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Fiesc Alto Vale aplaude iniciativa de ajuda para o Rio Grande do Sul
Uma empresa da região do Vale Norte fez a doação de tijolos Cerca de 272,2 mil tijolos estão sendo encaminhados para doação às famílias atingidas pelas enchentes, no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul. Sete empresas fazem a doação de tijolos: Bosse Tijolos de Presidente Getúlio, com 8,4 mil, Cerâmica Demarchi de Ascurra com 10,5 mil, Cerâmica Ágil de Pouso Redondo com 6 mil, Cerâmica Possamai de Pouso Redondo com 8,2 mil, Cerâmica Princesa de Rio do Sul com 9,1 mil, Sindicer de Morro da Fumaça com 60 mil e SinCervale de Canelinha com 170 mil tijolos. As doações totalizam 272,2 mil tijolos. A ação é organizada pelo Sindicato da Indústria da Cerâmica, Centro, Norte e Planalto Catarinense (Sindicer/Rio do Sul), em parceria com o Sindicer/Rio Grande do Sul e Sinduscom/Vale do Taquari, que irão receber e encaminhar os tijolos. Também fazem parte da iniciativa os sindicatos Sincervale, de Canelinha e Sindicer, do Morro da Fumaça. O transporte das cargas está sendo fornecido pela Federação das Empresas de Transporte de Carga do Estado de Santa Catarina (Fetrancesc). “Esse momento de solidariedade com o povo do Rio Grande do Sul é muito importante. Vejo que isso faz parte da tradição da indústria de Santa Catarina, de poder colaborar com as pessoas que necessitam. Essa ação para ajudar na reconstrução de casas no Rio Grande do Sul é muito louvável e a Fiesc elogia a iniciativa, que serve até como motivação para todos contribuírem cada vez mais”, salientou o vice-presidente da Fiesc para o Alto Vale, André Armin Odebrecht. “Montamos esse esquema para construir casas populares para as pessoas que perderam tudo durante a enchente no Rio Grande do Sul. Formamos parcerias com sindicatos de outras regiões. Nós precisamos, como entidades, no unir em prol das famílias que lá vivem”, disse o presidente do Sindicer/Rio do Sul, Sandro Tavares Santos. “A gente se sensibilizou com a tragédia do povo do Rio Grande, que está passando por esse momento tão difícil e resolvemos fazer a doação de uma carreta, junto com a mobilização do Sindicer. Infelizmente não podemos ajudar todos, mas estamos fazendo nossa parte”, ressaltou Adriano Ferreira, diretor da Cerâmica Possamai, de Pouso Redondo. EMPRESA CIDADE QUANTIDADE Bosse Tijolos Presidente Getúlio 8,4 mil Cerâmica Demarchi Ascurra 10,5 mil Cerâmica Ágil Pouso Redondo 6 mil Cerâmica Possamai Pouso Redondo 8,2 mil Cerâmica Princesa Rio do Sul 9,1 mil Sindicer Morro da Fumaça 60 mil SinCervale Canelinha 170 mil TOTAL 272,2 mil
Município de Dona Emma abre inscrições para Processo Seletivo
O município de Dona Emma abre inscrições, no período de 14 a 24 de junho, para o PROCESSO SELETIVO nº 01/2024, destinado à contratação em caráter temporário de excepcional interesse público para os seguintes cargos: Cargos com nível superior1 vaga para Farmacêutico, Diploma de conclusão de curso de nível superior de Farmacêutico, e registro profissional no CRF – Conselho Regional da Farmácia, com 40 horas semanais, no valor de R$ 4.926,21.1 vaga para Enfermeiro com nível superior completo em Enfermagem com registro no COREN/SC, com 40 horas semanais, no valor de R$ 4.255,46.1 vaga para Odontólogo com nível superior completo em Odontologia com registro no CRO/SC, com 20 horas semanais, no valor de R$ 4.255,46.Cargos de nível Médio ou técnico:01 vaga para Técnico Saúde Bucal com Diploma ou certificado de conclusão do curso de técnico em saúde bucal, com registro no órgão fiscalizador da profissão, com 40 horas semanais, no valor de R$ 2.369,57.3 vagas para Técnico de Enfermagem com Certificado/Diploma de conclusão de curso de Técnico de Enfermagem com registro profissional no COREN/SC, com 40 horas semanais, no valor de R$ 2.369,57.2 vagas para Agente Comunitário de Saúde com Ensino Médio completo. Curso Introdutório de formação inicial (com aproveitamento), com carga horária mínima de 40 horas. Residir no local de atuação desde a data de publicação do edital. Com 40 horas semanais, no valor de R$ 2.824,00. Cargos de Nível Fundamental:1 vaga para Auxiliar Administrativo com Ensino Fundamental completo (séries finais) com 35 horas semanais no valor de R$ 1.683,98.A prova está prevista para acontecer no domingo, dia 30 de junho. As inscrições deverão ser efetuadas exclusivamente via internet, através do site www.publicjob.com.brO edital completo contendo todas as instruções e sistemas de provas encontra-se afixado no mural de publicações oficiais do Município de Dona Emma, no DOM (Diário Oficial dos Municípios), bem como nos sites: www.donaemma.sc.gov.br e www.publicjob.com.br
Após achados históricos, área equivalente a 490 campos de futebol na divisa com o Paraná passa a ser de Santa Catarina
Foto: Divulgação Instituto da Água e Terra (IAT) A Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), em conjunto com o Instituto da Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria de Planejamento do Paraná, fez um trabalho de revisão da área de divisa interestadual entre Santa Catarina e o estado paranaense. A ação é motivada pela descoberta de marcos históricos em uma propriedade rural e após análise técnica concluiu que área de 490 hectares (equivalente a 490 campos de futebol) considerada território do estado vizinho, agora vai pertencer a Santa Catarina. Os achados, até então desconhecidos dos estados, têm data entre 1916 e 1922. Localizados em área de preservação permanente e de vegetação densa, pelo menos seis marcos de divisa foram identificados. A coleta das coordenadas foi realizada com tecnologia avançada de alta precisão e constatou as inconsistências nos marcos físicos usados para delimitar a divisão territorial entre os estados nos mapas. O Secretário de Estado do Planejamento, Edgard Usuy, afirma que os trabalhos de revisão das divisas dos estados são realizados de forma conjunta entre Santa Catarina e Paraná. “E após a etapa de campo realizada na última semana, serão elaborados os pareceres e relatórios técnicos que serão analisados em conjunto entre Seplan e IAT”, esclarece Usuy. A apresentação do relatório para validação das informações deve ocorrer ao longo deste mês. O trabalho de revisão, a pedido de um morador da região, foi conduzido pelos técnicos do IAT no limite entre os municípios de Guaratuba e Tijucas do Sul, no Paraná; e Garuva, Campo Alegre e Itapoá, no Norte de Santa Catarina. “Teremos uma credibilidade maior na coleta de dados para o censo demográfico e agropecuário, e um repasse mais justo de recursos financeiros do ICMS ecológico aos municípios”, diz o engenheiro florestal da Diretoria de Gestão Territorial (Diget) do Instituto Água e Terra.
Dragagem do Itajaí-Açu: ação do Estado para prevenir enchentes no Vale retira retira pedras, areia, árvores e até pneus do leito do rio
Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom A obra de melhoramento fluvial no rio Itajaí-Açu, iniciada pelo governador Jorginho Mello no dia 11 de maio de 2024, tem diversos detalhes que pouco a pouco passam a fazer parte da rotina dos moradores de Rio do Sul. Nas primeiras ações já foram retirados do leito do rio diversos pneus e todo o tipo de lixo, incluindo até aparelhos eletrônicos como geladeira e televisão. Tudo deve ser transportado para um bote espera ou para o “Bota Fora”, espécie de porto nas beiras do rio. “Esse é um grande projeto e estamos cheios de esperança de que vamos aliviar o sofrimento de quem vive na região do Médio e Alto Vale e, com recorrência, vem sendo atingido por enchentes. Sabemos que é um longo e complexo processo e estamos fazendo tudo com muita seriedade, mas a o Governo também precisa da ajuda da sociedade. As pessoas precisam se conscientizar sobre a importância de cuidar da natureza e evitar jogar lixo nas ruas. São materiais que depois acabam entupindo bueiros e também indo para os rios”, diz o governador Jorginho Mello. Esta fase do projeto prevê 8,2 km de desassoreamento, melhoramento das margens com retaludamento e a recomposição da mata ciliar. O investimento total do Governo catarinense para o serviço será de R$ 16,2 milhões. Durante os próximos seis meses, a população vai se habituar a ver até quatro equipamentos de trabalho nas águas, cada um deles com uma retroescavadeira hidráulica, a plataforma, um rebocador e uma balsa contêiner. Cada balsa comporta aproximadamente 80 metros cúbicos do material a ser retirado: pedra, areia, madeira, árvores e, eventualmente, lixo. O secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, coronel Fabiano de Souza, explica que, ao contrário do senso comum, esse tipo de serviço não pode ser feito com dragagem de sucção, como visto em praias, por exemplo. “Para um trabalho efetivo em leito de rio, principalmente que sofreu com inundações, inevitavelmente quando falássemos de desassoreamento, uma draga por sucção, não faria o serviço completo e sem dúvida nenhuma teria ainda muito problema com o equipamento. O correto é utilizar uma retroescavadeira hidráulica, porque ela precisa fazer a remoção não apenas de areia, mas solo e materiais sólidos”, explica o secretário. Além de estarem preparados para encontrar todo tipo de material dentro do rio, os equipamentos também podem se adequar à profundidade das águas. Em certos locais, a distância da superfície até o fundo varia entre três metros e apenas 40 centímetros. Tudo isso foi pensado para que o processo fosse concluído da melhor maneira possível, tanto que o equipamento tem capacidade de operar em até quatro metros de fundura. “A gente optou por tamanhos diferentes em função da profundidade do rio. Tem lugares que ele é mais profundo então precisa de uma lança um pouco maior e a escavadeira tem um porte maior e o peso dela também é maior. Com isso, a plataforma precisa ser maior e isso dificulta em alguns lugares a navegação. Então a gente tem uma menor, que é a de início, para ela poder navegar nos lugares mais rasos e fazer a primeira abertura e principalmente trabalhar perto do talude do rio, onde fica mais fácil. Já a outra, maior, vai na parte mais funda do rio e faz uma escavação melhor”, explicou o engenheiro responsável pelos trabalhos, Denílson Sardá. :: Acesse a galeria de fotos: Já é possível ver a primeira área que passou pela limpeza dos taludes ou barrancos dos rios. A ação, feita por equipamento em terra, é necessária porque muita vegetação que se desenvolve por lá não consegue se manter durante fortes chuvas ou enchentes. É uma vegetação que acaba se quebrando e sendo levada para dentro da água. A mata nativa, de preservação obrigatória, está sendo mantida, como explica Denílson: “A gente não vai retirar toda a vegetação e sim a parte que está prejudicando na hora que levanta a água. Que são aquelas que estão penduradas, que estão caindo ou que estejam muito velhas. Ou mesmo aquelas enraizadas pequenas que são coisas que só servem para segurar a sujeira, a gente está fazendo essa limpeza. E a preservada a gente não pode mexer, essa continua”, disse. Projeto maior do que o previsto pela JICA Vale lembrar que o estudo desenvolvido pela Japan International Cooperation Agency (Jica) no Vale do Itajaí resultou em uma publicação de um plano diretor de mitigação de inundações. O documento sugeria apenas a ação de melhoramento de margem em cinco pontos da área urbana de Rio do Sul, nos 8,2 km contemplados. No entanto, o que está previsto para ser feito agora, por determinação do governador Jorginho Mello, abrange muito mais do que o indicado pelo estudo. “Esse serviço que está sendo desenvolvido na área urbana de Rio do Sul, envolve tudo isso que estava previsto inicialmente nos estudos da Jica e nos projetos posteriores, mas também e, principalmente, o desassoreamento de todo o trecho de 8,2 km, sendo 4,5 km no rio Itajaí-açu, 3 km no Rio Itajaí do Oeste e 700 metros no rio, Itajaí do Sul”, conclui o secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, coronel Fabiano de Souza.