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terça-feira, agosto 18, 2026

Caso de morte de criança em investigação segue sob sigilo da Polícia Civil

Foto de Jor. Marcelo Zemke

Jor. Marcelo Zemke

Caso começou no dia 11 de junho, quando o menino deu entrada no Hospital Waldomiro Colautti, em Ibirama

As investigações sobre a morte de um menino de dois anos e seis meses, morador de José Boiteux, seguem em sigilo policial determinado pela Polícia Civil de Santa Catarina. O caso envolve suspeita de lesões graves e é tratado com prioridade pelas autoridades competentes.

De acordo com informações já confirmadas, o inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias que levaram à morte da criança, ocorrida após internação hospitalar em Jaraguá do Sul. A Polícia Civil informou que, devido ao fato de a vítima ser menor de idade e à natureza sensível da ocorrência, os autos tramitam sob sigilo, o que impede a divulgação de detalhes nesta fase da investigação.

Segundo a Polícia Civil, a medida tem como objetivo preservar a apuração dos fatos, garantir a integridade das provas e evitar qualquer interferência no andamento do inquérito. Até o momento, a única informação oficialmente confirmada é a abertura da investigação para esclarecer as circunstâncias do caso.

O menino havia sido inicialmente atendido no Hospital Waldomiro Colautti (HDWC), em Ibirama, e posteriormente transferido para outras unidades hospitalares devido à gravidade do quadro clínico, sendo internado em UTI Pediátrica no Hospital Jaraguá, onde permaneceu por oito dias antes do óbito.

As circunstâncias das lesões ainda não foram oficialmente esclarecidas. A Polícia Civil reforça que, em casos envolvendo crianças, o sigilo é padrão legal para garantir a condução adequada das investigações. O caso segue em apuração.

O caso

O caso começou no dia 11 de junho, quando o menino deu entrada no Hospital Waldomiro Colautti, em Ibirama. Devido ao agravamento do quadro clínico, ele foi transferido inicialmente para uma unidade hospitalar em Blumenau e, posteriormente, encaminhado para a UTI Pediátrica do Hospital Jaraguá. 

Ainda no primeiro atendimento em Ibirama, a equipe médica acionou a Polícia Militar após identificar sinais considerados incompatíveis com a versão inicial apresentada. Segundo informações, a mãe relatou que a criança teria sofrido uma queda acidental no banheiro enquanto estava sob os cuidados do padrasto, mas também levantou a possibilidade de agressão por outra pessoa. Em nota, a Polícia Civil informou: “Em decorrência da natureza da infração, foi decretado sigilo do Inquérito Policial.”