Repórter: Léo AW
Mãe é levada a delegacia após sair para festa e deixar criança de 6 anos sozinha em apartamento
Criança foi encontrada pela polícia sozinha e chorando em apartamento. Uma mulher foi levada a delegacia, por volta das 22 horas de domingo (08), após deixar uma criança de apenas 6 anos, sozinha no apartamento, no bairro Laranjeiras, em Rio do Sul. A criança foi encontrada pela polícia sozinha e chorando no apartamento, o flagrante aconteceu após uma testemunha avisar a PM. A criança disse aos policiais que sua mãe havia saído para uma festa com uma amiga. Enquanto a polícia realizava os procedimentos legais, a mãe chegou no apartamento embriagada e utilizando uma pulseira indicando o local da festa. A criança foi entregue sob responsabilidade do pai, separado da mãe da criança. A mãe foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Rio do Sul e responderá pelo crime de abandono de incapaz.
Homem é preso por agredir companheira em Rio do Sul
A prisão aconteceu sábado (06), pela Polícia Militar ao atender a ocorrência de lesão corporal. Um homem foi preso em flagrante após quebrar o celular e agredir a companheira na Alameda Aristiliano Ramos, no bairro Santana, em Rio do Sul. A prisão aconteceu sábado (06), pela Polícia Militar ao atender a ocorrência de lesão corporal. A vítima, uma jovem de 21 anos, teve lesões na boca. Ela estava em união estável com o agressor de 25 anos, e há algum tempo vinha tentando se separar devido às discussões. Os Policiais Militares encontraram uma pequena quantidade de maconha, em uma bolsa que pertencia ao agressor. Ele disse que a droga era do casal para consumo próprio.
Jornal Vale do Norte edição de 06 a 12 de agosto
Agência Brasil explica: o que é a entrega voluntária de crianças
Procedimento é legal, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. Ainda pouco conhecida da população, a entrega voluntária de crianças recém-nascidas para adoção é um procedimento legal, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), criado para oferecer alternativa ao simples abandono ou até mesmo a esquemas irregulares de adoção. O tema ganhou destaque depois que a atriz Klara Castanho, de 21 anos, revelou no mês de junho, em rede social, ter aderido ao procedimento após ter sido vítima de estupro. O caso foi divulgado por colunistas sociais. A lei, contudo, garante o sigilo total à mulher grávida que faça a entrega voluntária, incluindo o segredo sobre o próprio nascimento da criança. A ideia é proteger a gestante que não possa ou não queira ficar com o bebê, garantindo que ela depois não será responsabilizada. Ao manifestar em qualquer hospital público, posto de atendimento, conselho tutelar ou outra instituição do sistema de proteção à infância a vontade de fazer a entrega, a gestante deve ser obrigatoriamente encaminhada ao Poder Judiciário. Tudo deve ser supervisionado por uma Vara da Infância e acompanhado pelo Ministério Público. A legislação prevê que, nesses casos, a mulher deve ser atendida por uma equipe técnica multidisciplinar, composta por profissionais de assistência social e psicologia. A equipe produzirá um parecer para o juiz, que em audiência com a gestante dará a palavra final sobre a entrega. Caso haja concordância de todos, a criança é encaminhada para acolhimento imediato por família apta, que esteja inscrita no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA). A mãe biológica tem dez dias para manifestar arrependimento. Depois desse prazo, perde os direitos familiares sobre a criança. Todo o procedimento foi inserido no ECA pela Lei 13.509/2017. Neste semana, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que está em fase final de elaboração norma destinada a detalhar ainda mais os procedimentos para a entrega voluntária no âmbito dos tribunais de Justiça. Segundo dados do SNA, a procura pelo mecanismo tem crescido nos últimos anos. Em 2020, foram registradas 1.012 entregas voluntárias no país, número que subiu para 1.238 em 2021. Neste ano, 484 crianças foram recebidas para adoção até o momento. Registrar o filho de outra pessoa como seu, atribuir o parto alheio como próprio ou ocultar criança para que não seja registrada são crimes previstos no Código Penal, com pena de dois a seis anos de reclusão. Também é crime prometer ou efetivar a entrega de criança mediante pagamento ou recompensa, com pena prevista de um a quatro anos de reclusão, mais multa. Incide na mesma pena quem recebe o menor. O abandono de incapaz e de recém-nascido também é crime previsto no Código Penal. Por Agência Brasil
Colesterol alto é fator de risco para doenças cardiovasculares
Alerta é da Sociedade Brasileira de Diabetes-Regional Rio. O presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes – Regional RJ (SBD-RJ), Daniel Kendler, lembra, no Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, comemorado hoje (8), que o excesso dessa gordura no organismo é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC) ou derrame. Cerca de 40% da população brasileira têm colesterol elevado, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Em entrevista à Agência Brasil, Kendler, endocrinologista e professor do Instituto de Educação Médica (Idomed) da Universidade Estácio de Sá, explicou que o colesterol é um tipo de gordura produzida tanto pelo próprio organismo quanto pela ingestão de alimentos. “Essa gordura é importante para a fabricação de hormônios, para a constituição de membranas celulares. Ela tem várias funções que são super importantes”. Já o excesso de colesterol, entretanto, principalmente do chamado colesterol LDL, ou colesterol ruim, é um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC) ou derrame. O “colesterol bom” é conhecido como HDL. Segundo o endocrinologista, o excesso de colesterol pode se depositar nas paredes das artérias, fazendo com que elas fiquem obstruídas e o sangue pare de chegar ao coração; no caso das artérias cerebrais, pode ocorrer o AVC ou derrame cerebral. Combate Para combater o excesso de colesterol, Daniel Kendler destacou a necessidade de melhorar a saúde do indivíduo como um todo. “Quando queremos melhorar o colesterol alto, logo pensamos nas medidas que evitam as doenças cardiovasculares: manter o peso adequado, fazer atividade física regular, não fumar, não ingerir bebida alcoólica em demasia. Tudo isso é importante para o indivíduo que tem colesterol alto. Porque a doença cardiovascular tem vários fatores de risco e temos que atacar todos eles”. Outro orientação útil para a redução do colesterol alto é evitar o consumo de gorduras saturadas, principalmente gorduras de origem animal. “É o indicado para redução do colesterol”, afirmou o médico. Ele admitiu que, em alguns momentos, dependendo dos níveis de gordura, há necessidade do uso de medicamentos. “Mas vida saudável todo mundo pode e deve ter, independentemente de ir ao médico”. A realização de exame de sangue anual para medir o colesterol é importante, lembrou o presidente da SBD-RJ. Isso se explica porque o colesterol alto não apresenta sintoma nenhum. A orientação é que, a partir de 40 anos de idade, ou antes, se a pessoa tiver outros fatores de risco, como obesidade, diabetes, história familiar, pressão alta, deve fazer, além da consulta, exame laboratorial para avaliar os níveis de colesterol. Recomendação Kendler ressaltou que não existe receita mágica, porque cada indivíduo é diferente. Mas a recomendação geral para evitar o colesterol alto é “não fume, beba com moderação, faça atividade física regular e tenha uma alimentação balanceada em relação à proteína animal, com pouca gordura saturada, muita fibra, vegetais, frutas”. Acrescentou que a proteína animal, com muita gordura, tende a aumentar o colesterol. O especialista destacou que anualmente, no Brasil, as doenças cardiovasculares são as principais causas de óbitos registrados. Observou ainda que a hereditariedade também pode determinar o colesterol alto, mesmo em indivíduos que tenham hábitos saudáveis. É a chamada hipercolesterolemia familiar, comentou. Por Agência Brasil
Campanha Nacional de Multivacinação é lançada pelo Ministério da Saúde
Um dos principais focos é a poliomielite. O Ministério da Saúde lançou neste domingo (7), em São Paulo, a Campanha Nacional de Multivacinação. Até o dia 9 de setembro, mais de 40 mil postos de vacinação de todo o país vão oferecer mais de 20 tipos diferentes de vacinas. Apesar da multivacinação, o foco da campanha é a poliomielite. Casos da doença voltaram a aparecer em alguns países, como Israel e Estados Unidos. No Brasil, o último caso foi em 1989, na Paraíba, mas a cobertura vacinal tem caído. Enquanto em 2012 96% das crianças até 5 anos tomaram as gotinhas que previnem a doença, em 2021 a proporção de vacinados ficou em apenas 67%. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a meta esse ano é alcançar 90% das crianças nessa faixa etária. Uma campanha de rádio e TV vai ajudar a convocar as pessoas. O Ministério da Saúde também tinha planejado um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV para a última sexta-feira, dia 5. Mas, como o país está em período eleitoral, a medida precisa ser autorizada pela Justiça Eleitoral, o que ainda não aconteceu. Por Agência Brasil