Todas as especialidades tiveram pacientes faltantes.
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A Secretaria de Saúde de Presidente Getúlio chama novamente a atenção da população com relação às faltas nas consultas, mas dessa vez, o problema é no AGE (Ambulatório Geral de Especialidades). De fevereiro a junho, 939 usuários da saúde pública faltaram no dia agendado com o especialista.
Os profissionais onde o maior número de faltas foi registrado foram os fisioterapeutas, com 202 ausências. Em seguida, vêm as psicólogas, com 150 faltas e em terceiro lugar, os exames de ultrassonografia, com 117 faltas. Porém, todas as especialidades tiveram pacientes faltantes.
Mensalmente, o AGE custa para os cofres públicos cerca de R$ 66,7 mil por mês. “Lutamos muito por este espaço em nossa cidade. Precisamos que a população entenda a importância deste serviço e use com seriedade e responsabilidade”, pede a secretária de Saúde, Iara Possamai.
A secretária teme pela perda de interesse dos profissionais contratados para atuar no AGE, sendo que a maioria é de fora do município. “Passamos para eles uma lista com a quantidade de pacientes e quando chegam aqui, acabam atendendo somente a metade, pois o restante faltou. Esse problema está sendo recorrente”, relata.
Segundo a coordenadora do Ambulatório, Sirlene Manarim, a equipe realizava contato para agendamento através de ligação telefônica, mas passou a fazer através de mensagem para que o paciente tenha um lembrete. No aviso, consta dia, local e horário.
Hoje, o AGE oferece oito especialidades médicas, oito categorias de exames e atendimentos com outros profissionais da saúde como psicólogas, nutricionista, fisioterapeuta e fonoaudióloga. As consultas e os exames variam de R$ 50 a R$ 500.
Conforme a Secretaria de Saúde, 80% dos pacientes faltantes não justificam o não comparecimento. Portanto, a partir de agora, usuários com faltas não justificadas, não serão novamente inseridos na lista.
Por Assessoria de Comunicação Prefeitura de Presidente Getúlio




