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Rede Vale Norte

Quem é o idoso que renovou a cnh aos 101 anos

O idoso brasileiro que renovou a CNH aos 101 anos impressionou as redes sociais esta semana. A Carteira Nacional de Habilitação dele terá validade de três anos. E o vovô determinado avisou que voltará em meados de 2028 para renovar. Olha a determinação dele O seu Ranulfo Custódio Alves é muito lúcido, animado, enxerga e ouve bem para a idade e dirige como poucos. Ele emocionou o pessoal do Detran de Campuã (MS) quando chegou dirigindo uma caminhonete F1000. O idoso quer manter a CNH para ter autonomia e liberdade: “O importante é eu ter minha vida com liberdade porque você combina com um motorista às 7h, ele chega às 9h. E eu não sou homem de esperar”, avisou. Assim, desse jeitinho, cheio de opinião e simpatia, Seu Ranulfo fez o exame oftalmológico e foi falando sobre vida e o prazer de dirigir. Ele contou que “guia” automóveis há 36 anos. Os filhos queriam que ele contratasse um motorista, mas o idoso se recusa. Ele adorou saber que é o condutor ativo mais velho do Mato Grosso do Sul. Para ele, o segredo está na prudência e na severa obediência às regras de trânsito. “Guio devagar, não passo de 70 km/h. Coloco meu carro na minha faixa. Quem tiver com pressa, me poda. Sou escravo da minha obrigação. Gosto de andar da forma correta, respeito muito a lei”, afirmou. Feliz da vida, Seu Ranulfo foi aprovado no exame médico e conquistou mais três anos de habilitação, até 2028. O médico responsável, Osvaldo Góis Figueiredo, porém, orientou que, ao dirigir, o idoso use óculos. “Eu acho que vocês vão voltar aqui daqui a 3 anos. Vão dizer: vamos lá, o “véinho” vai renovar de novo.”, afirmou Ranulfo, bem-humorado, segundo. Fonte 104 FM/ Rádio Cultura FM 87.9

Referência no país, Santa Catarina terá primeiro atleta transplantado a participar no Ironman Brasil

Destaque no país e no mundo em doação e transplante de órgãos, Santa Catarina terá o primeiro atleta transplantado renal a disputar o Ironman Brasil, no domingo, 1º de junho, em Florianópolis. Thiago Regis, de 45 anos, que ganhou uma nova chance de viver em 31 de julho de 2023, há seis anos se prepara para a maratona. O estado é referência em doação e transplante de órgãos e tecidos, com taxas elevadas e um sistema bem estruturado. “Estar vivo e bem para largar um Ironman é realmente muito emocionante pra mim. Tenho certeza que vou completar essa prova. Eu estou me preparando para o Ironman desde que eu comecei a fazer triathlon, ou seja, há seis anos. Desde o meu diagnóstico, eu nunca parei de fazer atividade física. Durante a minha diálise, eu continuei dentro das minhas limitações, foi isso que me ajudou na recuperação”, conta Thiago. Em 2014, após exames de rotina, o atleta descobriu que tinha nefropatia grave. Durante alguns anos controlou a doença com hábitos saudáveis. Mas o avanço da insuficiência renal crônica o levou para a diálise em 2022. Após nove meses na fila do transplante, Thiago recebeu a notícia tão aguardada e dirigiu até Blumenau, no Hospital Santa Isabel, onde faria a cirurgia para receber o novo rim. “Em um momento de muita dor de uma família, que é a morte de alguém, eles tiveram a nobreza e a grandeza de doar os órgãos dessa pessoa. São só para salvar a minha vida, mas provavelmente de muitas outras pessoas. Então, guardo comigo essa responsabilidade diária de cuidar desse rim”, explica Thiago. SC é destaque Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), Santa Catarina possui a segunda maior taxa de doação, com 39,3 por milhão de população (pmp), registrada no ano de 2024, contrastando com a taxa nacional em 19,2 pmp. A não autorização das famílias no estado também é uma das menores com 32%, enquanto que a média nacional está em 46%. A Central Estadual de Transplantes, conhecida por SC Transplantes, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), registrou 753 notificações de potenciais doadores em 2024. Desses, 317 foram doadores efetivos, equivalente ao índice de 42,10 por milhão de população (pmp) no território catarinense, nos casos de morte encefálica. “O SC Transplantes é uma Política de Estado que vem, há mais de 20 anos, alcançando índices importantes e se destacando no cenário de doação e transplante no estado, no país e no mundo. Um dos fatores é a capacitação contínua que promovemos aos profissionais das instituições hospitalares que atuam nesse processo de doação. Além disso, o apoio do Governo do Estado é fundamental, pois proporciona uma estrutura de atendimento e de  transporte terrestre e aéreo que atende a população do território catarinense e de outros estados, de forma segura e rápida”, destaca o coordenador da SC Transplantes, Joel de Andrade. Como ser doador Todas as pessoas podem doar órgãos e tecidos. Não é necessário deixar nada por escrito, basta comunicar sua família sobre o desejo da doação, pois ela só acontece após autorização familiar. Após o consentimento da família, são iniciados o planejamento da logística, os procedimentos para remoção dos órgãos, seleção dos receptores mais compatíveis e, na sequência, distribuição dos órgãos para serem transplantados. “Quanto mais gente à disposição para doar os órgãos e comunicar suas famílias ainda em vida, melhor pra quem está em fila. O fato é que todos nós vamos morrer um dia. E por que não deixar um pedacinho da gente aqui para que possa salvar outras vidas, né?”, finaliza Thiago Regis. * Assessoria de Comunicação/Secretaria de Estado da Saúde * Foto: MFX / SECOM

Prefeitura de Ibirama incentiva campanha de doação de roupas de inverno

Com a chegada das temperaturas mais baixas, a solidariedade se aquece em Ibirama. O Grupo Repartir está promovendo a campanha “Doações de Roupas de Inverno”, com diversos pontos de coleta para facilitar a participação da comunidade. As doações podem ser feitas em diferentes dias e locais:     *No Grupo Repartir:     *Todas as terças-feiras à tarde     *Todas as quartas-feiras pela manhã     *Na Secretaria da Comunidade Evangélica:     *De segunda a sexta-feira, em horário comercial     *No CRAS de Ibirama:      *De segunda a sexta-feira, das 08h ás 12h e das 13h às 17h. A iniciativa busca arrecadar roupas de inverno em bom estado, que serão destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social do município. A Prefeitura de Ibirama reforça a importância desse gesto de solidariedade e convida toda a população a participar da campanha. Sua doação pode aquecer o inverno de quem mais precisa! Participe e faça a diferença! Assessoria de Comunicação – Prefeitura de Ibirama

Saiba o que acontece com quem não declara o Imposto de Renda

Termina nesta sexta-feira (30), às 23h59, o prazo para a declaração do Imposto de Renda 2025 e a pergunta de muitos é: o que acontece se eu não declarar ou perder o prazo? Natalia de Fátima, professora de Ciências Contábeis da Faculdade Anhanguera, fala da primeira das consequências: “A Receita Federal aplica uma multa por atraso, no valor mínimo de R$ 165,74, podendo chegar, no máximo, a 20% do valor do Imposto de Renda devido. Além da multa, também serão acrescidos juros”, explica a professora. Como há juros, a recomendação é de que a declaração de quem perdeu o prazo seja feita o mais rapidamente possível. Neste caso, é gerada uma Darf para que a multa seja paga após a entrega dos dados. José Carlos Fonseca, auditor-fiscal da Receita Federal, aponta que, além da multa, o contribuinte pode sofrer sanções no registro do seu CPF. “Se a pessoa está obrigada a declarar e não apresenta a declaração, o CPF dela pode ficar com status de “pendente de regularização” ou “omisso na entrega da declaração”. Nessa situação, ela pode enfrentar dificuldades para obter financiamento, participar de programas sociais do governo ou até mesmo para emitir passaporte. A única forma de regularizar a situação é entregando a declaração à qual estava obrigada”. A dica dos especialistas neste último momento para quem sabe que vai perder o prazo é fazer a entrega da declaração com o que sem tem em mãos, mesmo sem toda a documentação e dados necessários. Neste caso, mesmo que o contribuinte tiver que retificar a declaração posteriormente, pelo menos não terá que pagar a multa por atraso. Correção de erros Quem declarou o Imposto de Renda precisa ficar atento, pois sempre há a possibilidade de o próprio contribuinte encontrar erros na declaração. Neste caso, ele mesmo deve gerar uma declaração retificadora. O professor Hugo Dias Amaro, da PUC do Paraná, explica como proceder. “Com o programa da Receita Federal aberto, selecione “Declaração Retificadora”. Insira o número do recibo da declaração que você quer retificar. Uma vez identificado o erro, altere os dados incorretos e inclua os que foram esquecidos”. A retificação quando identificada pelo contribuinte pode ser enviada mesmo após o prazo final para a entrega da declaração e não gera multa. Quem esclarece é Paulo Pêgas, do CRC do Rio de Janeiro: “Se você fizer essa declaração retificadora até o prazo final, o sistema simplesmente apagará a declaração anterior e considerará apenas a nova. Se você entregar a declaração e só perceber o erro depois do prazo, você também pode retificar. A diferença é que, nesse caso, o sistema não apaga a declaração anterior. Ele mantém as duas e vai verificar o que foi alterado, analisando se a mudança tem documentação, respaldo legal e amparo legal”. O professor Deypson Carvalho, da UDF, alerta que há apenas uma questão para quem entregar a Declaração Retificadora após o dia 30 de maio: “Após o encerramento do prazo para a entrega da Declaração, em 30 de maio, caso seja necessário retificar as informações, não será permitida a mudança da forma de tributação que foi escolhida na última declaração entregue pelo contribuinte, mesmo que a outra forma de tributação seja a mais vantajosa quando da elaboração da declaração retificadora. Daí a importância de não deixar para apresentar a declaração próximo do prazo final”. Vale lembrar que se o contribuinte identificar erros na declaração e não fizer a correção, corre o risco de cair na malha fina e ser multado. Após a declaração Após a entrega da Declaração de Ajuste Anual, é recomendável que o contribuinte faça o acompanhamento do seu processamento na base de dados da Receita Federal do Brasil. O monitoramento  feito pelo portal e-CAC na página da Receita Federal, com a conta gov.br nos níveis Ouro ou Prata. Dentro do e-CAC, o contribuinte deve acessar a opção Meu Imposto de Renda e escolher o exercício da declaração pretendida. “O acompanhamento se faz necessário porque permite a visualização do resultado de processamento da declaração e, em caso de malha fiscal, possibilita ao contribuinte fazer a autorregularização, isto é, identificar as inconsistências apontadas pela Receita Federal e adotar os procedimentos corretivos antes de qualquer procedimento de ofício por parte do fisco”, é o que explica o professor Deypson Carvalho, da UDF. O professor David Daniel, da Faculdade Anhanguera, cita outras medidas que podem ser tomadas pelo contribuinte após a entrega: “É essencial guardar todos os comprovantes e documentos utilizados na declaração por, no mínimo, 5 anos, já que a Receita pode solicitá-los nesse período para conferência. Se houver imposto a pagar, é preciso ficar atento aos prazos, para não incorrer em juros e multa. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado.” Já quem tem direito à restituição pode acompanhar o calendário de pagamentos pelo próprio portal e-CAC ou pelo aplicativo da Receita Federal. As restituições são pagas em lotes e corrigidas pela taxa Selic até a data do crédito. Portanto, mesmo após o envio da declaração, ainda há etapas importantes: acompanhar, corrigir, se necessário, manter os documentos organizados e controlar os pagamentos ou restituições”. *agenciabrasil