Colecionadores, preparem-se: Álbum da Copa 2026 será histórico

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Matheus Cerqueira

A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 já está em andamento, e uma das tradições mais aguardadas pelos torcedores também se aproxima: o lançamento do álbum oficial de figurinhas. A edição do próximo Mundial promete ser a maior já produzida, com 980 figurinhas distribuídas em 112 páginas.

O álbum já está em pré-venda e deve chegar às bancas brasileiras em abril, ainda sem data oficial confirmada.

Novo formato amplia coleção

O crescimento do álbum acompanha as mudanças no torneio. Pela primeira vez, a Copa contará com 48 seleções e será disputada em três países-sede: Canadá, Estados Unidos e México.

Com o aumento no número de equipes, também cresce o espaço dedicado a jogadores, escudos, técnicos e figurinhas especiais.

Para comparação:

  • Copa do Mundo FIFA 2022: cerca de 670 figurinhas
  • Copa do Mundo FIFA 2018: 681 figurinhas
  • Copa do Mundo 2026: aproximadamente 980 figurinhas

O salto representa quase 300 cromos a mais em relação ao último Mundial.

Estrutura do álbum

A organização deve seguir o modelo tradicional:

  • 20 jogadores por seleção
  • Espaço para escudo e foto da equipe
  • Figurinhas especiais (estádios, bola oficial e troféu)
  • Logo oficial da competição

Além disso, cerca de 20 espaços devem ser destinados a figurinhas especiais.

Quanto pode custar completar

A estimativa é que cada pacote custe R$ 7. Em 2022, os envelopes eram vendidos por R$ 4. Apesar do aumento nominal, o preço por figurinha tende a permanecer próximo de R$ 1, já que cada pacote deve conter sete cromos, e não cinco como na edição anterior.

Com quase mil figurinhas, o investimento total para completar o álbum pode ser superior ao das edições passadas, especialmente para quem optar por concluir a coleção sem depender de trocas.

O álbum oficial da Copa do Mundo é considerado parte da experiência pré-torneio e costuma mobilizar colecionadores de diferentes gerações. A edição de 2026, com número recorde de seleções e três países-sede, deve ampliar ainda mais esse movimento.

Fonte: Roberto Gatti / SCC