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Rede Vale Norte

Lojas Donna inaugura nova filial em Rodeio e amplia presença no Alto e Médio Vale do Itajaí

O Grupo DNA4 inaugurou, nesta quinta-feira (7), mais uma unidade da rede Lojas Donna, desta vez no município de Rodeio. A cerimônia de abertura contou com a presença do CEO do grupo, Geovan Stupp, do diretor comercial André Rocha e do coordenador comercial da Unidade Eletromóveis, Jailson Klock. Fundada em 2018 na cidade de Dona Emma, a Lojas Donna vem expandindo sua atuação no setor varejista. Com a nova filial, a marca soma nove lojas especializadas, reforçando seu posicionamento no Alto e Médio Vale do Itajaí. O Grupo DNA4, ao qual a rede pertence, também administra outras frentes de negócio, como a unidade Eletromóveis — atualmente com 11 lojas na região — e segmentos voltados a tecnologia, material de construção, móveis de alto padrão e decoração, além de atacado de móveis. Segundo a direção do grupo, a inauguração em Rodeio reforça o compromisso com o crescimento sustentável e a proximidade com o consumidor local. “Estamos felizes em trazer mais uma loja para a região, oferecendo qualidade, preço justo e um atendimento que é marca registrada da nossa equipe”, destacou Jailson Klock.

Deputado Oscar Gutz articula com a Polícia Militar a construção de novas estruturas no Alto Vale

O deputado estadual Oscar Gutz (PL) anunciou que está articulando, junto ao comando do 13º Batalhão de Polícia Militar, a construção de novas estruturas da corporação no Alto Vale do Itajaí. O objetivo é reforçar a presença da PM nos municípios e ampliar as condições de trabalho dos policiais, garantindo mais segurança à população. Segundo o parlamentar, o diálogo com a Polícia Militar visa identificar as prioridades da região e viabilizar recursos para execução das obras. “Segurança pública se faz com efetivo, equipamentos e estrutura adequada. Estamos trabalhando para que as cidades do Alto Vale tenham unidades da PM à altura da importância que essa instituição tem para nossas comunidades”, destacou Gutz. Como exemplo, o deputado citou Rio do Campo, onde a prefeitura já possui o terreno e o projeto para construção da nova sede da Polícia Militar. “O município está preparado e nós estamos pleiteando o recurso para viabilizar a obra. É um investimento que trará mais presença policial e mais tranquilidade para as famílias”, ressaltou. Além das novas estruturas, Oscar Gutz confirmou que o governador já autorizou a instalação de câmeras de reconhecimento facial em pontos estratégicos da região. O sistema começará por Rio do Sul e Ituporanga e, na sequência, será ampliado para Ibirama, Presidente Getúlio, Pouso Redondo e Taió. “É tecnologia a serviço da segurança. As câmeras vão ajudar a identificar criminosos, localizar veículos furtados e prevenir delitos. É um avanço importante para o Alto Vale e um instrumento importante para investigação da Polícia Civil” afirmou o deputado. O parlamentar enfatizou que a meta é criar um plano de expansão da estrutura da Polícia Militar aliado a investimentos em tecnologia, fortalecendo a o setor de inteligência da Polícia Civil. “Isso é proteger o cidadão de bem e dar condições para que o policial possa trabalhar com segurança e eficiência”, concluiu.

CPI da Câmara de Ibirama avança na apuração de irregularidades em diárias de viagens

CPI da Câmara de Ibirama investiga supostas irregularidades em diárias de viagens de servidores A Câmara de Vereadores de Ibirama segue com os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 001/2025, instaurada para apurar supostas irregularidades e indícios de fraudes na concessão e pagamento de diárias de viagens a servidores públicos municipais. A investigação, aberta em 19 de maio deste ano, concentra-se em fatos ocorridos entre 2023 e 2024, com foco especial nas secretarias municipais de Saúde e Educação. Sob a presidência do vereador Saulo Eduardo Fonseca, a CPI está na fase de coleta de depoimentos de testemunhas e análise de documentos. Como parte das diligências, já foram encaminhados pedidos formais de informações à Prefeitura de Ibirama, à Secretaria Municipal de Saúde e à Polícia Militar. O objetivo é reunir elementos que possam esclarecer a forma como os recursos públicos foram utilizados. Segundo a Câmara, todos os procedimentos da comissão seguem os princípios legais e regimentais, com ênfase na transparência e no interesse público. “A CPI reafirma seu compromisso com a apuração rigorosa dos fatos e a divulgação das informações à população”, informou o Legislativo por meio de nota. O grupo teve um prazo inicial de 120 dias para conduzir os trabalhos, com poderes para requisitar documentos, convocar testemunhas e coletar provas, inclusive junto a outros órgãos públicos. Ao término dos trabalhos, será elaborado um relatório com as conclusões da CPI e, se necessário, o encaminhamento das informações ao Ministério Público e demais instâncias competentes. NOTA À IMPRENSA Comissão Parlamentar de Inquérito segue com apuração de irregularidades na concessão de diárias A Câmara de Vereadores de Ibirama, por meio da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) nº 001/2025, instituída para apurar supostas irregularidades e fraudes na concessão e pagamento de diárias de viagens a servidores públicos municipais, segue avançando nas investigações. Sob a presidência do vereador Saulo Eduardo Fonseca, os trabalhos da comissão encontram-se em fase de coleta de depoimentos de testemunhas e análise de documentos. Entre as diligências em andamento, destacam-se os pedidos formais de informações encaminhados à Prefeitura de Ibirama, à Secretaria Municipal de Saúde e à Polícia Militar, com o objetivo de reunir elementos que subsidiem a apuração dos fatos. A CPI foi instaurada em 19 de maio de 2025 e tem como foco investigar atos ocorridos entre os anos de 2023 e 2024, sobretudo no âmbito das secretarias municipais de Saúde e de Educação. A Comissão reafirma seu compromisso com a transparência e o interesse público, assegurando que todas as etapas do processo seguem os princípios legais e regimentais. Novas informações serão divulgadas conforme o andamento dos trabalhos. Câmara de Vereadores de Ibirama Agosto de 2025

🍽️ Ibirama Sabor: tradição, afeto e inovação à mesa!

O Restaurante Arca marca presença em mais uma edição do maior festival gastronômico da região! 😋 A sócia-proprietária Edilsa Gorges apresentou os pratos que serão destaque no evento, unindo memórias afetivas, homenagens e sabores marcantes: 🥘 Releitura de marreco com repolho roxo e toque cítrico🥔 Musseline de batata inglesa com batata-baroa🥗 Salada com palmito pupunha, maçã e repolho roxo🥓 Farofa crocante com bacon🇮🇹 Nhoque “ao Manás” – homenagem ao fundador do Arca🇵🇹 Bacalhau à Chefe Gorgese muito mais! 📆 Os pratos estarão disponíveis durante os três dias do festival.🎶 O evento também conta com música, cultura, espaço kids e entrada gratuita – só paga o que consumir! 📍 Um convite especial para curtir em família, com amigos e celebrar os sabores de Ibirama!

👵🧓 CUIDAR DE QUEM CUIDOU DA GENTE

👵🧓 CUIDAR DE QUEM CUIDOU DA GENTEEm entrevista à Rede Vale Norte, o presidente da LIDE, Rubens Duwe, compartilhou os avanços e desafios do projeto que vai beneficiar idosos de Ibirama e toda a região. 🏠 A associação já conquistou um terreno de 17 mil m², recursos iniciais e apoio popular. O objetivo é construir um espaço com kitnets individuais, salão de convivência, creche para idosos e muito mais. 🌱 O projeto, que começou com uma semente, hoje envolve dezenas de voluntários e ganha força com transparência, união e amor ao próximo. 🗓️ Em setembro, a LIDE promove mais uma costelada solidária para arrecadar fundos.📢 E a associação acaba de ser reconhecida como utilidade pública municipal, abrindo portas para buscar recursos federais e estaduais. ❤️ “Não é vaidade. É compromisso humano: ajudar o próximo.” – Rubens Duwe 📲 Assista à entrevista completa nas redes da @redevalenorte #RedeValeNorte #LIDE #Ibirama #LarDosIdosos #Solidariedade #UtilidadePública #AmorAoPróximo #CausaSocial

Governador Jorginho Mello cobra ação imediata do governo federal em relação à tarifa de 50% imposta pelos EUA

Foto: Nohlan Scholzel /SAN Em reunião com governadores de nove estados, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, cobrou ações urgentes do governo federal para lidar com os impactos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O grupo de governadores se reuniu na residência do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, em Brasília. Jorginho Mello destacou a preocupação com a falta de resposta do governo federal diante de uma crise que já está em andamento. “O tarifaço já está valendo e não tem nenhuma resposta do governo federal do que vamos fazer. Então, queremos que o governo atue imediatamente para desescalar essa crise, se relacionando com os EUA. Tem que ir lá conversar”, afirmou. O governador complementou dizendo que o Estado tem um plano, mas é necessário esperar o posicionamento da União, para não haver medidas conflitantes. Além de pressionar por uma resposta econômica, o governador catarinense pediu que o Congresso Nacional atue de forma decisiva. Ele defendeu que os parlamentares “deliberem todas as matérias que estão pautadas”, incluindo a proposta de anistia. O encontro contou com a presença dos governadores Tarcísio de Freitas, de São Paulo, Cláudio Castro, Rio de Janeiro, Romeu Zema, Minas Gerais, Ratinho Júnior, Paraná, , Ronaldo Caiado, Goiás e Ibaneis Rocha, do Distrito Federal, Wilson Lima, Amazonas, Mauro Mendes, Mato Grosso, além do próprio governador Jorginho Mello. Durante a reunião, o grupo definiu o próximo passo: se reunir com líderes de seus partidos no Congresso para pressionar por medidas de compensação para os setores atingidos pelo tarifaço. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ressaltou a necessidade de uma atuação mais ágil por parte do governo federal na condução da política externa. “A gente acabou indo pra um caminho muito ruim, caminho que acabou agredindo parceiro histórico do Brasil, grande investidor estrangeiro direto, e a gente precisa cobrar que o governo federal tem essa responsabilidade que conduz a política externa, energia nas negociações”, disse Tarcísio.

Udesc Alto Vale recebe doações para lar de idosos

Cartaz da campanha de arrecadação do CRCSC O Centro de Educação Superior do Alto Vale do Itajaí (Ceavi), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em Ibirama, é um dos pontos de coleta da campanha “Ação com Idosos”, realizada por uma comissão de voluntariado do Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina (CRCSC), na qual docentes da Udesc Alto Vale participam. Por meio do projeto, a entidade está arrecadando material de limpeza e saco de lixo e alimentos (açúcar, arroz, café e trigo) até o dia 28 de agosto. “As doações podem ser deixadas na Central de Atendimento da Udesc Alto Vale. Nesta ação, a arrecadação vai para a cidade de Braço do Trombudo”, explica o coordenador estadual do CRCSC Voluntário e professor do curso de Ciências Contábeis da Udesc Alto Vale, Sérgio Marian. A Udesc Alto Vale fica localizada na Rua Dr. Getúlio Vargas, 2822, no Bairro Bela Vista, em Ibirama. Outro ponto de coleta das doações é o Sindicont, na Rua Pref. Wenceslau Borini, 2.690, Bairro Canta Galo, em Rio do Sul. Sobre o projeto Ação com Idosos O projeto é uma iniciativa do CRCSC Voluntário e direcionado a idosos que vivem em abrigos de Santa Catarina. Tem como objetivo principal de desenvolver junto aos idosos, o convívio social e a cultura.

Colisão frontal entre dois veículos deixa dois feridos na BR-470 em Trombudo Central

Um acidente de trânsito envolvendo dois veículos foi registrado na manhã desta sexta-feira (8) na BR-470, em Trombudo Central. A ocorrência foi atendida pelo Corpo de Bombeiros Militar de Pouso Redondo por volta das 7h23, na altura do km 162, próximo ao trevo de acesso ao município. Segundo os bombeiros, a colisão frontal envolveu um Volkswagen Up branco, conduzido por um homem de 43 anos, e um Ford Ka azul, dirigido por uma jovem de 22 anos. O motorista do Up era o único ocupante do carro e foi encontrado deambulando no local, referindo dores no quadril. Já a condutora do Ford Ka foi localizada dentro do veículo, consciente e orientada, com sinais vitais estáveis, mas queixando-se de dores no tórax e no quadrante superior do corpo. As equipes realizaram atendimento pré-hospitalar no local e encaminharam a mulher ao Pronto-Socorro do Alto Vale do Itajaí (PSAN). O condutor também recebeu atendimento médico.

“Avançada”, Lei Maria da Penha faz 19 anos, mas violência não diminuiu

l Brasília Os números do último Anuário de Segurança Pública, divulgados no mês passado, expuseram um contraste doloroso diante do cenário de massacre de mulheres brasileiras no âmbito da violência doméstica. Por um lado, a quantidade de crimes não para de crescer. Por outro, o País tem uma legislação considerada “exemplar” para coibir e prevenir esses crimes: a Lei Maria da Penha, que completa 19 anos nesta quinta (7). Tirar a lei do “papel”, no entanto, ainda é um desafio. Segundo avaliam pesquisadoras ouvidas pela Agência Brasil, a efetividade da legislação requer implementação de políticas públicas para que as ações concretas ocorram como o previsto: com medidas integradas de prevenção à violência e um sistema especial de assistência à mulher. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Massacre O cenário atual, entretanto, pode ser esmiuçado com os números do último anuário de segurança: são quatro feminicídios e mais de 10 tentativas de assassinato a cada dia. Em 80% dos casos, o agressor era companheiro ou ex-parceiro da vítima.  Ao menos 121 das mortes nos últimos dois anos ocorreram quando a vítima estava sob medida protetiva de urgência. Essa informação, divulgada pela primeira vez em um anuário, é um dos dados considerados mais simbólicos da dificuldade do poder público de evitar novas mortes. Aliás, das 555 mil medidas protetivas concedidas no ano passado (que foram 88% das solicitadas), pelo menos 101.656 foram descumpridas pelos agressores.  Medidas protetivas Pesquisadora em direito e sociologia, Isabella Matosinhos, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, acredita que as medidas protetivas de urgência, garantidas pela “avançada” Lei Maria da Penha, permitem uma aplicação rápida e podem ser capazes de salvar vidas. O principal instrumento que a lei Maria da Penha traz, no entanto, não tem se mostrado eficaz, na opinião de Isabella. “As políticas públicas precisam passar a olhar para os casos em que ela é infringida, em que não dá conta de prevenir uma situação de violência e proteger uma mulher. Esse é o desafio: olhar para os casos em que a medida protetiva é ineficaz.”  A medida protetiva de urgência é um mecanismo previsto na Lei Maria da Penha desde 2006. Em 2019, sofreu alteração para permitir que a autoridade policial concedesse essas medidas. Até então, era somente o Judiciário que poderia fazer a concessão. A pesquisadora contextualiza ainda que os dados sobre descumprimento e morte de mulheres quando deveriam estar protegidas podem estar subnotificados, uma vez que nem todos os estados enviam as informações. Por isso, a lei sozinha não consegue mudar o cenário. No ano passado, o Brasil registrou, pelo menos duas, ligações por minuto relacionadas à violência doméstica. O atendimento em rede, conforme prevê a lei, garantiria acolhimento de múltiplos setores para a mulher, tais como os serviços de saúde e assistência social, além da questão da segurança pública. “É muito difícil que exista o funcionamento integrado dessas redes”, diz Isabella Matosinhos. Ela acrescenta que um dos papéis das polícias seria manter com mais rigor a fiscalização cotidiana dos agressores para evitar que se aproximem das mulheres. Atuação em rede Pesquisadora do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a professora Amanda Lagreca, que também atuou no anuário de segurança pública, considera que as políticas públicas têm que ser realizadas e implementadas considerando à complexidade que envolve a realidade de mulheres brasileiras.  “Isso importa porque as instituições devem implementar de fato essa lei. O poder público precisa pensar como a assistência social, a polícia e o próprio sistema de justiça criminal estão implementando a legislação”, salienta a Amanda. Segundo avaliam as pesquisadoras, nas capitais essa estratégia funcionaria melhor para os serviços. Mas, no interior, os desafios são maiores: “É preciso que haja investimento do estado, dos municípios, para que essa rede se sustente”, diz Isabella.  Ambas ressaltam que a violência contra a mulher atinge vítimas de todas as classes sociais e regiões. No entanto, elas apontam que, conforme o próprio anuário de segurança pública, 63,6% das vítimas eram mulheres negras, e 70,5% entre 18 e 44 anos. “A maioria delas são mortas dentro de casa por homens. Mulheres jovens e negras acabam sendo as principais atingidas”, afirma Isabella. Mudança de consciência As pesquisadoras argumentam que a Lei Maria da Penha promove um olhar completo para prevenção por intermédio de medidas protetivas possíveis, que vão desde a restrição de contato com a vítima, e pode contemplar também a participação do agressor em grupos reflexivos.  “É algo muito importante no sentido educativo. Mas a gente também tem visto uma tendência na legislação de ‘enfrentar’ o problema com aumento das penas. No entanto, a gente precisa avançar mais em políticas públicas”, adverte a pesquisadora da UFMG.  Amanda Lagreca reconhece o fato de que a Lei Maria da Penha nasceu de demandas da sociedade civil e é um marco ao enquadrar a violência contra a mulher como uma violação de direitos humanos. Hoje uma luta da sociedade e do poder público é ocupar espaços de influência, como as escolas, e outros ambientes educativos para ensinar aos meninos ou rapazes que a sociedade não tolera violência contra a mulher.   “É uma lei, fruto de uma luta, que tem quase duas décadas e foi reconhecida, inclusive pela ONU, como uma das mais importantes do mundo e um modelo a ser seguido no combate à violência contra as mulheres”, diz Amanda Lagreca. Um dos avanços de atualização da lei foi considerar a violência psicológica como uma forma de agressão.  Confira reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil, sobre força-tarefa nacional para cumprimento de medidas protetivas Serviço Para solicitar a medida protetiva, é necessário que haja um histórico de violência. Prevenir as primeiras violências envolve uma mudança cultural.  As pesquisadoras consideram que a lei surgiu em um momento importante da história do Brasil, com o avanço dos direitos das mulheres. “Esse agravamento da violência de gênero é o grande gargalo da democracia brasileira, no que diz respeito às mulheres. Elas morrem por serem mulheres. A utilização da Lei Maria da Penha continuará sendo um instrumento de combate”,

Frente fria traz frio intenso e geada em Santa Catarina no fim de semana

Elaborado em: 08/08/2025 às 05:00 – N° 220/2025 Meteorologista: Jéssica Silva SEXTA-FEIRA (08) O tempo segue instável em Santa Catarina, principalmente durante madrugada e as primeiras horas da manhã de sexta-feira (08), com condições para temporais isolados, com raios e ventos, devido ao avanço da frente fria, associada a um ciclone em alto mar. Os ventos de quadrante sul se intensificam no leste catarinense, com rajadas chegando aos 60 km/h. O mar fica agitado, com risco para ressaca, com ondas de sul/sudeste entre 2,5m e 3,5m de altura – ficando ainda maiores em alto mar. O risco é moderado para ocorrências associadas à agitação marítima e alagamentos costeiros nas áreas mais suscetíveis.  Ao longo da tarde e da noite, a aproximação de uma massa de ar frio e seco diminui as condições para chuva e provoca uma queda acentuada nas temperaturas. O risco é moderado a alto para ocorrências associadas ao desconforto térmico, agravamento de doenças cardiorrespiratórias e hipotermia. As temperaturas mínimas serão registradas à noite, ficando abaixo de 5°C do Meio-Oeste aos Planaltos – e próximas a 0°C nas regiões mais altas – abaixo de 10°C no Oeste e próximas aos 12°C no Litoral. SÁBADO (09) No sábado (09), o frio se intensifica em Santa Catarina com o avanço da massa de ar seco e frio pelo estado. O risco é alto para ocorrências associadas ao desconforto térmico, agravamento de doenças cardiorrespiratórias e hipotermia. Na serra catarinense há condições para precipitação invernal durante a madrugada. As temperaturas mínimas ficam abaixo de 5°C em grande parte do estado. No Litoral, variam entre 5 e 9°C, enquanto nas regiões mais elevadas entre o Meio-Oeste e os Planaltos, os termômetros ficam ainda mais baixos, com valores próximos a -4C°. À tarde, o tempo firme predomina, com sol entre poucas nuvens. No entanto, as máximas permanecem baixas, não ultrapassando os 10°C em grande parte do estado e os 15°C nas regiões litorâneas. O mar permanece agitado, com ondas de sul/sudeste entre 2,5m e 3,0m de altura. O risco segue moderado para ocorrências associadas à agitação marítima e alagamentos costeiros nas áreas mais suscetíveis. DOMINGO (10) No domingo (10) o frio intenso predomina em Santa Catarina, com temperaturas mínimas abaixo de 5°C em grande parte do estado – registrando valores negativos nas regiões mais altas entre o Meio-Oeste e os Planaltos. No Litoral, as mínimas ficam próximas dos 10°C. Há condições favoráveis para formação de geada em grande parte das regiões. O risco permanece alto para desconforto térmico, doenças cardiorrespiratórias e hipotermia, principalmente nas primeiras horas da manhã. O mar permanece agitado, com ondas de sul/sudeste entre 2,5m e 3,0m de altura. O risco segue moderado para ocorrências associadas à agitação marítima e alagamentos costeiros nas áreas mais suscetíveis. TENDÊNCIA PARA OS PRÓXIMOS DIAS Na segunda-feira (11) e na terça-feira (12), a massa de ar frio e seco continua atuando em Santa Catarina, mantendo a sensação de frio, especialmente entre as noites e as primeiras horas da manhã. O risco permanece alto para desconforto térmico, doenças cardiorrespiratórias e hipotermia, principalmente nas primeiras horas da manhã. Os dias serão marcados por sol entre poucas nuvens e sem chuva.