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Rede Vale Norte

Turismo em Presidente Getúlio com Neco Weirich

O diretor de turismo de Presidente Getúlio, Neco Weirich, falou sobre as ações realizadas em 2025 e reforçou o convite para o Seminário de Turismo, no dia 10 de setembro, na Associação dos Aposentados. O evento vai reunir palestras, cases de sucesso e incentivo ao desenvolvimento turístico local

Cresol no Mega Feirão do Automóvel

A Cresol participa do Mega Feirão do Automóvel em Ibirama, oferecendo crédito rápido, financiamento na hora e condições exclusivas para quem quer garantir seu carro novo com segurança e tranquilidade!

Agricultor não será mais obrigado a registrar tratores e máquinas, aprova Comissão da Câmara

Proposta concilia a necessidade de controle e identificação dos veículos utilizados no campo com a garantia dos direitos individuais dos proprietários O Registro Nacional de Tratores e Máquinas Agrícolas (Renagro) pode deixar de ser obrigatório e passar a ser uma escolha do produtor. É o que determina o Projeto de Lei 5890/2023 do deputado Pezenti (MDB), aprovado nesta quarta-feira (3) pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados. O autor da proposta destaca que apesar de reconhecer a importância do Renagro, a atual obrigatoriedade tem prejudicado muitos produtores, especialmente aqueles que ainda não têm conhecimento da exigência. Ele acrescenta que a falta de informação e a excessiva burocracia para a emissão do documento tem resultado em penalidades e empecilhos que impactam diretamente o trabalho dos agricultores que, por vezes, estão alheios aos procedimentos estabelecidos. De acordo com Pezenti, já houve registro de apreensões de maquinário em Santa Catarina por falta do documento, que é exigido desde 2022. “Nós queremos que o Renagro continue existindo, mas que deixe de ser obrigatório. A gente não pode impor ao agricultor mais essa obrigação. Esses trabalhadores já são tão penalizados pelo mercado, pelas intempéries e também pelo governo, não precisa ter mais essa imposição. Em muitas regiões rurais não há nem internet adequada para baixar o documento pelo aplicativo”, explica Pezenti. O relator do projeto, Tião Medeiros (PP-PR), salienta ainda que o texto assegura a autonomia do produtor rural. O deputado ressalta que este aspecto é de suma importância, pois reconhece a capacidade e a liberdade dos agricultores de tomarem decisões sobre seus próprios negócios. “A aprovação evita a imposição de obrigações burocráticas que dificultam ainda mais o desempenho da já custosa e complexa atividade produtiva rural. No final das contas é mais acesso, menos prejuízo para o trabalhador do campo e melhores resultados para o setor e o país”, concluiu. A matéria segue para análise da Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Casa.

Liquida Ibirama 2025 movimenta comércio e oferece diversão para toda a família

Iniciou na sexta-feira, dia 5, e segue neste sábado, dia 6 de setembro, o Liquida Ibirama 2025, promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). A campanha reúne dezenas de lojas participantes com descontos imperdíveis e uma programação especial para envolver toda a comunidade. Nesta sexta-feira (05), o comércio permanece aberto até as 19h, e no sábado (06) vai até as 17h. A ideia é dar mais oportunidades para que todos possam participar. Esse horário diferenciado facilita para as pessoas que trabalham durante a semana e que assim terão a chance de aproveitar as ofertas. Além das promoções, o sábado contará com um atrativo especial: a partir do meio-dia, haverá passeio gratuito de trenzinho da alegria da CDL, com apoio da Viacredi Alto Vale, garantindo diversão para as crianças e toda a família. Comércio aquecido, famílias na rua e uma programação que une compras e lazer reforçam o Liquida Ibirama como um dos eventos mais aguardados do calendário local.

Primeira etapa do Cemitério dos Imigrantes é inaugurada em Ibirama

Marcelo Zemke Na última quarta-feira, dia 3, foi inaugurada a primeira etapa da recuperação do Cemitério dos Imigrantes, localizado em Dalbérgia, antiga Colônia Hammonia, em Ibirama. O espaço, considerado um marco da história da colonização local, recebeu serviços de capina, cercamento, trabalhos de arqueologia e a recuperação de túmulos soterrados pela enchente de 1983. A matéria completa pode ser conferida na edição impressa do fim de semana do Jornal Vale do Norte. A ação foi organizada pelo Instituto Naturhansa, presidido por Sandra Secchi, em parceria com o pesquisador Grégory Kietzer, o tesoureiro Dirceu Leite e com apoio da comunidade. O projeto foi viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc, e representa apenas a primeira fase de um processo de preservação maior. Em sua fala, Sandra destacou a importância da união de esforços. “Como ninguém faz nada sozinho, foi fundamental o trabalho de cada um, desde os trabalhadores que atuaram na limpeza e recuperação das lápides até a parceria com a Prefeitura, que cedeu material para a construção da mureta de proteção”, disse. Grégory Kietzer lembrou que o espaço esteve abandonado por muitos anos, mas agora começa a ser resgatado. “Em 2015, quando visitei este cemitério, ele estava completamente esquecido. Hoje entregamos a primeira etapa de um projeto que vai além do ajardinamento e do cercamento: é um resgate da nossa história e da memória dos imigrantes que fundaram Ibirama”, afirmou. Responsável pelo primeiro processo de tombamento de patrimônio no município, foi o professor Frank e o ato garante a preservação do espaço. “O tombamento possibilitou viabilizar recursos federais e iniciar essa intervenção. Não resolve tudo, mas impede a degradação e facilita a manutenção constante. O próximo passo será o restauro de túmulos representativos.”, disse Dirceu Leite. O prefeito Duílio Gerhke, acompanhado do vice-prefeito Alisson Kufky, destacou o papel da comunidade e do Instituto Naturhansa. “A história de Ibirama se confunde com a história da comunidade luterana. Esse cemitério é parte dessa origem. A iniciativa do Naturhansa foi fundamental e a Prefeitura continuará de portas abertas para apoiar a preservação da memória da cidade”, disse. Durante o evento, o prefeito lembrou que Ibirama já conta com outros bens tombados, como a Igreja Martin Luther e o monumento de Katanghara, e que o processo de tombamento do antigo hospital Hansahoehe está em fase final. A inauguração reuniu autoridades, voluntários, descendentes de imigrantes, membros da comunidade, além do Instituto Cultural Hammoia (ICH) e o Museu Funerário Mathias Hass, de Blumenau. O projeto, intitulado “Cemitério dos Imigrantes – Preservando a Memória do Alto Vale”, é uma iniciativa do Instituto Naturhansa, em parceria com a Prefeitura de Ibirama, a Comunidade Evangélica Luterana de New Bremen e com apoio da Política Nacional Aldir Blanc, do Governo Federal.

Colégio Hamônia celebra 70 anos de história, tradição e transformação em Ibirama

Da antiga Escola Alemã ao moderno centro educacional, uma trajetória marcada por gerações, memórias e a força da comunidade Marcelo Zemke Setenta anos não são apenas números em um calendário. São histórias de vida, de luta, de superação, de gerações que se encontraram entre as paredes de uma instituição que, mais do que ensinar, construiu memórias e ajudou a formar lideranças em Ibirama e em toda a região. O Colégio Hamônia chega aos seus 70 anos como um marco vivo da educação e da identidade de uma comunidade que sempre acreditou no poder transformador do conhecimento. O diretor, Dirceu Leite, que está em seu segundo ano à frente da instituição, não esconde a emoção ao falar sobre essa caminhada. “Quando falamos em 70 anos, estamos falando de uma história que começa ainda antes da fundação oficial do colégio, com a antiga Escola Alemã de Neu Berlin. O Hamônia é, na verdade, um símbolo da própria trajetória da comunidade, que mesmo diante das dificuldades, soube se organizar para garantir educação de qualidade às novas gerações”, relembra. As raízes: da comunidade à escola A história começa muito antes da década de 1950. A antiga Escola Alemã de Neu Berlin, que funcionava onde hoje está o bairro Bela Vista, foi fechada em razão do processo de nacionalização durante a Segunda Guerra Mundial. Mas a semente da educação, já plantada, não se perdeu. O então novo prédio da Escola alemã de Neu Berlin (Bela Vista) foi inaugurada em 1934 e fechada em 1937-8. Nos anos 1950, com o espírito comunitário tão característico dos moradores da então Colônia Hammonia, nasceu a Sociedade Escolar Hamônia — uma associação sem fins lucrativos formada por cidadãos de Ibirama que não mediram esforços para dar continuidade ao sonho interrompido. Assim surgiu o Ginásio Hamônia, nos anos de 1954 e 1955, atendendo, inicialmente, as séries correspondentes ao antigo ginasial. Com o passar do tempo, o colégio cresceu, acompanhando as mudanças da sociedade e da própria cidade. Vieram o ensino primário, o segundo grau e, mais recentemente, a educação infantil, atendendo alunos desde o Grupo 1, a partir de um aninho de idade, até o terceirão. Hoje, o Colégio Hamônia não é apenas de Ibirama: ele acolhe alunos também de municípios vizinhos, como Apiúna, Presidente Getúlio, Dona Emma e José Boiteux. Tradição, estrutura e pertencimento A trajetória do Colégio Hamônia também é feita de mudanças físicas. Dos primeiros tempos em uma casa em estilo enxaimel, passando pelo espaço onde hoje funciona o Instituto Federal Catarinense, até chegar à sede atual, no centro da cidade, cada mudança trouxe modernização e novos desafios. “É uma história que não é só nossa, é de toda a comunidade. O Colégio Hamônia é um pedaço da memória de Ibirama. Muitas vezes, na ausência do poder público, foi a própria sociedade que se mobilizou para oferecer educação aos seus filhos. Isso nos orgulha e nos motiva a continuar olhando para frente, sem esquecer nossas origens”, destacou o diretor Dirceu. Famílias que se entrelaçam com a escola Se a instituição tem 70 anos, é natural que muitas famílias tenham hoje três ou até quatro gerações que passaram pelos corredores do colégio. Pais que foram alunos, avós que estudaram ali, netos que seguem a tradição. Para a coordenadora da Educação Infantil e Fundamental I, Franciele Jahnz,  essa ligação afetiva é o que faz do Colégio Hamônia algo maior que uma escola. “Quando falamos em eventos de família, não é só pai e mãe que vêm. Vêm avós, tios, padrinhos. O envolvimento é tanto que a gente brinca que só não trazem o periquito porque ele não foi convidado. É emocionante ver esse brilho nos olhos, esse sentimento de pertencimento. Aqui, nós conhecemos cada aluno pelo nome, conhecemos sua família, e isso cria um vínculo muito forte”, afirma. No mês de agosto e ao longo de todo o ano, atividades especiais estão sendo realizadas para envolver os alunos e valorizar essa história. Uma exposição fotográfica resgata imagens desde a fundação até os dias atuais, permitindo que crianças e jovens se conectem com o passado que ajudou a construir o presente. O grande evento dos 70 anos A celebração dos 70 anos teverseu ponto alto no neste sábado, dia 30, na Sociedade Desportiva União. A programação incluiu uma homenagem a antigos diretores e presidentes da Sociedade Escolar Hamônia, reconhecendo o trabalho daqueles que ajudaram a consolidar a instituição. “Foi um momento de reencontro, de gratidão, de rever velhos amigos e agradecer a todos que, de alguma forma, contribuíram para essa história. Temos a preocupação de olhar para a modernidade, preparar nossos alunos para o futuro, mas também entendemos a importância de reverenciar nosso passado”, ressalta Dirceu Leite. Mais que uma escola, um legado Ao longo dessas sete décadas, o Colégio Hamônia não apenas formou estudantes. Formou cidadãos, líderes comunitários, profissionais que hoje se espalham por toda a região e pelo Brasil. Mais do que isso: construiu laços afetivos, cultivou valores e manteve viva a chama do espírito comunitário que deu origem à sua fundação. Celebrar os 70 anos do Colégio Hamônia é celebrar a própria história de Ibirama, de suas famílias, de seus sonhos e de sua capacidade de transformar desafios em conquistas. É olhar para trás com gratidão e para frente com esperança. No coração da cidade, o Colégio Hamônia segue firme em sua missão: educar com excelência, formar com valores e continuar sendo, acima de tudo, uma extensão da própria família ibiramense. A História do Colégio Hamônia A história do Colégio Hamônia está ligada ao desenvolvimento de Ibirama. A cidade nasceu em 1897 com a chegada de imigrantes alemães e recebeu inicialmente o nome de Hamônia. O colégio surgiu em 1953, quando cidadãos e ex-membros da antiga Sociedade Escolar Nova Berlim – fechada na Segunda Guerra Mundial por lecionar em alemão – se reuniram para criar uma nova entidade educacional. Em 27 de março de 1954, fundaram oficialmente a Sociedade Escolar Hamônia, em homenagem ao primeiro nome do município. A escola foi criada para oferecer o ensino ginasial

Vereadores sugerem aquisição de equipamento Multi Ataque para atletas de voleibol de Ibirama

Na sessão ordinária da última segunda-feira, 1 de setembro, na presença de atletas de voleibol atendidos pela Comissão Municipal de Esportes (CME) de Ibirama, os vereadores Priscila Dalabonna Meneghelli, Saulo Eduardo Fonseca e José Vanderlei da Silva apresentaram uma indicação ao Poder Executivo para a aquisição de um equipamento denominado Multi Ataque. O acessório é amplamente utilizado em escolas e clubes com o objetivo de simular situações reais de jogo e aprimorar fundamentos ofensivos e defensivos. A estrutura conta com braços ou suportes ajustáveis que podem segurar bolas ou formar barreiras acima da rede, permitindo ao atleta treinar cortadas, bloqueios e jogadas de precisão sem a necessidade constante de outro companheiro de treino. Segundo os vereadores que apresentaram a indicação, o investimento contribuirá para fortalecer a preparação técnica dos atletas de Ibirama, oferecendo mais recursos de prática e repetição dos fundamentos. A indicação segue para análise do Poder Executivo, que poderá avaliar a viabilidade da aquisição do equipamento para uso nos programas esportivos do município.

Ibirama celebra cultura e talento no 3º Festival de Bandas e Fanfarras

No sábado (30/08), foi um dia marcado por música, ritmo e emoção em Ibirama, com a realização do 3º Festival de Bandas e Fanfarras, no Centro de Eventos Manoel Marchetti. O encontro reuniu 10 corporações musicais do município, envolvendo estudantes, professores e comunidade em um grande espetáculo cultural. A ordem de apresentações contou com a participação da Fanfarra Abelhinha Feliz, Fanfarra da APAE de Ibirama, Fanfarra Tancredo Neves, Fanfarra dos Bombeiros de Ibirama, FAWA – Fanfarra Wadislau Schmidt, Fanfarra Gertrud Aichinger, FAMIBI – Fanfarra Municipal de Ibirama, Fanfarra Eliseu Guilherme, Fanfarra Colégio Hamônia e FANWAR – Fanfarra Walmor Ribeiro. O evento integrou a programação da 7ª Feira do Livro de Ibirama, valorizando a cultura, a música e a educação como instrumentos de transformação social. Para a secretária de Educação, Cultura e Esporte, Katiuscia Raika Brandt Bihinger, o festival reafirma o compromisso do município em oferecer experiências que unem aprendizado e arte. “As fanfarras são espaços de disciplina, coletividade e expressão cultural. Ver nossos estudantes e músicos no palco, emocionando as famílias e a comunidade, mostra a força da educação que vai além da sala de aula”, destacou. Já a diretora de Cultura, Vanessa Ancini, ressaltou a importância da integração cultural proporcionada pelo encontro. “Esse festival é um momento de união, em que cada fanfarra mostra sua identidade e, ao mesmo tempo, fortalece os laços entre escolas, instituições e comunidade. É um orgulho para Ibirama sediar um evento que valoriza a música e a tradição”, afirmou.O 3º Festival de Bandas e Fanfarras foi promovido pela Prefeitura de Ibirama, por meio da Escola Municipal de Música e do Departamento de Cultura, com apoio da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte.

Sindimade/Floema alerta para impactos de barreiras comerciais dos EUA e pede engajamento político

Marcelo Zemke O setor madeireiro do Alto Vale do Itajaí está em alerta diante das barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos, que podem afetar diretamente a exportação de produtos de alto valor agregado da região. O presidente do Sindimade – Sindicato das Indústrias de Madeiras do Médio e Alto Vale do Itajaí em conjunto com a Central da Indústria da Madeira -FLOEMA, Ricardo Rozene Rossini, detalhou os efeitos imediatos e futuros dessa situação sobre a produção, o emprego e a economia local. Segundo Rossini, o mercado americano representa mais de 95% das exportações da região, que somaram US$ 76 milhões de janeiro a julho de 2025, sendo que mais de 70% desses produtos são de alto valor agregado, como portas, compensados e painéis de madeira. “Se perdermos essa fatia, teremos que voltar a um processamento primário, com grande impacto na geração de empregos e na arrecadação municipal”, alertou. O presidente do Sindimade/FLOEMA destacou que o setor já tomou medidas preventivas para reduzir os impactos, incluindo redução da produção, férias coletivas e readequação da força de trabalho, mas reforçou que essas ações são paliativas e não substituem a negociação direta com o governo americano. Rossini explicou que outros mercados internacionais, como África, Leste Europeu e países asiáticos, não têm capacidade ou perfil para absorver produtos de alto valor agregado, tornando o mercado americano central para toda a cadeia produtiva do Alto Vale. “Esse mercado não apenas consome nossos produtos, mas também viabiliza a competitividade nos demais mercados, diluindo custos e sustentando empregos em toda a cadeia madeireira”, disse. Os impactos já começam a ser sentidos localmente. O preço da serragem de pinos quadruplicou devido à redução na produção, afetando olarias, agricultores e outros setores interligados. Além disso, 96% das lâminas folheadas de acabamento utilizadas no Alto Vale vêm do Paraguai, evidenciando a interconexão logística da região e como uma paralisação pode gerar efeitos em países vizinhos. Diante desse cenário, o Sindimade reforça a necessidade de engajamento político. Rossini pede que prefeitos, deputados e senadores se envolvam diretamente para apoiar negociações do governo brasileiro com os Estados Unidos, seguindo exemplos de acordos bem-sucedidos com União Europeia, Japão e Canadá. “Negócios são negócios. Precisamos que o governo sente à mesa para negociar e garantir a sobrevivência das indústrias, evitando demissões em massa e perda de talentos na região”, enfatizou. O dirigente alertou que, sem uma solução em até 60 ou 90 dias, as perdas podem se tornar irreversíveis, com migração de mão de obra, redução de arrecadação municipal e impactos sociais significativos. “A indústria madeireira do Alto Vale é estratégica para o Estado e para o país. É urgente que todas as partes interessadas se mobilizem para evitar um cenário crítico”, concluiu Rossini.