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Rede Vale Norte

Vale Norte CONECTADO

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Passagem pela Serra do Tucano continua interditada no trecho de Rio do Sul

Obra de recuperação está cadastrada na Secretaria Nacional de Defesa Civil. Foto Arquivo Interditada desde o dia 10 de outubro, devido a rachaduras na pista, o trecho de Rio do Sul da Rodovia Lauro Pamplona, na Serra do Tucano, deve ser recuperado quando houver a liberação de recursos. A informação foi repassada pela Prefeitura e Rio do Sul. Conforme informado, a obra  de recuperação consta no plano de trabalho pós-enchente, cadastrado na Secretaria Nacional de Defesa Civil.  A estrada reduz em mais de 10 quilômetros o trajeto entre Rio do Sul e Presidente Getúlio.  Do Centro de Presidente Getúlio até Rio do Sul, o trajeto é de cerca de 28 quilômetros pela Rodovia Lauro Pamplona. Com a interdição, os condutores que precisarem ir até Presidente Getúlio devem utilizar outras rotas. O caminho tradicional, usando a SC-340 e BR-470, tem cerca de 40 quilômetros, passando pelas cidades de Ibirama e Lontras.

Grupo de pacientes da Rede Feminina inicia confecção de artesanatos de Natal

Proposta é que elas possam se reunir, fazer uma atividade diferente O grupo de pacientes da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Ibirama (RFCC), As Tulipas, já iniciaram a confecção de artesanato de Natal nos encontros semanais de Arteterapia. A proposta é que elas possam se reunir, fazer uma atividade diferente e com isso deixar a vida das mulheres que enfrentam ou já venceram a doença mais leves. A arteterapia, que acontece todas as quintas-feiras, é coordenada por algumas voluntárias da Rede Feminina e traz diversos benefícios para as pacientes.  Segundo a própria Organização Mundial da Saúde, utilizar a expressão artística nas mais diversas formas pode trabalhar bloqueios, emoções, auxiliar no relaxamento e contribuir assim com a qualidade de vida dessas mulheres. De acordo com a presidente da RFCC, Eva Scheidemantel, os encontros tem sido um sucesso e envolvem diversas pacientes. O número varia de semana para semana, conforme a disponibilidade das pacientes. “São encontros maravilhosos, uma tarde de conversa e muita arte que faz bem para todas as nossas Tulipas”, comenta.

Defesa Civil afirma em nota que não faltará recursos para as Barragens

Deputados criticaram proposta orçamentária para as barragens de contenção de cheias em 2024 Foto Barragem Lege: Marcelo Zemke A Defesa Civil de SC emitiu uma nota sobre a o corte orçamentário em relação às Barragens de SC, entre elas, a Barragem Norte em José Boiteux. De acordo com levantamento do JVN, o Governo do Estado encaminhou para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2024 que enxuga pela metade, recursos para melhorias nas barragens catarinenses. A redução no orçamento foi discutida na Alesc, visto que as estruturas, consideradas fundamentais para reduzir os impactos das enchentes no Alto, Médio e Vale do Itajaí, precisam desses recursos para manter os reparos. Em nota, a Defesa Civil informou que a “previsão do corte orçamentário citado em algumas matérias jornalísticas não corresponde aos planos de investimento totais do Estado de Santa Catarina”.  A nota explica que por conta da impossibilidade de custear por conta própria todas as obras necessárias à Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina (SDC), o Governo estadual junto com a SDC, buscam fontes externas para captação de recursos, em especial o Governo Federal e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA).  “Além disso, ao longo de 2023, a Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil trabalhou e continua trabalhando com o objetivo de buscar recursos junto ao Governo Federal no PAC 3, para realizar as obras previstas pela JICA e uma nova solicitação deverá ser feita até 10 de novembro’, justificou. A nota informa que para os próximos quatro anos, “já há no Plano Plurianual (PPA) previstos a busca de recursos externos que deverão contemplar as Obras da JICA (construção de novas barragens e melhoramentos fluviais)”. Os recursos estaduais atualmente alocados, são destinados a contrapartida de algumas obras e convênios com o Governo Federal e a outros investimentos de menor porte, que fazem parte das ações  da Defesa Civil.  “Para finalizar, a Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina informa que não deverão faltar recursos para a manutenção das três barragens, nem para as obras de construção  do canal extravasor e a previsão de orçamento inclui estas ações, tanto na LOA 2024, quanto no PPA 2024-2027, em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), e ainda a revisão  da porcentagem dos recursos destinados a Defesa Civil no Fundo de Defesa Civil estadual que estão sendo tratados pelo Sr Governador do Estado Jorginho Mello com a ALESC e o poder judiciário irão  permitir  uma ação  mais efetiva da Defesa Civil em apoio aos municípios”, finaliza a nota.  Críticas na Alesc Durante sessão da Alesc, o deputado Napoleão Bernardes (PSD) criticou duramente a proposta orçamentária para as barragens de contenção de cheias em 2024.  “Temos uma situação inédita no Alto Vale: a enchente se iniciou no dia 4 de outubro e passado um mês Taió continua com água nas residências, mais de um metro e meio. O Médio Vale teve três enchentes consecutivas em menos de duas semanas. Esperava-se no mínimo o valor de 2023 mais a inflação, mas temos um orçamento reduzido pela metade, que não pode ser verdadeiro, porque seria um crime com o Vale do Itajaí. Se foi um erro, que façamos a correção no momento da votação do Orçamento”, propôs o ex-prefeito de Blumenau. Fabiano da Luz (PT) também lamentou o corte orçamentário.  “Me chamou a atenção a redução de 48% no orçamento destinado à melhorias e à ampliação de barragens, o que estava orçado em R$ 42 mi está agora em R$ 21,7 mi, mas já se constatou que o governo deveria fazer mais investimentos”, reclamou Fabiano, que anunciou o protocolo de emenda para recompor os valores destinados às barragens Massocco (PL) e Emerson Stein (MDB) minimizaram o corte na previsão orçamentária.“Orçamento feito antes das enchentes”, justificou Massocco, que admitiu a necessidade de aportes de recursos federais para dar conta da demanda. “Vamos precisar muito do governo federal, só o orçamento do Estado não será suficiente”. “É por aí o caminho, o orçamento pode ser suplementado, pode ser reorganizado, mas espanta quando reduz drasticamente”, indicou Stein, que elogiou o governador Jorginho Mello pela promessa de dragar rios, recuperar e construir novas barragens de contenção. 

Câmara aprova moção de apoio de caça do javali

Moção é de autoria do vereador Jorge Eli de Oliveira (PL) Marcelo Zemke O vereador Jorge Eli de Oliveira (PL), protocolou na sessão da Câmara de Vereadores de Ibirama, na sessão de segunda-feira, dia 06, uma moção de Apoio pela aprovação de uma legislação pela Assembleia Legislativa, que regulamente a caça dos javalis. Segundo o vereador, a regulamentação objetiva controlar a população que tem se multiplicado em números alarmantes e se espalhado por vastas áreas de Santa Catarina causando danos significativos às terras agrícolas, às plantações e à fauna nativa, danos a sistemas de irrigação e cercas, erosão do solo e prejuízos à biodiversidade. Nos últimos 12 meses, foram abatidos mais 50mil javalis em SC. Outra questão são as certificações sanitárias, como Estado livre de febre aftosa, que podem estar em risco com a proliferação de javalis. “Trata-se uma espécie invasora, que foi introduzida. Ele tende a destruir o meio onde vive, pois não encontra outra espécie que irá preda-lo. Temos um clima que favorece a reprodução, causa danos à fauna local, pois ataca e mata outras espécies e causa danos à agricultura”, justifica o vereador. O vereador que levantou a questão, reforça a preocupação com a proliferação do javali em diversas regiões do Estado, uma das espécies exóticas invasoras mais danosas do mundo e que não possui um predador natural. “Muitas pessoas da região se dedicam à caça deste animal. Infelizmente, por meio de um decreto do governo federal, o Ibama passou a proibir a caça e não sei qual a solução que este governo tem para este problema, mas se demorar muito, o prejuízo é mais por conta da proliferação da espécie”. O vereador Dalmir Sartor (MDB), destacou que os javalis já estão próximos da região, com espécies identificadas em Pouso Redondo. “Em breve teremos esta espécie em Ibirama e Presidente Getúlio. Eles causam também prejuízos à fauna pois comem filhotes e ovos de aves que fazem ninhos no chão. Ele atacam também, ovelhas, bezerros e até o ser humano”, alerta. Já o vereador Adolfo Fiedler (MDB) decidiu se abster da votação. “Só caça, do jeito que estava sendo realizada, não vai resolver. Muitos se apresentam como caçadores, só para adquirir uma arama de fogo. Ninguém melhor que o Exercito Brasileiro para conceder estas licenças”, disse. O projeto é do deputado estadual Lucas Neves (PL 393/2023), que autoriza o controle populacional e manejo sustentável do javali. Por conta da publicação do Decreto Federal nº 11.615, de 21 de julho de 2023, que definiu critérios para aprovação da emissão das autorizações para o controle de fauna, o Ibama suspendeu preventivamente as novas autorizações de manejo em vida livre nas modalidades de caça ativa, ceva ou espera, até que se proceda as adequações necessárias. Licenças de caça suspensa Desde julho, o Ibama suspendeu novas licenças para a caça regulamentada de javalis no Brasil, após um novo decreto estabelecer critérios para aprovação das autorizações. Atualmente, Santa Catarina enfrenta um problema crítico, com uma população estimada de 200 mil javalis em seu território. Esses animais podem percorrer até 70 quilômetros por dia, causando prejuízos financeiros, ambientais, sanitários e representando riscos para a integridade física das pessoas. O projeto em tramitação na Alesc estabelece algumas diretrizes para a realização do controle dos javalis, entre elas: Autorização do controle populacional e manejo sustentável do javali-europeu em seu ambiente natural, permitindo perseguição, abate e captura seguida de eliminação humanitária. O controle populacional pode ser conduzido por meio de métodos como caça, armadilhas e outros aprovados pelo órgão ambiental competente. A legislação não estabelece limites quantitativos ou restrições sazonais, buscando uma abordagem flexível ao longo do ano. Por unanimidade de votos, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) acatou no dia 31, o Projeto de Lei (PL) 393/2023, que autoriza no estado o controle populacional e o manejo sustentável do javali-europeu (Sus scrofa) em todas as suas formas, linhagens, raças e diferentes graus de cruzamento.