
O governo da Argentina enfrenta nesta quinta-feira (19) a quarta greve geral desde o início da atual gestão, justamente no dia em que a Câmara dos Deputados debate a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. O projeto já havia sido aprovado pelo Senado na semana passada.
A paralisação teve início às 00h01 e deve durar 24 horas. A mobilização foi convocada pela principal central sindical do país, que classifica as mudanças como “regressivas” e prejudiciais aos trabalhadores.
O movimento ocorre em meio a um cenário econômico desafiador. Segundo fontes sindicais, mais de 21 mil empresas teriam encerrado atividades nos últimos dois anos, com a eliminação de cerca de 300 mil postos de trabalho. Também há registro de retração na atividade industrial.
A reforma trabalhista defendida pelo governo integra o pacote de medidas econômicas apresentado pela atual gestão, que busca flexibilizar regras do mercado de trabalho como parte de sua agenda de reformas estruturais.
Fonte: Jovem Pan News




