Polícia Civil identifica e indicia autor de pichações em cidades do Vale Norte

Ele seria o autor de pichações em Ibirama, Presidente Getúlio, Vitor Meireles e José Boiteux, inclusive em prédios públicos A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de José Boiteux, concluiu o inquérito que investigava uma série de pichações registradas em municípios do Vale Norte. O suspeito foi indiciado pela prática de crime ambiental, conforme prevê a Lei nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais). De acordo com as investigações, o homem é apontado como autor de pichações em Ibirama, Presidente Getúlio, Vitor Meireles e José Boiteux, inclusive em prédios públicos. O caso teve início após a Polícia Militar de Vitor Meireles registrar um boletim de ocorrência com indícios da autoria do crime. No registro, foi anexado um vídeo feito por um morador, que registrou o momento em que o suspeito realizava uma das pichações. Como o investigado reside em José Boiteux e também teria cometido atos semelhantes na própria cidade, a Delegacia local assumiu a apuração. O inquérito foi instaurado com base no artigo 65 da Lei de Crimes Ambientais, que prevê pena de detenção de três meses a um ano e multa para quem pichar ou conspurcar edificações ou monumentos urbanos. Caso o dano ocorra em monumento tombado, a pena pode chegar a seis meses a um ano de detenção, além de multa. Com a conclusão do inquérito, o procedimento foi encaminhado ao Poder Judiciário da Comarca de Ibirama e será analisado pelo Ministério Público, que decidirá sobre o oferecimento da denúncia.
Feira artesanal promete movimentar o fim de semana em Presidente Getúlio

A presidente Maria De Lurdes Voltolini e o vice-presidente Marcos Paulo Pandini, da Cia da Arte de Presidente Getúlio, estiveram na Rede Vale Norte para falar sobre a 3ª edição da FEAPG – Feira Artesanal de Presidente Getúlio.O evento acontece neste fim de semana, com mais de 50 expositores, gastronomia, apresentações culturais, bingo e passeio ciclístico.
Prefeitura de Ibirama faz alerta sobre golpes com mensagens e e-mails falsos

A Prefeitura de Ibirama emitiu um alerta à população após serem identificadas tentativas de golpes utilizando o nome de setores da Administração Municipal. Segundo a Secretaria de Saúde, está circulando uma mensagem com o texto “Segue lista de para orçamento”. O conteúdo é falso e contém vírus que podem comprometer celulares e computadores. A orientação é para não abrir o arquivo, não clicar em links e não compartilhar a mensagem. Outro golpe foi identificado pelo Setor de Tributação e pelo Setor de Trânsito, envolvendo e-mails falsos sobre supostas multas de trânsito. A Prefeitura esclarece que não envia notificações de multas por e-mail e que o endereço usado pelos golpistas não pertence ao município. Os órgãos municipais pedem que os moradores fiquem atentos e não forneçam dados pessoais. Em caso de dúvida, o ideal é procurar o DETRAN da cidade ou um despachante de confiança para confirmar as informações. Para mais esclarecimentos, o contato com a Fiscalização de Tributos pode ser feito pelo WhatsApp (47) 3357-8577 ou pessoalmente, das 8h às 12h e das 13h às 17h, no prédio ao lado da Sociedade Desportiva União. O município reforça a importância de sempre desconfiar de mensagens e e-mails inesperados e buscar informações apenas nos canais oficiais da Prefeitura.
Mulher é indiciada por crime de racismo pela Polícia Civil

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Vidal Ramos, indiciou uma mulher de 43 anos por proferir falas de cunho homofóbico em uma rede social. A conduta foi enquadrada como crime de racismo, conforme a Lei nº 7.716/1989, conhecida como Lei do Racismo, e em consonância com o entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF), que equipara a homofobia e a transfobia aos crimes de racismo. O conceito de racismo, segundo o STF, vai além de aspectos biológicos ou fenotípicos. Em decisão na ADO 26/DF, a Corte afirmou que o racismo também se manifesta em contextos histórico-culturais, como instrumento de dominação e exclusão de grupos vulneráveis, entre eles a população LGBTI+. Trata-se de uma forma de negação da dignidade e da humanidade desses indivíduos, perpetuando a desigualdade e a marginalização social. De acordo com o inquérito policial, a investigada teria publicado em seu perfil comentários depreciativos e discriminatórios contra a comunidade LGBTQIA+, utilizando estereótipos e incitando o repúdio à orientação sexual de terceiros. As mensagens foram coletadas e anexadas ao processo como prova. A Polícia Civil destacou que as redes sociais não são espaços de impunidade e devem ser usadas com responsabilidade e respeito às minorias. Crimes dessa natureza são considerados crimes de racismo, com pena prevista de dois a cinco anos de reclusão.