Uma carreta Volvo com placas de Curitibanos, tombou no Km 118 da BR-470, próximo ao trevo do Areado em Ibirama. A caçamba desatrelou e derramou a carga de sucata na pista. Ninguém se feriu, apenas danos materiais.
Motorista vai ‘resgatar’ amigo de blitz e é preso por dirigir bêbado em Rio do Sul
O homem foi abordado pela PRF na BR-470, em Rio do Sul, na noite deste domingo (24). Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Um homem foi resgatar o amigo que estava com o carro parado em uma blitz, mas acabou preso em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí. O motorista, de 26 anos, foi abordado pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) na BR-470 e teve o carro apreendido por dirigir bêbado. O caso foi registrado por volta das 19h45. A PRF abordou um Gol com placas de Caçador onde o condutor de 34 anos estava dirigindo sob influência do álcool. O homem então pediu aos policiais para a mulher do seu amigo, que vinha dirigindo logo atrás, levar o veículo. Eles aguardaram e na sequência um Polo, também de Caçador, chegou para “resgatar” o primeiro motorista. Entretanto, ao fazer o teste do bafômetro o motorista acusou ter ingerido bebida alcoólica. O condutor do Polo recebeu voz de prisão por dirigir embriagado. Os veículos acabaram apreendidos pois até a passageira do Polo fez o teste do bafômetro e acusou ter ingerido álcool. Por ND+
Caminhão sai da pista na BR-470 em Lontras nesta segunda-feira (25)
Um caminhão Volvo com placas de Camboriú saiu da pista da BR-470, na altura do quilômetro 128. O acidente aconteceu na manhã desta segunda-feira (25), em Lontras (SC). O motorista ficou ferido, teve lesões leves, foi socorrido pelos bombeiros voluntários de Lontras e encaminhado ao Hospital Doutor Waldomiro Colautti em Ibirama. O passageiro do caminhão também se feriu, com lesões leves, mas negou o atendimento médico.
SC Mais Renda Empresarial já disponibilizou R$ 150 milhões em linhas de crédito
Lançado pelo Governo do Estado no final de julho, o SC Mais Renda Empresarial já vem apresentando resultados expressivos. Em menos de três meses, foram disponibilizados cerca de R$ 150 milhões em empréstimos para 1.771 micro e pequenas empresas (MPES) em mais de 160 municípios catarinenses. “O programa tem como objetivo dar suporte aos empreendedores catarinenses na recuperação e manutenção de suas atividades com garantia de empregos, sobretudo nos setores mais afetados pela pandemia de Covid-19”, destacou o governador Carlos Moisés. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. O programa é coordenado pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) e os recursos são operacionalizados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), em parceria com cooperativas, e Agência de Fomento de Santa Catarina (Badesc). “Os juros são subsidiados integralmente pelo Governo do Estado para aqueles que permanecerem adimplentes”, enfatizou a secretária adjunta da SEF/SC, Michele Roncalio. A linha de crédito de até R$ 100 mil pode ser solicitada por MPEs com sede em Santa Catarina e com faturamento bruto de até R$ 4,8 milhões por ano, desde que tenham a atividade principal ou secundária nos setores de turismo, bares, restaurantes, eventos, educação e transportes, salão de beleza, contabilidade, entre outros, conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (Cnae). O prazo de carência é de 12 meses, com 36 meses para amortização. Do total de contratos firmados no SC Mais Renda Empresarial, 1.163 utilizaram recursos do Fundo Geral do Turismo (Fungetur), o que corresponde a R$ 96,4 milhões. “Os setores que mais fecharam contratos, até o momento, são os restaurantes, bares e hotéis, segmentos que foram bem impactados na pandemia”, disse o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra. De acordo com os dados do BRDE, a região com mais contratos firmados é a Oeste, com 60,6% das operações, totalizando 714 contratos mais de R$ 62 milhões; em seguida, aparece o Vale do Itajaí, com R$ 24 milhões disponibilizados em 305 contratos. “Vale destacar também que o programa ajudou as empresas a manterem seus funcionários empregados. Já são mais de 6,7 mil empregos preservados”, comemorou o diretor financeiro, Vladimir Arthur Fey. Para o presidente do Badesc, Eduardo Machado, o programa possibilita levar mais crédito à base da pirâmide, que são as micro e pequenas empresas, também responsáveis por abrigar a maior parte dos postos de trabalho do estado. “Somente em setembro, as MPEs representaram 96,76% das operações contratadas junto ao Badesc, em linha com a nossa missão institucional que é fomentar o desenvolvimento de SC”, afirmou. Do valor contratado pelo Badesc, 34,87% para região da Grande Florianópolis, seguido do Vale do Itajaí (30,15%), Norte (11,79%), Oeste (10,54%), Sul (9,79%) e região Serrana (2,85%). Atendimento aos MEIs No fim de setembro, o BRDE iniciou o atendimento aos microempreendedores individuais (MEIs). Neste caso, a linha de crédito é de até R$ 10 mil e pode ser solicitada independentemente da atividade econômica. O prazo de carência é de seis meses e 12 meses de amortização, totalizando 18 meses. O atendimento é realizado por meio de cooperativas de crédito credenciadas pelo BRDE. Os interessados no SC Mais Renda Empresarial podem acessar os sites dos Badesc e do BRDE para mais informações e locais onde a linha de crédito pode ser concedida. Por Assessoria de Comunicação da Secretaria da Fazenda – Michelle Nunes
Coronavírus em SC: Matriz de Risco aponta 13 regiões no nível alto e quatro no moderado
Pela terceira semana consecutiva, Santa Catarina não apresenta nenhuma região no risco gravíssimo (cor vermelha) ou grave (cor laranja) para a Covid-19. A Matriz de Risco Potencial Regionalizado divulgada neste sábado, 23, aponta 13 regiões como risco potencial alto (cor amarela) e quatro como risco potencial moderado (cor azul). Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. As regiões do Alto Vale do Itajaí e Oeste, que na semana anterior estavam classificadas como nível alto (amarelo), passaram a ser classificadas como moderado, se juntando às regiões do Alto Vale do Itajaí e Alto Vale do Rio do Peixe, que se mantiveram em azul. Já a Região do Alto Uruguai Catarinense, que na semana anterior estava no nível moderado (azul), passou a ser classificado como alto (amarelo). :: Clique aqui para ter acesso à matriz completa As regiões em risco alto são Alto Uruguai Catarinense, Carbonífera, Extremo Oeste, Extremo Sul Catarinense, Grande Florianópolis, Laguna, Médio Vale do Itajaí, Meio-Oeste, Nordeste, Planalto Norte, Serra Catarinense, Vale do Itapocu e Xanxerê. Matriz passa por adequações para melhor refletir a situação do estado Três parâmetros da Matriz de Avaliação de Risco passaram por ajustes para refletir melhor a situação do estado: cálculo de casos infectantes, cobertura vacinal e capacidade de atenção. Em relação ao cálculo de casos infectantes, passou-se a utilizar um modelo autorregressivo integrado de médias móveis (ARIMA) amplamente utilizados na análise de séries temporais. Com esse modelo, foi possível obter um melhor ajuste para o cenário epidemiológico, sendo mais apropriado para o atual momento da pandemia de Covid-19 em Santa Catarina. Para o cálculo da cobertura vacinal, foi utilizado o total de doses (D2 e DU) aplicadas em relação à população de 12 anos ou mais residente em cada uma das regiões do estado, o que representa a cobertura vacinal completa desta população. Considerando o avanço na vacinação, os parâmetros que determinam o nível de gravidade foram revistos, sendo que cobertura abaixo de 60% é considerado gravíssimo, entre 60% e 70% grave, de 70% a 80% alto e acima de 80% moderado. Com isso, busca-se incentivar que os municípios promovam ações para ampliar a cobertura vacinal completa, contribuindo para um maior controle da pandemia. Por fim, houve mudança no cálculo da capacidade de atenção. Considerando que várias regiões estão com um número de leitos de UTI Adulto cada vez menos ocupados para Covid-19, já é possível retomar as cirurgias eletivas, que demandam menor tempo de uso de leitos de UTI. Considera-se como nível gravíssimo uma ocupação acima de 60% dos leitos disponíveis, como grave uma ocupação entre 40% e 60%, alto de 20% a 40% e moderado abaixo de 20%. Com isso, nove regiões apresentam uma ocupação abaixo de 20% (Alto Uruguai Catarinense, Alto Vale do Itajaí, Alto Vale do Rio do Peixe, Carbonífera, Extremo Sul Catarinense, Laguna, Médio Vale do Itajaí, Meio-Oeste e Serra Catarinense), seis estão com ocupação de 20% a 40% permanecendo em nível alto (Extremo Oeste, Foz do Rio Itajaí, Grande Florianópolis, Oeste, Planalto Norte e Vale do Itapocu) e duas regiões apresentam ocupação de 40% a 60% estando em nível grave (Nordeste e Xanxerê). Nenhuma região se apresenta em nível gravíssimo. O aumento na cobertura vacinal em Santa Catarina permanece sendo um fator essencial na melhora dos indicadores da Matriz de Risco em todas as regiões do estado. Já foram aplicadas mais de 9,6 milhões de doses de vacina contra Covid-19, das quais, 3,97 milhões foram de segunda dose ou dose única, estando completamente imunizados (54,8% da população total). Além disso, 172.821 idosos e trabalhadores de saúde já receberam a dose de reforço e 9.393 pessoas com imunossupressão grave receberam doses adicionais. Os dados de vacinação podem ser conferidos no novo vacinômetro. Esses resultados devem ser observados com muita cautela, pois o número de casos ativos, embora tenha sofrido uma leve redução em relação à semana anterior, passando para 6.026, ainda se apresenta elevado. Para reduzir ainda mais o risco de transmissão de Covid-19 em Santa Catarina é necessário o avanço da vacinação, principalmente com a aplicação da segunda dose para todas as pessoas acima de 12 anos, além da aplicação do reforço para idosos e trabalhadores de saúde. Além disso, devem ser mantidas as medidas de prevenção como uso de máscaras, distanciamento, buscar ambientes ao ar livre e com ventilação natural e evitar aglomerações. O principal objetivo da matriz de risco é ser uma ferramenta de tomada de decisão. A nota final do mapa de risco considera um intervalo de variação mais adaptado para cada nível, sendo de 1 a 1,9 como moderado, 2 a 2,9 como alto, 3 a 3,9 como grave e igual a 4 como gravíssimo. Por Andrey Lehnemann – Assessoria de Comunicação – Secretaria de Estado da Saúde – SES