O CODENSUL oficiou a Direção Geral do DNIT em busca de resposta urgente para a novela envolvendo a reabilitação da Ponte sobre o Rio Itajaí-açú II, na BR-470/SC. A condição de estabilidade da estrutura foi reclassificada de problemática para crítica – pior nota – durante inspeção técnica realizada ainda em 2020. Depois da segunda licitação também terminar fracassada, em novembro passado, nenhuma empresa consultada pelo DNIT/SC aceitou realizar a reforma, o reforço e o alargamento da estrutura pelos valores orçados pelo governo federal. Nos últimos dias, o processo foi devolvido pelo DNIT/SC para revisão, na sede da autarquia, em Brasília. A realização da obra, entretanto, já é classificada como prioritária pelo órgão desde 2016. Diante das condições críticas de uma das maiores pontes do principal corredor de exportações do estado, o CODENSUL também pediu o engajamento coletivo da bancada federal catarinense e do Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM). A situação da rodovia é acompanhada pelo CODENSUL por meio da Câmara Técnica da BR-470/SC. Por CODENSUL
Entrevista com Edson Costa Campeão Catarinense de Jiu-jitsu
Repórter: Léo AW
Gasolina pode ultrapassar os R$ 8 em Santa Catarina; entenda
Donos de postos de combustíveis pedem que o governo catarinense repense a decisão de cobrar a diferença do ICMS sobre o preço de pauta. Os empresários de postos de combustíveis de Santa Catarina pedem que o governo do Estado reveja a decisão tomada no início deste ano de cobrar a diferença do ICMS sobre o preço de pauta – PMPF (Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final), valor para a base de cálculo do ICMS dos combustíveis no Estado. Caso o Executivo não recue na deliberação, os empresários preveem que o valor da gasolina em Santa Catarina rompa a barreira dos R$ 8. Segundo o Sindipetro-SC (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Santa Catarina), se desde 2021 a pauta tivesse sido reajustada conforme prevê a legislação e nos moldes da movimentação do mercado, o impacto no preço ao consumidor final não teria sido maior que R$ 0,15. No entanto, agora, se os postos forem fazer um provisionamento do custo do impacto do passivo fiscal nos seus cofres, os preços teriam que ser reajustados em torno de R$ 1,00 por litro. “Hoje o governo estipula uma pauta de R$ 5,77. O preço do combustível em Santa Catarina gira em torno de R$ 7,29 e R$ 7,39. Isso abre uma brecha de R$ 0,32 a R$ 0,35 – a diferença do ICMS que a revenda teria que recolher. Assim, um posto que vende 100 mil litros teria que desembolsar hoje para o governo do Estado em torno de R$ 35 mil por mês. Por causa dessa diferença, a dívida dos postos hoje está em torno de R$ 600 milhões, com projeção para o final do ano de 2022 chegar a R$ 1,2 bilhão”, explicou o presidente do Sindipetro-SC, Luiz Antônio Amin. Amin reforçou que se o governo não rever essa decisão, os revendedores de combustíveis terão que repassar o custo para o consumidor. “Ele [governador Carlos Moisés] não pode ir pra imprensa e dizer que não aumentou impostos, se ele cobra o complemento do revendedor. Se vier a fazer isso, automaticamente, esse passivo fiscal que a revenda está adquirindo, nós vamos ter que passar para o consumidor final”, lamentou. “Se ele não cobrar o complemento, a população não vai ter prejuízo nenhum, se ele cobrar ninguém consegue absorver esse passivo fiscal”, completou. De acordo com o presidente do Sindipetro-SC, o preço médio da gasolina deve chegar a mais de R$ 8. Por isso, os empresários têm feito o alerta para não passar esse passivo fiscal para o preço nas bombas de combustíveis. Congelamento da pauta A partir de 2021, o governo do Estado passou a utilizar a pauta (PMPF) para fins extrafiscais e, desta forma, desde o início do mesmo ano, já “indiretamente” vinha mantendo a pauta congelada em patamares muito baixos, o que gerou, segundo as entidades revendedoras de combustíveis, um enorme endividamento. Em outubro do ano passado, o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) editou o convênio congelando formalmente a pauta por 90 dias. Durante esse período os governadores têm disseminado a informação de que tomaram tal medida com vistas a refrear a escalada dos preços dos combustíveis. De acordo com o Sindipetro, no caso de Santa Catarina, esse congelamento da pauta, já vinha sendo feito desde janeiro de 2021, e acabou gerando acúmulo de vultoso passivo que não foi provisionado pelos revendedores, porém a categoria sustenta que a conta não deve ser paga pela revenda e, igualmente, não foi cobrado do consumidor.Gasolina pode ultrapassar os R$ 8 em Santa Catarina – Foto: Danilo Duarte/ND “O principal impacto, o que a gente não deseja, é o aumento de preço ao consumidor final. Essa conta não é da revenda, não está nos cofres da revenda. O consumidor deixou de pagar esses valores, então fatalmente se o governo do Estado vir a cobrar esses valores vai ter que ser repassado para o consumidor final”, salientou Alan Mafra, do setor jurídico do Sindipetro-SC. “O posto que vende 150 mil litros vai ter um lucro líquido entre R$ 0,10 a R$ 0,15, por litro. Como é que vou pagar R$ 35 mil ao governo do Estado, não é minha conta, não é conta do posto, quem vai pagar conta é o consumidor”, reforçou Júlio César Zimermann, do Sinpeb (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Blumenau). Para o advogado Gabriel Wolff, que representa os sindicatos dos postos de combustíveis, houve uma manobra bem pensada pelo Executivo, com o fim de evitar o aumento do ICMS e, assim fez com que aumentasse ainda mais o preço da gasolina. Fez isso, porque as metas de arrecadação estavam batidas e tinha conquistado, no ano passado, R$ 1 bilhão a mais de arrecadação com combustíveis do que em relação a 2019. “Fizeram isso porque estavam levando um valor maluco do governo federal dizendo que o problema era o ICMS. Todos os governadores resolveram congelar a pauta a partir de novembro de 2021 até 31 de julho”, destacou. Para as entidades empresarias de revenda de combustíveis, a prorrogação do congelamento da pauta deixou claro que os Estados pretendiam ficar “bem vistos” perante a sociedade, trazendo informações que não houve aumento de impostos e que está congelado o ICMS sobre os combustíveis. Implantação do ROTs Revendedores de combustíveis apontam que uma das soluções para o problema é a implantação no Estado do ROT (Regime Optativo de Tributação). O ROT é um regime de tributação alternativo que elimina a restituição e complementação do ICMS, ou seja, a empresa opta se irá aderir ao regime de crédito e débito ou irá abrir mão de restituição e não pagará complementação. De todos os Estados das regiões Sul e Sudeste, Santa Catarina é o único que não aderiu ao regime. A categoria entende que a exclusão do convênio que permitia a instituição do ROT deixa claro que o Estado não pretende resolver o problema da revenda, nem tampouco abrir mão da complementação do ICMS. “O Estado pretende cobrar a conta da revenda, visto que já editou inclusive as regras para parcelamento. Estabeleceu limite de 24 meses para
Começa hoje prazo para pedir isenção no Enem
Solicitação pode ser feita até 15 de abril. Começa hoje (4) o prazo para pedir a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022. O pedido pode ser feito até o dia 15 de abril. A taxa de inscrição da última edição do exame foi R$ 85. Os pedidos devem ser feitos na Página do Participante. O mesmo prazo, de 4 a 15 de abril, vale para os estudantes isentos no Enem 2021 que por algum motivo faltaram no dia da prova e que desejam fazer o Enem 2022 gratuitamente. Esses estudantes devem também enviar documentos que justifiquem a falta. Os resultados, tanto da justificativa de ausência quanto da solicitação de isenção da taxa de inscrição para o Enem 2022, serão divulgados no dia 22 de abril, na Página do Participante. Quem tiver o pedido negado poderá recorrer entre 25 e 29 de abril. O resultado dos recursos será divulgado no dia 6 de maio. O pedido de isenção não garante a participação no exame, para isso é preciso ainda fazer a inscrição no Enem 2022. Os estudantes devem ficar atentos ao cronograma do exame, que será divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Direito à isenção Pelas regras do Enem, têm direito de fazer o exame gratuitamente todos os participantes que estão cursando a última série do ensino médio este ano em escolas públicas. São isentos também os participantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou que sejam bolsistas integrais em escolas particulares. Esses candidatos precisam ter renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio, ou seja, R$ 1.818 por pessoa. Têm direito ainda à isenção os participantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por serem membros de família de baixa renda, e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Nesse caso, os interessados deverão informar o Número de Identificação Social (NIS) único e válido. Justificativa Os participantes que tiveram a isenção aprovada no Enem 2021 e que não compareceram às provas precisarão justificar a falta para obter novamente a isenção. Para isso, é necessário enviar documentação que comprove o motivo da ausência. Todos os documentos deverão estar datados e assinados e não serão aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos por pais ou responsáveis. A lista com os documentos aceitos está no edital publicado no Diário Oficial da União, entre eles atestados médicos e boletins de ocorrência. Somente serão aceitos documentos nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2 MB. O Enem 2022 será nos dias 13 e 20 de novembro. As notas do Enem podem ser usadas para ingressar no ensino superior, em universidades públicas e privadas e para participar de programas federais, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Por Agência Brasil
Vacinação contra a gripe começa hoje em todo o país
Meta é imunizar 76,5 milhões de pessoas até 3 de junho. Começa nesta segunda-feira (4) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. A meta do Ministério da Saúde é imunizar cerca de 76,5 milhões de pessoas até o dia 3 de junho, data prevista para encerramento da campanha. Segundo a pasta, 80 milhões de doses da vacina Influenza trivalente, produzidas pelo Instituto Butantan e eficaz contra as cepas H1N1, H3N2 e tipo B, estarão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Etapas Para evitar surtos da doença, que pode sobrecarregar os serviços de saúde e até levar à morte, a pasta alerta para a importância da vacinação dos grupos prioritários. A campanha nacional ocorrerá em duas etapas. Na primeira, de hoje a 2 de maio, serão vacinados idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. A segunda, que vai de 3 de maio a 3 de junho, tem como público-alvo crianças de 6 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias; gestantes e puérperas; povos indígenas; professores; pessoas com comorbidades; pessoas com deficiência permanente; membros de forças de segurança e salvamento e das Forças Armadas; caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso; trabalhadores portuários; funcionários do sistema prisional; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medida socioeducativa e pessoas privadas de liberdade. No caso das crianças de 6 meses a menores de 5 anos que já receberam ao menos uma dose da vacina influenza ao longo da vida, deve-se considerar o esquema vacinal com apenas uma dose em 2022. Para as crianças que serão vacinadas pela primeira vez, a orientação é agendar a segunda aplicação da vacina contra gripe para 30 dias após a primeira dose. Por Agência Brasil
Mãe de motociclista, que morreu por erro médico, será indenizada em mais de R$ 100 mil
O juízo da 2ª Vara da comarca de Porto Belo condenou o município de Itapema ao pagamento de danos morais à família de um motociclista de 23 anos que morreu em decorrência de erro médico, após negligência profissional em um hospital local. Além da reparação arbitrada em mais de R$ 100 mil, a mãe da vítima terá direito a pensionamento mensal. De acordo com os autos, o filho da autora trafegava de motocicleta pelo bairro Perequê, em Bombinhas, quando sofreu uma queda e foi levado pelos bombeiros ao hospital administrado pelo Município de Itapema, pronto-atendimento referência para os municípios vizinhos. Chegou ao local às 5h45min do dia 26 de março de 2011. Foi atendido às 7h e recebeu alta médica horas depois, às 15h55min, quando foi conduzido de ambulância até a sua residência. Às 19h do mesmo dia, o Corpo de Bombeiros foi acionado novamente para levá-lo de volta ao hospital, desta feita com sintoma e sinais de hemorragia. O motociclista chegou ao local às 19h35min e morreu às 5h05min do dia seguinte. Segundo a juíza Angélica Fassini, no caso concreto, o conjunto probatório converge no sentido de que os médicos agiram com negligência no atendimento dispensado ao filho da autora, pois a causa de sua morte, “hipovolemia, laceração hepática e traumatismo abdominal”, poderia ter sido evitada se realizados exames de imagens, os quais são recorrentes nos atendimentos de pacientes acidentados e politraumatizados – o que não ocorreu. Além da indenização por danos morais, a magistrada condenou solidariamente o Município e o hospital ao pagamento de indenização por danos materiais na importância de R$ 4,3 mil (referente às despesas de funeral e sepultamento) e pagamento de pensão mensal, no valor correspondente a dois terços do salário até que o filho da autora completasse 25 anos, e após esta data, no valor correspondente a um terço de sua renda, até os seus 65 anos de idade ou morte da autora. Aos valores serão acrescidos juros mora e atualização pela variação do IPCA-E. A decisão é passível de recurso (Procedimento Comum Cível n. 0500275-34.2011.8.24.0139/SC). Por Assessoria de Imprensa – NCI
Bombeiro Militar escreve livro sobre maior tragédia ocorrida em Presidente Getúlio
Exemplar trata da enxurrada de 2020. A história da maior tragédia ocorrida em Presidente Getúlio, está registrada em um livro. “Bravura e solidariedade no front” foi escrito pelo tenente do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), Rubens José Babel Junior, e terá o lançamento oficial no dia 19 de abril, às 15h, na Biblioteca Municipal Dr. Getúlio Vargas. A obra é uma narrativa do militar, que esteve com as equipes de busca e resgate no desastre natural na cidade de Presidente Getúlio, em dezembro de 2020. A história concentra-se nos seis primeiros dias, período em que foram encontradas as vítimas. “Pela participação intensa na busca pelas vítimas e pelo contato com as famílias e comunidade, senti a vontade de homenagear a todos que estiveram envolvidos e, principalmente, registrar este fato, que faz parte da história do município”, diz Babel. O tenente percebeu que a experiência poderia se tornar uma obra, enquanto escrevia o relatório da operação. “Nele, haviam muitos acontecimentos que não faziam parte de uma operação comum, da qual nós bombeiros atendemos e estamos acostumados a atuar”, acrescenta. Quem tiver interesse em adquirir a obra, poderá enviar o pedido para o e-mail [email protected]. Exemplares também estarão à disposição da comunidade, na Biblioteca Municipal, para empréstimo. Entrega Na semana passada, o bombeiro e escritor esteve no gabinete do prefeito Nelson Virtuoso, para entregar a obra. Na oportunidade, fez a entrega também ao vice-prefeito, José Adalcio Krieger e ao coordenador da Defesa Civil Municipal, Lucio Adelar Bittencourt. Por Assessoria de Comunicação Prefeitura de Presidente Getúlio