Marlon Krenkel realiza cirurgia. Família busca recurso para o próximo passo
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Projeto da Rede Feminina levou informação para mais de 500 alunos
O projeto Se Toca, da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Ibirama, que foi contemplado recursos do Poder Judiciário, levou informação para mais de 500 alunos de oito escolas do município. Ao todo foram realizadas 13 palestras de novembro de 2022 até o mês de outubro deste ano. A vice-presidente da Rede Feminina, Anne Marie Cascaes, explica que o projeto tinha como principal objetivo trabalhar a prevenção ao câncer de mama e colo de útero. “O projeto foi um sucesso e levamos informação para alunos a partir dos 12 anos até as séries finais. Com o Se Toca, também contemplamos os estudantes do Centro de Educação de Jovens e Adultos”, pontua. Ela comenta ainda que hoje as crianças e adolescentes vivem em um mundo imediatista e sem tempo para valorização da vida. Pensando nisso, a Rede Feminina de Combate ao Câncer criou o projeto. “Com ele pudemos propor um estilo consciente de vida saudável e destacar que as principais causas do desenvolvimento do câncer estão relacionadas ao estilo de vida, que envolve o uso de fumo e outras drogas, bem como sedentarismo, má alimentação, obesidade e outros fatores”, completa. Nas palestras a RFCC falou sobre a função celular e a reação ao uso de toxinas, prevenção ao câncer, doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e explanou sobre o que é o câncer e como a família pode e deve se envolver com o paciente.
Municípios em situação de calamidade poderão suspender o recolhimento do FGTS
Informação foi confirmada pelo deputado federal Jorge Goetten (PL) e ajuda empresas a ganharem fôlego Foto: Divulgação/Assessoria Parlamentar – As empresas localizadas nos municípios com decreto de calamidade pública poderão optar pela suspensão do recolhimento do FGTS durante o período de quatro meses. A informação foi confirmada pelo deputado federal Jorge Goetten em agenda com o Secretário Nacional de Proteção ao Trabalho, Carlos Gonçalves Júnior, em Brasília. Segundo o deputado, a medida vem para dar um fôlego aos empresários, principalmente aos pequenos negócios. “O Alto Vale está embaixo d’água. As empresas que desejarem vão ter esse intervalo no recolhimento, enquanto recuperam o seu lucro, e depois podem parcelar em até 6 vezes o pagamento. Ou seja, em nada prejudica o trabalhador, que vai ter assegurado o Fundo de Garantia”, explica. Porém, Goetten alerta que é preciso a adesão dos municípios e associações representativas. “As prefeituras e associações têm que enviar um ofício ao ministro do Trabalho pedindo a adesão a essa medida. Depois, cada empresário daquele município escolhe se quer adiar o recolhimento ou não”.A medida é válida para os municípios em situação de calamidade pública. Em Santa Catarina, até o momento, são 12: Agrolândia, Agronômica, Aurora, Braço do Trombudo, Ituporanga, Laurentino, Lontras, Pouso Redondo, Rio do Oeste, Rio do Sul, Trombudo Central e Vidal Ramos. Na audiência, o deputado também reforçou a necessidade da liberação urgente do FGTS a todos os moradores das cidades atingidas, como uma maneira de estimular a economia a local.