Superintendente Saate de Presidente Getúlio é um dos presos na operação mensageiro

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Jor. Marcelo Zemke

Além do prefeito de Ibirama, Adriano Poffo e do secretário de Administração, Fábio Fusinato, o superintendente do Serviço de Abastecimento de Água e Tratamento de Esgoto (Saate) de Presidente Getúlio, Edson Staloch, também é um dos presos preventivamente na manhã desta quinta-feira (27) na 4ª fase da Operação Mensageiro. A investigação apura fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo em diversas regiões de Santa Catarina.

De acordo com nota da Prefeitura de Presidente Getúlio, no Saate não foram recolhidos documentos e no Paço Municipal foram levados documentos relacionados a empresa investigada na operação. “O superintendente do Saate foi conduzido para Florianópolis, onde prestará depoimento.  O poder público municipal segue colaborando com os órgãos de fiscalização externa, a fim de esclarecer a situação o mais breve possível. O procedimento ainda corre em segredo de justiça e não há mais informações”, informou.

Já conforme nota divulgada pela Prefeitura de Ibirama, os agentes do GAECO estiveram nas dependências da Prefeitura de Ibirama na manhã desta quinta-feira, 27, para a coleta de documentos referentes aos processos licitatórios dos serviços de coleta de lixo urbano.

O prefeito de Ibirama, Adriano Poffo, e o secretário de Administração, Fábio Fusinato, passarão por audiência de custódia na tarde de hoje, em Florianópolis.

A Operação Mensageiro apura suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo em diversas regiões de Santa Catarina. A Operação Mensageiro, deflagrada no fim de 2022 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), colocou sob a mira um suposto esquema de corrupção na licitação de lixo em várias cidades do Estado.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e o Grupo Especial Anticorrupção (GEAC) do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) estão cumprindo, nesta quinta-feira (27/04), 18 mandados de prisões preventivas e 65 mandados de busca e apreensão.

Esta é a 4ª fase da Operação Mensageiro, que apura suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo em diversas regiões de Santa Catarina.