Caso de morte de criança em investigação segue sob sigilo da Polícia Civil

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Jor. Marcelo Zemke

Caso começou no dia 11 de junho, quando o menino deu entrada no Hospital Waldomiro Colautti, em Ibirama

As investigações sobre a morte de um menino de dois anos e seis meses, morador de José Boiteux, seguem em sigilo policial determinado pela Polícia Civil de Santa Catarina. O caso envolve suspeita de lesões graves e é tratado com prioridade pelas autoridades competentes.

De acordo com informações já confirmadas, o inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias que levaram à morte da criança, ocorrida após internação hospitalar em Jaraguá do Sul. A Polícia Civil informou que, devido ao fato de a vítima ser menor de idade e à natureza sensível da ocorrência, os autos tramitam sob sigilo, o que impede a divulgação de detalhes nesta fase da investigação.

Segundo a Polícia Civil, a medida tem como objetivo preservar a apuração dos fatos, garantir a integridade das provas e evitar qualquer interferência no andamento do inquérito. Até o momento, a única informação oficialmente confirmada é a abertura da investigação para esclarecer as circunstâncias do caso.

O menino havia sido inicialmente atendido no Hospital Waldomiro Colautti (HDWC), em Ibirama, e posteriormente transferido para outras unidades hospitalares devido à gravidade do quadro clínico, sendo internado em UTI Pediátrica no Hospital Jaraguá, onde permaneceu por oito dias antes do óbito.

As circunstâncias das lesões ainda não foram oficialmente esclarecidas. A Polícia Civil reforça que, em casos envolvendo crianças, o sigilo é padrão legal para garantir a condução adequada das investigações. O caso segue em apuração.

O caso

O caso começou no dia 11 de junho, quando o menino deu entrada no Hospital Waldomiro Colautti, em Ibirama. Devido ao agravamento do quadro clínico, ele foi transferido inicialmente para uma unidade hospitalar em Blumenau e, posteriormente, encaminhado para a UTI Pediátrica do Hospital Jaraguá. 

Ainda no primeiro atendimento em Ibirama, a equipe médica acionou a Polícia Militar após identificar sinais considerados incompatíveis com a versão inicial apresentada. Segundo informações, a mãe relatou que a criança teria sofrido uma queda acidental no banheiro enquanto estava sob os cuidados do padrasto, mas também levantou a possibilidade de agressão por outra pessoa. Em nota, a Polícia Civil informou: “Em decorrência da natureza da infração, foi decretado sigilo do Inquérito Policial.”