Mesmo já apresentando as características da primavera, os temporais continuam nessa estação, além de ventos e nevoeiros, com a interferência do fenômeno climático La Niña. Amplitude térmica, com manhãs mais frias e tardes mais quentes, confira no vídeo: Por Leandro Puchalski
CDL de Ibirama elege nova diretoria para biênio 2022/2023
Alisson Kufky (Cheny) assume a gestão e a vice será a comerciante Vivi Mess A Câmara de Dirigentes Lojistas de Ibirama (CDL) elegeu por aclamação, durante plenária realizada na noite de terça-feira, dia 21, a nova diretoria que ficará à frente da entidade no biênio 2022/2023. A partir do ano que vem, o diretor da Rede Vale Norte de Comunicação, Alisson Kufky (Cheny) assume a gestão e a vice será a comerciante Vivi Mees. A posse está agendada para o mês de janeiro. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Para o novo presidente, apesar de o último ano ter sido atípico para o comércio e a promoção de eventos por conta da pandemia de coronavírus, a expectativa é de uma próxima gestão de muito trabalho, porém mais tranquila.Na ocasião, Alisson agradeceu aos associados pela confiança, parabenizou a atual diretoria pelo trabalho frente à CDL. Na apresentação, ele pediu muito trabalho e dedicação de toda nova diretoria. Alisson afirmou ainda que a CDL deve estar sempre presente e cada vez mais prestar um serviço de excelência a todos os lojistas, fazendo com que o comércio de Ibirama continue crescendo e sendo referência para o Vale Norte. Ele destacou que a proposta é continuar próximo à Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina e reavaliar o portfólio de serviços e benefícios, além de incentivar cursos, treinamentos, palestras e workshops, instigar os associados com relação à inovação e a trabalhar com os multicanais. “A CDL oferece vários serviços aos associados e é importante que todos conheçam o que é disponibilizado. Faremos visitas periódicas nos comércios para estreitar ainda mais os laços com o varejista”, disse. Com aproximadamente 158 associados, ela oferece diversas vantagens aos lojistas, como o Serviço de Proteção ao Crédito. A entidade também disponibiliza Certificação Digital – documento eletrônico que garante proteção às transações on-line com validade jurídica. “Entre os planos da nova diretoria é definir ainda esse ano o calendário de eventos de 2022, a data do evento de posse para janeiro, criar eventos como Dia da Mulher, Baile do Comerciante, voltar com a Campanha de Decoração Natalina no comércio e nas residências, fortalecer os eventos existentes bem como Limpa Loja, Liquida Ibirama, Dia das Crianças, Promoção de Natal, implantar palestras nas empresas dos associados, levar a conhecimento dos associados os produtos e benefícios da CDL e muito mais”, elencou o novo presidente. Nova diretoria CDL de Ibirama 2022/2023Presidente: Alisson Kufky (Rede Vale Norte de Comunicação)Vice Presidente: Viviana Mees (Loja Vivi Mees)Diretor SPC: Ariel Henrique de Oliveira (Lojas Dalber)Diretor Financeiro: Célia Machado Koepsel (Contab. Koepsel)Diretor Secretário: Sirlene Galdino da Silva (Loja Sigaldino)Diretor Eventos: Alexandro Gonçalves – (Choperia Handwerk) Conselho Fiscal:Naiara Possamai (Com. Amarildo)Janoário Keskes (Panificadora Keskes)Michel Böhm (Art Pell) Suplente Fiscal: Jonas Schroeder (Feirão dos Calçados) Por Marcel Zemke
Anvisa determina recolhimento de lotes da CoronaVac
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de alguns lotes da vacina CoronaVac, contra a covid-19, que foram interditados após constatação de que “dados apresentados pelo laboratório não comprovam a realização do envase da vacina em condições satisfatórias de boas práticas de fabricação”. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. A determinação foi anunciada hoje (22) por meio da Resolução (RE) 3.609, que determinou o recolhimento dos lotes da CoronaVac que já haviam sido interditados de forma cautelar pela Resolução (RE) 3.425, de 4 de setembro de 2021. No dia 3 de setembro, a agência foi comunicada pelo Instituto Butantan que o parceiro na fabricação vacina CoronaVac, o laboratório Sinovac, havia enviado para o Brasil 25 lotes na apresentação frasco-ampola (monodose e duas doses), totalizando 12.113.934 doses, que foram envasados em instalações não inspecionadas pela Anvisa. Diante da situação, e “considerando as características do produto e a complexidade do processo fabril, já que vacinas são produtos estéreis (injetáveis) que devem ser fabricados em rigorosas condições assépticas”, a Anvisa adotou medida cautelar com o objetivo de mitigar um potencial risco sanitário. Em nota divulgada há pouco, a agência informa que, desde a interdição cautelar, avaliou todos os documentos encaminhados pelo Instituto Butantan, “dentre os quais os emitidos pela autoridade sanitária chinesa”. “Os documentos encaminhados consistiram em formulários de não conformidades que reforçaram as preocupações quanto às práticas assépticas e à rastreabilidade dos lotes”, detalha a nota. A Anvisa acrescenta que também fez a análise das documentações referentes à análise de risco e à inspeção remota realizadas pelo Instituto Butantan, “e concluiu que permaneciam as incertezas sobre o novo local de fabricação, diante das não conformidades apontadas”. Os lotes interditados “não correspondem ao produto aprovado pela Anvisa nos termos da Autorização Temporária de Uso Emergencial (AUE) da vacina CoronaVac”, uma vez que foram fabricados em local não aprovado pela agência e, conforme informado pelo próprio Instituto Butantan, “nunca inspecionado por autoridade com sistema regulatório equivalente ao da Anvisa”. “Portanto, considerando que os dados apresentados sobre a planta da empresa Sinovac localizada no número 41 Yongda Road, Pequim, não comprovam a realização do envase da vacina CoronaVac em condições satisfatórias de boas práticas de fabricação, a Anvisa concluiu, com base no princípio da precaução, que não seria possível realizar a desinterdição dos lotes”, completa a nota. A Anvisa concluiu também que a realização de inspeção presencial na China não afastaria a motivação que levou à interdição cautelar dos lotes, por se tratar de produtos irregulares, uma vez que não correspondem ao produto aprovado pela Anvisa, por terem sido envasados em local não aprovado pela agência. Diante a situação, ficará a cargo dos importadores adotar os procedimentos necessários para o recolhimento das vacinas restantes de todos os lotes que foram interditados. A agência enfatiza que “a vacina CoronaVac permanece autorizada no país e possui relação benefício-risco favorável ao seu uso no país”, desde que produzida nos termos aprovados pela autoridade sanitária. Confira os lotes impactados Segundo a Anvisa, 12.113.934 doses de lotes cujo recolhimento foi determinado pela Anvisa já foram distribuídos. São eles: IB: 202107101H, 202107102H, 202107103H, 202107104H, 202108108H, 202108109H, 202108110H, 202108111H, 202108112H, 202108113H, 202108114H, 202108115H, 202108116H e L202106038. Por Agencia Brasil