
Mudanças implementadas pelo Banco Central visam reduzir fraudes; transferências em aparelhos não validados terão limite diário de R$ 1.000.
ECONOMIA – O sistema de pagamentos instantâneos mais utilizado do Brasil, o Pix, passa a operar sob novas diretrizes de segurança a partir desta semana. As medidas, estabelecidas pelo Banco Central, afetam clientes de todas as instituições financeiras, como Nubank, Caixa e Itaú, e focam em combater crimes digitais e sequestros-relâmpago.
Restrições em Novos Dispositivos: A principal mudança ocorre quando o usuário tenta realizar um Pix a partir de um celular ou computador não reconhecido pelo banco. Nestes casos, o sistema impõe limites automáticos:
- Por transação: Máximo de R$ 200,00;
- Por dia: Máximo de R$ 1.000,00. Esses limites permanecem ativos até que o cliente realize a validação do novo dispositivo junto ao seu banco.
Bloqueio Cautelar e Horário Noturno: Outra novidade é o Bloqueio Cautelar, que permite às instituições financeiras reterem valores recebidos por até 72 horas caso haja suspeita de fraude. Durante esse intervalo, o banco analisa a transação antes de liberar o saldo ou devolvê-lo à origem. Além disso, o limite de R$ 1.000,00 no período noturno (das 20h às 06h) segue mantido para pessoas físicas.
Como evitar transtornos: A recomendação oficial é que os usuários mantenham seus aplicativos atualizados e realizem a validação de novos aparelhos com antecedência. Caso precise realizar transferências de valores maiores em um dispositivo novo, o cliente deve solicitar o aumento de limite via aplicativo, respeitando o prazo de análise da instituição (que geralmente varia de 24h a 48h).
Fonte: Redação Rede Vale Norte / ND+.




