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Rede Vale Norte

OCORRÊNCIA: Bombeiros de Lontras atendem acidente na BR-470

RELATÓRIO DA OCORRÊNCIA:O Corpo de Bombeiros Voluntários de Lontras foi acionado para o atendimento há um acidente de trânsito na BR-470 próximo a Abrilar Portas. Ao chegar no local, a equipe trabalhou em conjunto com o SAMU, que já encontrava-se em atendimento há uma feminina maior de idade 18 anos com fortes dores na região da cabeça. A mesma era passageira do Veículo Fiat Uno, e foi feito imobilização padrão. Já o condutor, masculino maior idade 59 anos foi atendido pelo CBVL com dores na Escápula e região dos Arcos Costais, sendo então imobilizado o Membro Superior Esquerdo (MSE) para transporte até o HDWC. A feminina foi conduzida pelo SAMU, também ao HDWC. O condutor do segundo Veículo, um Audi, estava no local na hora em que as equipes chegaram. Relatou estar bem e também relatou que não queria atendimento, mas assim que o CBVL foi fazer a ficha de recusa de atendimento, o mesmo já não encontrava-se mais no local. Esteve presente no local um médico que passava na rodovia após o ocorrido, prestando ajuda aos envolvidos no acidente. *Trabalharam nesta ocorrência:* _Corpo de Bombeiros Voluntários de Lontras_, SAMU, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Guincho do Kiefer. *Att: BV Sidnei*

Número de mortos em desabamento de rocha em Capitólio sobe para seis

Feridos foram levados para hospitais de cidades próximas O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais informou que subiu para seis o número de mortes devido ao desabamento de uma grande rocha no cânion de Capitólio. De acordo com os Bombeiros, mais de 30 pessoas ficaram feridas, algumas delas tiveram que ser hospitalizadas nas cidades de Passos, Piumhi e São José da Barra. Pelo menos quatro barcos foram atingidos. Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Edgard Estevo, há informações de que 20 pessoas estariam desaparecidas. Em coletiva à imprensa, ele afirmou que o trabalho de buscas feito por mergulhadores será interrompido durante a noite, por segurança. A chefe da Divisão de Medicina Legal do Interior da Polícia Civil de Minas Gerais, Marcela Sena Brava, informou que peritos já estão no local para auxiliar na liberação dos corpos. Eles serão encaminhados para o Instituto Médico Legal de Passos. A Marinha auxilia o Corpo de Bombeiros com equipes de Busca e Salvamento (SAR). Um inquérito será instaurado para apurar o incidente. Por meio de seu perfil no Twitter, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, se pronunciou sobre o acidente: “Sofremos hoje a dor de uma tragédia em nosso Estado, devido às fortes chuvas, que provocaram o desprendimento de um paredão de pedras no lago de Furnas, em Capitólio. O governo de Minas está presente desde os primeiros momentos através da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros”. Texto alterado, às 16h54, às 17h44 e às 19h02 para acréscimo de informações.

Matriz de Risco aponta 15 regiões no nível moderado e duas no alto

A Matriz de Risco Potencial Regionalizado divulgada neste sábado, 8, aponta 15 regiões classificadas como risco potencial moderado (cor azul) e duas regiões no nível de risco alto (cor amarelo). Em um comparativo com o relatório divulgado na semana anterior, houve piora na Região da Grande Florianópolis e na Região Carbonífera, que antes estavam em risco moderado e agora estão em alto risco. As Regiões Meio Oeste e Nordeste, porém, melhoraram nos indicadores. Na dimensão de gravidade, que contempla os indicadores de mortalidade e tendência de internação por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), todas as Regiões da Saúde foram classificadas no alto risco, com exceção de Xanxerê. Diferente da matriz divulgada na semana passada, nenhuma região se encontra no nível grave. ::: Confira o documento completo da Matriz Em relação à transmissibilidade, que monitora o número de casos ativos que estão no período em que é possível a transmissão da doença e a taxa de reprodução (Rt), ocorreu uma piora no cenário, refletindo o aumento de casos notificados nos últimos dias. Enquanto na matriz divulgada no dia 1 de janeiro, todas as regiões estavam no nível alto (1) ou moderado (16), nesta semana a Região Carbonífera foi classificada no nível gravíssimo e as Regiões do Extremo Sul Catarinense e Grande Florianópolis no nível grave. As demais estão no nível alto (5) e moderado (9). Importante destacar que o acesso aos sistemas de informação para registro de casos leves, hospitalizações e óbitos de Covid-19 foi restabelecido no fim do mês de dezembro. No dia 9 do mesmo mês, os sistemas que realizam o monitoramento da Covid-19 no Brasil haviam sido afetados devido a um ataque hacker sofrido pelo Ministério da Saúde. Desta forma, desde o restabelecimento, os dados têm sido registrados normalmente nos sistemas pelos municípios, permitindo uma análise da situação que reflete na análise do risco potencial das regiões. Na capacidade de atenção, as regiões Nordeste e Grande Florianópolis foram classificadas no nível alto (ocupação de 36% e 22%, respectivamente), enquanto as demais foram classificadas no nível moderado, com taxas de ocupação abaixo de 20%. Enquanto na última matriz uma região estava no nível grave nessa dimensão, nesta semana, nenhuma região se encontra neste nível, demonstrando que não existe comprometimento da capacidade de atenção até o momento. Na dimensão Monitoramento, que reflete a cobertura vacinal e a variação semanal de casos, todas as regiões foram avaliadas com risco moderado, condição que está melhor em relação à última matriz. Nesta semana, pelo restabelecimento do acesso às informações dos sistemas do Ministério da Saúde, não ocorreu o represamento de dados. Entretanto, a análise demanda cautela, pois o acesso aos dados do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI) ainda não foi restabelecido. Assim, a última informação disponível é do dia 09 de dezembro de 2021, onde 70,24% da população estava com o esquema completo de imunização. O principal objetivo da matriz de risco é ser uma ferramenta de tomada de decisão. A nota final do mapa de risco considera um intervalo de variação mais adaptado para cada nível, sendo de 1 a 1,9 como moderado, 2 a 2,9 como alto, 3 a 3,9 como grave e igual a 4 como gravíssimo. NUCOM – Diretoria de Vigilância Epidemiológica