Acolhimento que transforma vidas: o trabalho da Rede Feminina de Ibirama

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Jor. Marcelo Zemke

Com gestos de carinho, escuta e solidariedade, as voluntárias da Rede Feminina levam conforto e esperança às pacientes que enfrentam a batalha contra o câncer

Mais do que oferecer apoio, a Rede Feminina de Combate ao Câncer tem como missão acolher. Entre os pilares que sustentam o trabalho da entidade, o acolhimento ocupa um lugar especial, e as chamadas rosinhas atuam levando conforto, carinho e esperança às pacientes que enfrentam o tratamento contra o câncer.

Segundo a presidente da instituição, Eva Scheidemantel, as voluntárias desempenham um papel fundamental nesse processo. Com dedicação e sensibilidade, elas realizam visitas às pacientes, carinhosamente chamadas de “tulipas”, proporcionando momentos de atenção, afeto e escuta. “O acolhimento é uma das bases da nossa atuação. Nossas voluntárias visitam as tulipas levando muito amor e carinho, fortalecendo a confiança e mostrando que elas não estão sozinhas nessa caminhada”, destaca Eva.

O apoio oferecido pela Rede Feminina vai além das visitas. As voluntárias acompanham pacientes em consultas médicas, realizam visitas no período pós-operatório, enviam mensagens de incentivo e carinho pelo WhatsApp e, muitas vezes, oferecem algo simples, mas extremamente valioso: um abraço acolhedor.

Cada gesto faz a diferença na vida de quem enfrenta os desafios da doença. Para as pacientes, esses momentos representam apoio emocional, fortalecimento dos laços de afeto e a certeza de que existe uma rede de solidariedade ao seu lado.

A ação também transforma quem a realiza. “É uma missão nobre que emociona e nos realiza a cada visita. Ver a gratidão e a felicidade estampadas no rosto das pacientes nos motiva a continuar”, finaliza a presidente.