Buraco na BR-470 causa prejuízos e preocupa motoristas em Ibirama

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Jor. Marcelo Zemke

Em nota enviada à redação do JVN, o DNIT informou que equipes realizam um conserto paliativo

A vida de quem precisa trafegar diariamente pela BR-470 não está fácil. Além das filas e da lentidão já comuns, motoristas agora enfrentam crateras no asfalto, que têm causado acidentes e prejuízos.

No km 121 da rodovia, sentido Rio do Sul/Blumenau, nas proximidades do Motel Imperium, ao menos quatro veículos sofreram danos somente entre a noite de terça-feira (26) e a manhã desta quarta-feira (27). Vídeos enviados por motoristas mostram que, na noite anterior, outros cinco veículos já haviam ficado pelo caminho, com pneus estourados e rodas amassadas.

A situação preocupa ainda mais por se tratar de um trecho com tráfego intenso de veículos e caminhões, considerado perigoso. “É um perigo enorme, ainda mais à noite ou em dias de chuva, quando o buraco fica praticamente invisível”, relatou um condutor que teve prejuízo no local.

Ações emergenciais do DNIT

Em nota enviada à redação do JVN, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que no km 119,6 da BR-470, em Ibirama, equipes do realizam um conserto paliativo em outro buraco que também vinha causando transtornos e prejuízos. Segundo o órgão, os reparos definitivos serão executados assim que as condições do tempo permitirem.

De acordo com nota oficial, as chuvas intensas dos últimos dias em Santa Catarina provocaram o surgimento de novos buracos no pavimento das rodovias federais. Técnicos seguem atuando de forma emergencial para garantir a trafegabilidade, enquanto monitoram toda a malha viária sob responsabilidade do DNIT.

Orientações aos motoristas

Enquanto os problemas não são solucionados, a orientação é que motoristas reduzam a velocidade, mantenham distância do veículo da frente e redobrem a atenção em todo o trajeto.

A BR-470 é considerada uma das rodovias mais importantes do Vale do Itajaí, essencial para o escoamento da produção e para a ligação entre o litoral e o Oeste de Santa Catarina. Por isso, qualquer falha estrutural impacta diretamente não só na segurança dos usuários, mas também na economia regional.