mais que as pessoas sejam encaminhadas ao hospital, elas não têm prioridade de atendimento, a triagem sempre será realizada pelo profissional da enfermagem de plantão”, finaliza.
Seis deputados de Santa Catarina não assinaram pedido de impeachment de Lula
Não assinaram Ana Paula Lima (PT), Carlos Chiodini (MDB), Valdir Cobalchini (MDB), Fabio Schiochet (União Brasil), Jorge Goetten (PL) e Pedro Uczai (PT) Divulgação O maior pedido de impeachment contra um presidente na história do Brasil foi articulado pela oposição ao Governo Lula após as declarações contra Israel. Em Santa Catarina, a primeira a assinar foi a Deputada Federal Júlia Zanatta (PL). Além dela, também assinaram os parlamentares Carol de Toni (PL), Daniel Freitas (PL), Zé Trovão (PL), Daniela Reinehr (PL), Gilson Marques (Novo) e Rafael Pezenti (MDB). Os deputados Ismael dos Santos (PSD) e Darci de Matos (PSD também assinaram o pedido. Não assinaram e não se pronunciaram os seguintes deputados catarinenses: Ana Paula Lima (PT), Carlos Chiodini (MDB), Valdir Cobalchini (MDB), Fabio Schiochet (União Brasil), Jorge Goetten (PL) e Pedro Uczai (PT). O pedido de impeachment havia sido assinado por 139 deputados. Trata-se do pedido de impeachment com a maior adesão parlamentar até hoje. Até então, o recorde era do processo contra Dilma Rousseff, em 2016. Naquele ano, a denúncia contra a petista contou com 124 assinaturas. No pedido de impeachment, os parlamentares alegam que as declarações do presidente associando a guerra em Israel ao Holocausto configuram um crime de responsabilidade de acordo com o Artigo 5º da Constituição Federal. No entretanto, apesar do intenso movimento da oposição, aliados do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), apontam que são quase nulas as chances de ele dar seguimento ao pedido de impeachment do petista. Polêmica O presidente Lula classificou como “genocídio” e “chacina” a ação de Israel na Faixa de Gaza em resposta aos ataques terroristas promovidos pelo Hamas. Ele comparou a ação israelense ao extermínio sistemático de 6 milhões de judeus pelos nazistas chefiados por Adolf Hitler durante a segunda guerra mundial. Lula falou em entrevista durante a 37ª Cúpula da União Africana em Adis Abeba, na Etiópia. “O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu: quando o Hitler resolveu matar os judeus”, disse, no domingo. O primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, disse que a fala é “vergonhosa” e que Lula “cruzou uma linha vermelha”. Depois das declarações, o governo israelense declarou Lula como persona non grata, ou seja, o presidente brasileiro não é mais bem-vindo em Israel. Em resposta, o governo brasileiro mandou seu embaixador em Israel voltar para o Brasil. O ataque do grupo Hamas em outubro de 2023 deixou cerca de 1.200 mortos, a maioria de civis. Outras 250 pessoas foram sequestradas e algumas permanecem reféns. A ofensiva militar israelense em Gaza em resposta aos ataques terroristas deixou pelo menos 29 mil mortos, a maioria mulheres, adolescentes e crianças, segundo o Ministério da Saúde do território, controlado pelo Hamas. O Hamas é acusado de usar civis como escudo e montar bases em hospitais, condomínios residenciais e escolas.