Santa Catarina segue sem casos de Mpox e Saúde Estadual reforça orientações

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Matheus Cerqueira

Santa Catarina não registrou casos de Mpox neste ano. Apesar disso, a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), mantém vigilância ativa e coordenada para possíveis ocorrências da doença em todo o território catarinense.

A Mpox integra a Lista Nacional de Notificação Compulsória. Todos os casos suspeitos devem ser comunicados imediatamente para investigação e rastreamento de contatos, garantindo a rápida interrupção de possíveis cadeias de transmissão.

O Estado possui vigilância estruturada e Plano de Contingência específico para a doença, mantendo monitoramento contínuo diante da possibilidade de casos importados ou mudanças no perfil epidemiológico.

Transmissão

A Mpox é transmitida principalmente por contato próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais ou materiais contaminados, como roupas e lençóis.

Também pode ocorrer transmissão entre pessoas por contato físico prolongado e, em menor frequência, por gotículas respiratórias. A transmissão cessa após o desaparecimento das crostas das lesões.

Sintomas

O período de incubação varia de 5 a 21 dias, com média entre 6 e 13 dias.

Os sintomas mais comuns incluem:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Dores musculares e nas costas
  • Cansaço
  • Gânglios linfáticos inchados

Posteriormente, pode surgir erupção cutânea, que geralmente começa no rosto e se espalha para outras partes do corpo, incluindo mãos, pés, genitais e mucosas.

Ao apresentar sintomas, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação e orientações adequadas.

Orientações à população

A SES reforça medidas preventivas:

  1. Sinais de alerta: Em caso de lesão súbita em mucosas ou erupção cutânea (bolhas, pústulas), associada ou não a febre e inchaço de gânglios, procurar atendimento médico imediatamente.
  2. Evitar contato: Não manter contato físico íntimo ou próximo com pessoas que apresentem lesões suspeitas.
  3. Higiene: Reforçar a lavagem das mãos com água e sabão ou uso de álcool em gel.
  4. Isolamento: Pessoas com suspeita ou confirmação devem permanecer isoladas e seguir rigorosamente as orientações médicas.

Crédito: Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES)