Com o alerta da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, que confirma a tendência de chuva intensa para quarta-feira, 7, o Desfile Cívico da Independência do Brasil foi transferido para domingo, 11. A medida foi adotada com antecedência, devido ao grande número de participantes. “São mais de 2,5 mil pessoas envolvidas e devido à previsão de fortes chuvas, o Desfile Cívico será transferido para domingo, às 9h”, destacou a secretaria de Educação, Marilene Collet Krause. As atividades alusivas à Semana da Pátria, que iniciaram no dia 1º de setembro, em ato cívico realizado na Praça Erwin Scheidemantel, continuam normalmente até dia 6 de setembro. “As escolas estão fazendo uma programação especial, voltada à cidadania e patriotismo. Além disso, estão nos preparativos para o desfile cívico, que este ano irá comemorar o bicentenário da Independência do Brasil”, afirmou. No dia 11 de setembro, às 8h30min, será realizado o ato de hasteamento das bandeiras em frente ao Paço Municipal, localizado na rua 11 de março, 42. Posteriormente, às 9h, cinco pelotões, com cerca de 2,5 mil pessoas, percorrerão para o Desfile Cívico da Independência do Brasil, que será realizado na rua Tiradentes, no Centro de Ibirama. Ordem do desfile: 1 – Administração municipal de Ibirama 2 – Corpo de Bombeiros Voluntários 3 – Coordenadoria Municipal de Defesa Civil 4 – Escola Municipal Bairro Operário 5 – Escola Municipal Paulo André Miguel 6 – Escola de Educação Básica Eliseu Guilherme 7 – Escola Municipal Christa Sedlacek 8 – Escola Municipal Verônica Keil 9 – Escola de Educação Básica Gertrud Aichinger 10 – Escola Municipal Tancredo Neves 11 – Escola Municipal Caminho da Estação 12 – Escola de Educação Básica Walmor Ribeiro 13 – Colégio Hamônia 14 – Realeza do Weihnachtsmarkt – Mercado de Natal de Ibirama 15 – Grupo Misto de escolas municipais e estaduais com representação das etnias 16 – Centro de Educação Infantil Abelhinha Feliz – Tema: música e cantigas de roda 17 – Centro de Educação Infantil Sigolf Radloff – Tema: dança 18 – Centro de Educação Infantil Florinda Zemke dos Santos – Tema: literatura 19 – Centro de Educação Infantil Lidi Brodwolf – Tema: Brinquedos 20 – Centro de Educação Infantil Moisés Amaral – Tema: Festa nacional – Carnaval 21 – Centro de Educação Infantil Ruth Schlei – Tema: Festa local – Weihnachtsmarkt – Mercado de Natal 22 – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) – Tema: esportes 23 – Comissão Municipal de Esportes (CME) 24 – Costa Treinamentos – Aurum jiu-jitsu 25 – Grupo Escoteiro Guardiões das Águas 26 – Educação de Jovens e Adultos (EJA) 27 – Desbravadores 28 – Rede Feminina de Combate ao Câncer de Ibirama 29 – Grupo tradicionalista: Guapos das Rodas de Mate Por Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Ibirama – Texto e fotos: Rafael Beling – Jornalista SC 03532-JP
Barroso suspende piso salarial da enfermagem e pede esclarecimentos para avaliar impacto nos gastos públicos e risco de demissões
Ministro do STF analisou informações preliminares e viu risco concreto e imediato de demissão em massa e de redução da oferta de leitos. Ele deu prazo de 60 dias para que entes públicos e privados da área da saúde esclareçam pontos. O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu neste domingo (4) o piso salarial nacional da enfermagem e deu prazo de 60 dias para entes públicos e privados da área da saúde esclarecerem o impacto financeiro, os riscos para empregabilidade no setor e eventual redução na qualidade dos serviços. Barroso considerou mais adequado, diante dos dados apresentados até o momento, que o piso não entre em vigor até esses esclarecimentos. Isso porque o ministro viu risco concreto de piora na prestação do serviço de saúde principalmente nos hospitais públicos, Santas Casas e hospitais ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS), já que os envolvidos apontaram possibilidade de demissão em massa e de redução da oferta de leitos. O ministro frisou a importância da valorização dos profissionais de enfermagem, mas destacou que “é preciso atentar, neste momento, aos eventuais impactos negativos da adoção dos pisos salariais impugnados”. “Trata-se de ponto que merece esclarecimento antes que se possa cogitar da aplicação da lei”, completou. Além disso, alertou que Legislativo e Executivo não cuidaram das providências para viabilizar a absorção dos custos pela rede de saúde. “No fundo, afigura-se plausível o argumento de que o Legislativo aprovou o projeto e o Executivo o sancionou sem cuidarem das providências que viabilizariam a sua execução, como, por exemplo, o aumento da tabela de reembolso do SUS à rede conveniada. Nessa hipótese, teriam querido ter o bônus da benesse sem o ônus do aumento das próprias despesas, terceirizando a conta.” A decisão cautelar do ministro na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7222 será levada a referendo no Plenário Virtual nos próximos dias. Ao final do prazo e mediante as informações, o caso será reavaliado por Barroso. A ação foi apresentada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde), que questionou a constitucionalidade da lei 14.434/2022. A norma estabeleceu piso salarial de R$ 4.750 para os enfermeiros; 70% desse valor aos técnicos de enfermagem; e 50% aos auxiliares de enfermagem e parteiras. Pelo texto, o piso nacional vale para contratados sob o regime da CLT e para servidores das três esferas – União, Estados e Municípios -, inclusive autarquias e fundações. Serão intimados a prestar informações no prazo de 60 dias sobre o impacto financeiro da norma os 26 estados e o Distrito Federal, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e o Ministério da Economia. Já o Ministério do Trabalho e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) terão que informar detalhadamente sobre os riscos de demissões. Por fim, o Ministério da Saúde, conselhos da área da saúde e a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) precisarão esclarecer sobre o alegado risco de fechamento de leitos e redução nos quadros de enfermeiros e técnicos. A ação Entre outros pontos, a CNSaúde alegou que a lei seria inconstitucional porque regra que define remuneração de servidores é de iniciativa privativa do chefe do Executivo, o que não ocorreu, e que a norma desrespeitou a auto-organização financeira, administrativa e orçamentária dos entes subnacionais, “tanto por repercutir sobre o regime jurídico de seus servidores, como por impactar os hospitais privados contratados por estados e municípios para realizar procedimentos pelo SUS”. A CNSaúde também afirmou que o texto foi aprovado de forma rápida e sem amadurecimento legislativo na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, onde não passou por nenhuma comissão, mesmo diante da relevância da medida e de seus impactos significativos. Conforme a confederação, a aplicação da lei pode aumentar o desemprego, gerar a falência de unidades de saúde ou aumento de repasse de custos no serviço privado, entre outros problemas. A decisão Para o ministro Barroso, “as questões constitucionais postas nesta ação são sensíveis”. “De um lado, encontra-se o legítimo objetivo do legislador de valorizar os profissionais de saúde, que, durante o longo período da pandemia da Covid-19, foram incansáveis na defesa da vida e da saúde dos brasileiros. De outro lado, estão os riscos à autonomia e higidez financeira dos entes federativos, os reflexos sobre a empregabilidade no setor, a subsistência de inúmeras instituições hospitalares e, por conseguinte, a própria prestação dos serviços de saúde.” Barroso ponderou que “o risco à empregabilidade entre os profissionais que a lei pretende prestigiar, apontado como um efeito colateral da inovação legislativa, levanta consideráveis dúvidas sobre a adequação da medida para realizar os fins almejados”. E apontou que, em razão da desigualdade regional no país, há risco de prejuízos maiores em regiões mais pobres do país. O ministro enfatizou que as entidades privadas que tenham condições podem e devem implantar o piso. “Naturalmente, as instituições privadas que tiverem condições de, desde logo, arcar com os ônus do piso constante da lei impugnada, não apenas não estão impedidas de fazê-lo, como são encorajadas a assim proceder. As circunstâncias constitucionais e fiscais aqui apontadas não significam que o valor não seja justo e que as categorias beneficiadas não mereçam a remuneração mínima.” Dados do processo A decisão traz dados de impacto financeiro da medida referentes à tramitação no Congresso. Conforme o Dieese, o incremento financeiro necessário ao cumprimento dos pisos será de R$ 4,4 bilhões ao ano para os Municípios, de R$ 1,3 bilhões ao ano para os Estados e de R$ 53 milhões ao ano para a União. Já a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) indicou incremento de R$ 6,3 bilhões ao ano. “Tais valores têm potencial para impactar as finanças públicas, já que, diante de eventual desequilíbrio econômico-financeiro que sobrevenha aos convênios e contratos formalizados para a prestação de serviços ao SUS, é esperado que os particulares busquem a revisão de suas cláusulas em face dos Estados e Municípios celebrantes”, afirmou o ministro. A autora da ação também afirmou ao STF que pesquisa realizada com entidades empregadoras apontou que,
Atenção para detonação de rocha no km 10 da BR-470 nesta terça-feira (6)
A BR-470/SC terá um ponto de restrição de tráfego, nesta terça-feira (6), para operação de detonação de rochas. A ação acontece no km 10,1 da rodovia, em Navegantes, onde está sendo construído um viaduto para acesso a Luiz Alves. O procedimento é necessário para avançar com as obras de duplicação do lote 1 da BR-470/SC. A detonação está marcada para as 14h. O trânsito será fechado em ambos os sentidos da rodovia para segurança de motoristas e trabalhadores. A expectativa é de que o fluxo seja liberado em até 30 minutos, podendo ocorrer em menor tempo. A operação pode ser adiada em caso de chuva ou outra condição adversa. No local, equipes darão as orientações necessárias aos condutores.
Vídeo: Carro capota e mata passageira de 28 anos em Rio do Sul
Uma jovem de 28 anos morreu após o carro, um Volkswagen Gol em que era passageira, capotar diversas vezes em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí. O acidente aconteceu na tarde deste domingo (4), por volta das 17 horas, na rua dos Vereadores, no bairro Itoupava, em Rio do Sul. Ainda não há informações sobre o que causou o acidente. O Corpo de Bombeiros foi acionado e ao chegar ao local já encontraram a passageira sem vida, presa às ferragens. A equipe fez o desencarceramento e deixou o corpo aos cuidados da Polícia Civil. O motorista de 21 anos, estava consciente e com ferimentos leves, sendosubmetido ao teste de alcoolemia que apresentou resultado negativo para embriaguez. Por se tratar de acidente com fatalidade, o condutor foi encaminhado à Delegaciapara as demais providências e investigações necessárias.
Jornal Vale do Norte edição de 03 a 09 de setembro
Juliana Rosa de Ituporanga vence concurso Miss Santa Catarina Terra 2022
Ela disputará o Miss Brasil Terra no dia 12 de outubro, em São Paulo. Depois de duas horas de concurso, aproximadamente, Juliana Rosa, de Ituporanga, recebeu a coroa de miss Santa Catarina Terra 2022, em evento promovido e apresentado por Túlio Cordeiro na noite de 3 setembro, no Clube Ariribá, em Balneário Camboriú. Ela venceu outras nove candidatas: Maria Eduarda Bastos (Balneário Camboriú), Aline Vanessa da Silva (Blumenau), Shaiani Alini Hodecker (Brusque), Sara Eunice Barbosa (Camboriú), Miliane Regina Mendes Camilo (Florianópolis), Schirley Vinci Padilha (Itaiópolis), Alice Gonçalves Silva (Itajaí), Djeniffer Wille (Rio dos Cedros) e Gracieli Kubichen (São Bento do Sul). As concorrentes desfilaram em traje casual, biquíni, de gala e maiô para que os jurados avaliassem desenvoltura, beleza plástica, simpatia, elegância e estilo, além da oratória no momento da entrevista. Com a miss Ituporanga, compuseram o top 5, que já havia sido escolhido pelo júri no dia anterior, as representantes de Brusque (1ª sucessora), Florianópolis (2ª sucessora), Itajaí (3ª sucessora) e Camboriú (4ª sucessora). Também foram entregues títulos extraoficiais como forma de incentivo: miss Fotogenia (Itajaí), miss Elegância (Rio dos Cedros), miss Simpatia (São Bento do Sul), melhor corpo (Brusque) e melhor torcida (Brusque). Após a entrevista sobre questões ambientais, que é a proposta internacional do Miss Earth, houve a exibição de um videoclipe da preparação das candidatas e uma coreografia de jazz do Studio de Dança Adriana Alcântara. Nascida e residente no município do Alto Vale do Itajaí, a nova miss Santa Catarina Terra tem 21 anos, 1,77 metro, 60 quilos, olhos castanhos claros, cabelos castanhos e é estudante de gestão publica. Ela agora está sendo preparada para disputar o Miss Brasil Terra 2022, no dia 12 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel, na capital paulista, onde será eleita a candidata nacional ao Miss Earth, que ocorrerá em 27 de novembro, nas Filipinas. Juliana ganhou como prêmios a coroa confeccionada pela designer Patricia Bitencourt, joia, semijoias, acessórios, calçados, trajes, books fotográficos, tratamentos estético e dentário, acompanhamento de nutrólogo, um ano de academia de ginástica, cursos de inglês, oratória, modelo e manequim, cosméticos e R$ 2.000. Integraram a comissão julgadora: Raquel Gastaldi (coach que preparará a miss 2022), Tania Regina Gall (miss SC 1980), Cassia Ippolito (miss SC Terra 2009), empresário de moda Joel Ricardo Rotta, Janine Zucco (miss SC/miss das Américas 1995), estilista Erica Thiesen, Ivana Raquel Heil de Souza (miss SC 1986), Geni Clair Bock da Costa (miss SC 1983), Luciana Melim Gomes de Carvalho (miss SC Mundo 1991), Tatjanna Ceratti (miss PR 1994), Francine Eickemberg Souza (miss SC/Brasil/Mundo 2000, miss América do Sul 2006 e presidente do júri), designer de moda e esteticista Aline Wulf Mallon e a publicitária Carla Valle. Por ND+