Completamente voluntário, o projeto existe graças à boa vontade e à dedicação de três pessoas. Por Marcelo Zemke – Jornal Vale do Norte Um grupo de voluntárias em Ibirama, decidiu por amor, mudar a vida de gatos abandonados ou vítimas de maus tratos. Esse é o grupo SOS Gatos, que atua de forma voluntária para a proteção, resgates, castração e cuidados com os gatos. A SOS Gatos foi formada em abril do ano passado e conta com três voluntárias informais – Deborah Soley Foster Barbi, Gabriela Palma e Josiane Bosse, que atuam no resgate, tratamento e orientações para o bem-estar dos bichanos. O grupo realiza a média de três a quatro pedidos de resgate por dia, mas a sofre com a falta de recursos financeiros para continuidade dos resgates e auxílios. A voluntária Deborah Foster conta que as ações compreendem os resgates, os tratamentos dos animais doentes, castrações, articulações para as adoções, orientações, entre outras. Para ela, a conscientização da população acerca da guarda responsável de animais domésticos é o primeiro passo para diminuir os altos números de animais abandonados. Sem sede fixa, o projeto precisa de doações em dinheiro, além de ração. Os gatinhos ficam de forma temporária nas casas dos próprios voluntários até serem adotados. “Trabalhamos de forma voluntária. Dependemos de doações da comunidade, de ração, areia, e dinheiro. Temos algumas madrinhas que doam mensalmente, de R$10,00 a R$ 30,00”, informou Débora. De acordo com Débora, a situação de animais abandonados em Ibirama é crítica, e no caso dos gatos, pode gerar até problemas de saúde pública e ambiental, já que estes animais acabam formando colônias que multiplica o número de indivíduos com o tempo. O grupo chegou a resgatar animais em uma colônia de 27 gatos. “Todos eles foram castrados e adotados. Destes, haviam quatro gatas prenhas. Essa colônia que tinha 27 gatos, em um ano teriam mais 100”, avalia a voluntária. Busca de apoio Além do sofrimento dos animais abandonados doentes e desnutridos, os impactos resultantes do abandono de animais, bem como de sua procriação descontrolada, animais nas ruas, sem os devidos cuidados de saúde e higiene, também podem desenvolver as zoonoses, ou seja, doenças infecciosas transmitidas de animais para seres humanos e vice-versa. Há o risco de proliferação de doenças como a raiva, leishmaniose, leptospirose, toxoplasmose e esporotricose e ainda, de provocar acidentes de trânsito e agressão às pessoas. “Quero deixar claro que somos duas voluntárias dando lar temporário e resgatando. Não somos associação de proteção animal (infelizmente, pois era meu maior sonho). Não temos nenhum apoio do poder público, e tampouco da população (exceto poucos colaboradores) gostaríamos de poder resgatar todos, mas é humanamente impossível, e isso estraçalha nossos corações. Quem puder nos ajudar apadrinhando uma castração, nossa gratidão”. A rede social no Instagram possui mais de 5mil seguidores. Ela destaca que enquanto não houver políticas públicas ou uma lei municipal para a castração gratuita, a situação vai continuar se agravando. E uma vez nas ruas, inegavelmente essa população animal apresenta aumento, primordialmente por força da capacidade de reprodução destes, dado que amadurecem rapidamente e dão inúmeras crias, causando também dificuldade ao controle de natalidade. De acordo com números apresentados por ela, um casal de gatos pode gerar até 12 filhotes por ano. “Doamos mais de 15 gatinhos entre dezembro e janeiro, com castração prometida, porém nem sabemos se haverá mutirão de castração, e com o dinheiro doado por algumas madrinhas não conseguimos nem castrar duas gatas em clínica particular”, informou. Entre as ações do grupo estão a realização de uma ação entre amigos para o Dia das Mães, com o objetivo de arrecadar dinheiro para castrações de gatas e gatos resgatados. “Hoje temos pontos de coleta de ração na Agropecuária Carlos em Dalbérgia e na Agropecuária Moa. Temos também os cofrinhos do troco solidário em vários pontos, que nos ajuda muito. Vamos fazer um pedágio solidário dia 07 de maio na cidade”, adiantou. Quem quiser ajudar, pode doar qualquer quantia para o Pix CPF 02054203971.
Entrevista com Diennife Carvalho do Sicoob Ibirama
Repórter: Léo AW
Envolvidos no enfrentamento da COVID no Hospital Regional de Rio do Sul são homenageados
O encerramento das atividades da Unidade de Terapia Intensiva (UTI/COVID) é uma vitória depois de mais de 600 dias e com 314 pacientes internados. A colocação foi feita pelo diretor-técnico, médico Marcelo Vier Gambetta, nesta segunda-feira (4), na homenagem prestada à família Hospital Regional de Rio do Sul, composta pelos profissionais que atuaram no enfrentamento da pandemia. Neste período foram atendidas 8.029 pessoas no Pronto-socorro, 1.390 internados curados, com 236 óbitos. Gambetta lembrou que foi um trabalho árduo, com momentos difíceis, mas o Hospital Regional atendeu todas as pessoas que deram entrada na UTI/COVID. “É um momento de vitória e agradecimento aos envolvidos, que não pouparam esforços, para que isso pudesse acontecer”. “A direção garantiu toda a estrutura, como medicamentos, equipamentos, pessoas”. “Também as famílias que depositaram a vida de seus entes queridos em nossas mãos sem nos conhecer”, acrescentou o médico. Um dos pacientes que venceu a COVID foi Janir Niehus. Sentindo alguns sintomas procurou atendimento médico em fevereiro do ano passado. “A recomendação foi internação imediata na UTI”. Foram 26 dias, dos quais em 10 considerado o paciente mais grave”. Niehus contou que inclusive a família já estava sendo preparada para eventual óbito. “Depois desta experiência a gente acaba dando mais amor à vida, com uma graça divina de poder estar aqui neste dia”. Foram homenageados o médico Ademir Kaiser e o radiologista Antônio de Almeida, que vieram a óbito durante a pandemia. O presidente da Fusavi (Fundação de Saúde do Alto Vale do Itajaí), Claudio Ropelato, destacou que a homenagem é o reconhecimento da instituição e comunidade aos colaboradores, que se dedicaram e correram o risco de contaminação. Presidindo a entidade gestora do hospital, Osmar Peters, lembrou das dificuldades de adquirir os insumos necessários, citando como exemplo as máscaras, cujo preço saltou de R$ 0,10 a unidade para R$ 1,38. Giovani Nascimento que preside o Conselho Curador da Fusavi e a Federação dos Hospitais de SC, disse que o apoio do governo do Estado foi fundamental na implantação da UTI. O gerente-geral do hospital, Roberto Ferrari, lembrou que todos se embrenharam num campo desconhecido e se doou. O medo, a fadiga física e psicológica, a incerteza insistiam em permanecer, mas uma força divina. “A perseverança, a empatia, o profissionalismo estavam acima de tudo e depois de muitos meses a vitória chegou, a batalha foi vencida. Fica a certeza de que podemos ser mais, de que somos capazes”. Por Assessoria de Comunicação Hospital Regional
Recursos da Defesa Civil Nacional poderão ser usados para reconstrução de casas destruídas por desastres
O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), vai estabelecer diretrizes e procedimentos para que recursos da União possam ser utilizados na reconstrução de moradias destruídas ou interditadas definitivamente por desastres em municípios que tenham obtido o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública. A medida, que vale para todo o país, foi anunciada nesta terça-feira (05/04) pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, em visita a Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. O titular do MDR também anunciou o repasse de mais R$ 740 mil para ações de defesa civil na cidade fluminense. Na segunda-feira (04/04), já tinham sido destinados R$ 2,4 milhões. Poderão ser atendidas com a reconstrução de moradias famílias com renda mensal de até R$ 7 mil. Para aquelas que vivem em áreas rurais, o valor é de R$ 84 mil anuais. A ação só será concedida àqueles que sejam proprietários da unidade afetada e que não tenham outro imóvel próprio. Além disso, não poderão solicitar a nova moradia beneficiários de programa habitacional do Governo Federal ou quem tenha recebido benefícios de subvenção econômica com recursos da União destinados à habitação. As novas unidades habitacionais só poderão ser erguidas em áreas que não sejam suscetíveis à ocorrência de desastres. O MDR já contava com um dispositivo legislativo para o erguimento de novas unidades habitacionais para atingidos por desastres. Anteriormente, o procedimento passava por repasses do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e pela Secretaria Nacional de Habitação (SNH). Agora, os valores também poderão ser repassados a estados e municípios diretamente pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec). A reconstrução será limitada pela quantidade de moradias efetivamente destruídas ou interditadas pelo desastre. Caso haja disponibilidade orçamentária, poderão ser atendidas outras moradias remanescentes que estejam próximas às unidades danificadas, desde que seja necessária realocação das famílias da área afetada. Também poderão ser atendidas solicitações de intervenções para evitar a reocupação da zona que foi desocupada. Nos termos da nova Portaria, o ente solicitante deverá garantir a infraestrutura necessária à habitabilidade das unidades habitacionais a serem reconstruídas, admitindo-se a solicitação de recursos financeiros da União para esse fim. Essa infraestrutura inclui obras e serviços de pavimentação, calçamento, drenagem de águas pluviais, ligações domiciliares de água, rede de coleta de esgoto, energia elétrica e iluminação, circunscrita à área onde estarão situadas as unidades habitacionais. A solicitação da reconstrução deverá ser submetida à Sedec em até 90 dias após a ocorrência do desastre que ocasionou o reconhecimento federal da situação de emergência ou de estado de calamidade pública pelo MDR. Poderão ser construídas casas térreas ou sobrepostas, ou apartamentos, com áreas úteis que variam de 36 m² a 39 m². O imóvel poderá ter adaptações de acordo com a necessidade da família, como acessibilidade para pessoas portadoras de deficiência. A portaria prevê, ainda, a possibilidade de o ente público beneficiário optar pela aquisição de imóveis residenciais urbanos já existentes, que devem ser regularizados e possuir as condições de acabamento e habitabilidade previstas pela legislação. Nas situações em que haja a possibilidade de as famílias serem atendidas pelo Programa Casa Verde e Amarela, a Sedec comunicará ao ente federativo. A partir disso, estados e municípios poderão formalizar o pedido de adesão ao programa habitacional do Governo Federal. Mais repasses Ainda em Angra dos Reis, o ministro Daniel Ferreira anunciou nesta terça-feira a liberação de mais R$ 740 mil para auxiliar nas ações de resposta às fortes chuvas que caíram sobre a cidade nos últimos dias. Levantamentos apontam que, em apenas 48 horas, choveu o equivalente a seis meses. O recurso será destinado ao aluguel de embarcações para o atendimento a populações que ficaram isoladas por conta das precipitações. A portaria que autoriza a liberação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira. Na segunda-feira (04/04), o Governo Federal já havia destinado R$ 2,4 milhões para Angra dos Reis. Os recursos se destinam à compra de cestas de alimentos, colchões e kits de higiene pessoal, limpeza e dormitório. Apoio federal Desde domingo (03/04), uma equipe da Defesa Civil Nacional está em Angra dos Reis dar apoio à população atingida e auxiliar os gestores municipais nas solicitações de recursos federais. Ainda no fim de semana, foi reconhecida a situação de emergência da cidade de Angra dos Reis. A medida foi tomada por procedimento sumário, que ocorre em casos de desastres de grandes proporções e com base apenas no requerimento e no decreto de emergência ou de calamidade do estado ou do município. O objetivo foi acelerar as ações federais de resposta. Para saber mais sobre o trabalho do MDR em proteção e defesa civil e ter acesso aos alertas de desastres, acesse neste link o Twitter da Defesa Civil Nacional. Com informações do Ministério do Desenvolvimento Regional
Geração de empregos no estado é destaque no Boletim de Indicadores Econômico Fiscais
A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) lançou nesta terça-feira, 5, o Boletim de Indicadores Econômico Fiscais de abril, que traz números da geração de empregos no Estado. O desempenho em 2022 é o grande destaque. Em janeiro e fevereiro, Santa Catarina foi o segundo estado que mais gerou emprego, com 51,9 mil novos postos de trabalho formais abertos. E no último ano os números também são animadores. Em 12 meses até fevereiro, a economia catarinense criou 154,2 mil empregos, o quinto maior saldo entre todos os estados em termos absolutos. Em comparação, o número de empregos que foram gerados nesse último ano em Santa Catarina supera o criado em toda a região norte do país, que tem sete estados. “A economia catarinense continua gerando empregos. Tivemos nos últimos meses recordes de postos formais criados e um movimento de contratações em todos os setores da economia. Por isso, estamos acima da média nacional e temos os melhores índices de emprego. Por exemplo, houve um crescimento de 7,1% de criação de vagas de trabalho frente ao mesmo período anterior, maior taxa das regiões sul-sudeste”, destaca o secretário interino da SDE, Jairo Luiz Sartoretto. Para o economista da SDE, Paulo Zoldan, o Estado permanece em um patamar compreendido como pleno emprego. “A taxa de 4,3% de desemprego em Santa Catarina é a menor do país”, explica. Contratações por setor O setor de serviços liderou as contratações em fevereiro (16.188) influenciado pela Administração Pública e pelos serviços de informação, atividades profissionais, administrativas e complementares. A indústria de transformação contribuiu com 6.839 postos, liderado por confecção de artigos do vestuário e acessórios, seguido por fabricação de produtos alimentícios e produtos de madeira. A construção civil contribuiu com 3.415 novos postos. Para mais detalhes do avanço da economia catarinense e outros indicadores do boletim econômico, acesse o boletim econômicoaqui. Sobre o Boletim Econômico Os dados do Boletim Econômico são atualizados mensalmente propiciando o monitoramento do nível da atividade econômica no estado, sua comparação com o país e o delineamento das tendências de curto prazo da economia. Texto: Pablo Mingoti Por Assessoria de Comunicação – Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável – SDE
Com investimentos recordes em Saúde e Educação, Carlos Moisés entrega Balanço Geral de 2021 ao TCE
O governador Carlos Moisés entregou o Balanço Geral de 2021 ao Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE) na tarde desta segunda-feira, 4. Em sua apresentação aos conselheiros, o chefe do Executivo estadual destacou os investimentos históricos em Saúde e Educação. Pela primeira vez, o Governo do Estado superou os 25% constitucionais na área educacional sem a inclusão de inativos. O percentual ficou em 27,4%, para um total de R$ 7,5 bilhões. Na Saúde, o percentual ficou em 14,45% – o mínimo é de 12%. O total investido no setor chegou a R$ 4,9 bilhões, sendo R$ 3,9 bilhões vindos do Tesouro estadual. “Temos a expectativa de que essa seja considerada a melhor prestação de contas da série histórica do Governo do Estado. Fizemos investimentos históricos na Educação, não apenas infraestrutura escolar, mas também na qualificação dos professores. Nós acreditamos que a educação mudará, no futuro, a gestão pública”, afirmou o governador. Ao lado da secretária em exercício da Fazenda, Michele Roncalio, o governador fez uma apresentação aos conselheiros sobre as contas do Estado em 2021. O superávit primário ficou em R$ 3,65 bilhões, ao passo que o resultado orçamentário ficou positivo em R$ 414 milhões. Os investimentos feitos com recursos próprios chegaram a R$2,19 bilhões A publicação do Balanço Geral é desenvolvida anualmente pela Diretoria de Contabilidade e de Informações Fiscais da Secretaria da Fazenda. A secretária em exercício reforça que o documento mostra o que foi efetivamente realizado e proporciona ampla visão das finanças públicas. “Desde 2019, quando o governador Carlos Moisés assumiu, a gestão fiscal tem sido um pilar para proporcionar investimentos com recursos próprios. 2021 foi um ano de grandes aportes e nós tivemos a retomada econômica. Nessa prestação de contas, nós mostramos que todos os mínimos constitucionais foram atingidos, até com sobras”, diz Roncalio. Neste ano, o documento passará por análise do conselheiro e relator da matéria César Filomeno Fontes, e demais membros do TCE. Conforme previsto no artigo 59 da Constituição Estadual, o parecer prévio deverá ser emitido em até 60 dias pelo Tribunal. “Esse talvez seja o processo mais importante para o Tribunal de Contas. Nele, nós emitimos um parecer prévio sobre a saúde fiscal e financeira do Estado. Esse é um tema que interessa, direta ou indiretamente, a toda a sociedade”, diz o presidente do TCE, conselheiro Adircélio de Moraes Ferreira Júnior. Segundo o conselheiro relator, “o Governo de SC procurou colocar nos trilhos as finanças públicas”. A publicação conta com quatro volumes. Segundo o diretor de Contabilidade e de Informações Fiscais, Jefferson Fernando Grande, a publicação é um componente central da transparência e da responsabilização, com informações que não só cumprem a obrigação legal de prestação de contas, mas que, principalmente, servem para o cidadão catarinense acompanhar o desempenho financeiro, orçamentário e patrimonial do Estado. “Trabalhamos ano a ano para aprimorar os dados e prestar contas à sociedade de forma acessível e transparente”, diz Grande. A escolha do procurador responsável pela análise é feita por rodízio, conforme a Portaria do Ministério Público de Contas 34/2018. Balanço Geral de Santa Catarina O Balanço Geral do Estado, disponível no site da Fazenda, é dividido em quatro volumes. O primeiro é Relatório Contábil Propósito Geral que traz dados da economia catarinense; desempenho das principais áreas do Governo estadual; gestão orçamentária, patrimonial e financeira; indicadores fiscais; além de demonstrações e indicações contábeis. Esse material traz, ainda, dados da arrecadação, de investimentos, bem como o cumprimento dos limites constitucionais e legais de gastos com saúde, educação, pessoal, entre outros. No volume 2, encontram-se os anexos exigidos pelas normas legais, balanços orçamentário, financeiro e patrimonial, demonstrativos de fluxo de caixa e demais informações técnicas. Já o terceiro volume corresponde ao Relatório de Atividades do Poder Executivo, com os resultados das ações governamentais, permitindo o acompanhamento físico e financeiro dos programas de Governo. Por fim, último o volume é o Relatório do Órgão Central do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo, elaborado pela Controladoria Geral do Estado (CGE). Por Assessoria de Imprensa – Secretaria de Estado da Comunicação – SECom