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Rede Vale Norte

Vídeo de mulher que surtou por preço de gasolina a R$3,40 no governo Dilma volta a bombar

Na ocasião, aproveitando a onda de protestos da direita contra o governo, ela reclamava da gasolina chegar a R$ 3,40 o litro #OndeAndaTaisGalon? Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Ela nunca será esquecida, ao menos a cada vez que o preço dos combustíveis dispararem. Seu nome é Tais Helena Galon Borges e ela ficou conhecida após fazer um rumoroso protesto em um posto de gasolina, em março de 2015, durante o governo da então presidenta Dilma Rouseff (PT). Na ocasião, aproveitando a onda de protestos da direita contra o governo, ela reclamava da gasolina chegar a R$ 3,40 o litro. Todos se perguntam nas redes, mais uma vez, onde andará Tais Galon agora em que a gasolina chega a um valor médio de R$ 6,007 por litro, subindo 33% desde o início de 2021. Com informações Revista Fórum

Homem é preso com drogas em Ibirama

Suspeito foi encontrado na rua Marquês do Herval. Ele foi preso em flagrante pela Polícia Militar. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Um homem de iniciais P.J.S foi preso por volta das 18 horas desta sexta-feira (03), em Ibirama (SC), por suspeita de tráfico de drogas. Com ele, foram apreendidas 49,6 gramas de substância análoga à cocaína. Conforme a polícia Militar, o suspeito estava dirigindo um Citroen C3 sendo abordado na rua Marquês do Herval enquanto a polícia fazia rondas. No carro dele, a equipe encontrou, dentro de um pacote de salgadinho um invólucro contendo 49,6 gramas de substância análoga à cocaína e a quantia de R$ 626, divididos em notas de R$2, R$5, e R$10. O homem foi preso em flagrante e levado para a delegacia, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Serra do Rio do Rastro terá tráfego liberado no feriado da Independência

O secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Thiago Vieira, explicou que o objetivo é incentivar o turismo em uma das mais bonitas paisagens catarinenses, durante o feriadão. “Um feriado como este é uma oportunidade para quem quer conhecer e desfrutar dessa região magnífica, mas também um período importante para impulsionar a economia do turismo na Serra” , destacou Vieira. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Na quarta-feira, 8, depois do feriadão, o tráfego volta a ser fechado nos horários já estipulados. A partir de então, para os motoristas que irão subir a Serra com destino ao Planalto, o tráfego estará bloqueado das 7h às 18h, de segunda a sexta-feira. Já para os condutores que irão descer a Serra, com destino ao Sul, o tráfego fica bloqueado das 7h às 19h, de segunda a sexta-feira. Aos fins de semana, o tráfego está sempre liberado. Em obras desde agosto de 2020, a previsão é que o trabalho de contenção de encostas na Serra do Rio do Rastro seja concluído até outubro deste ano. Por PM

Ações preventivas garantem regularidade dos pagamentos​ no SC Mais Renda

Uma união de esforços do Governo de Santa Catarina, por meio da Controladoria-Geral do Estado, Ciasc e Junta Comercial (Jucesc), com apoio do Tribunal de Contas do Estado e da Controladoria Geral da União, agiu preventivamente para evitar a concessão de benefícios indevidos no programa SC Mais Renda. O auxílio foi oferecido pelo Governo do Estado a pessoas que perderam o emprego na pandemia ou estão em situação de vulnerabilidade social, mas não receberam ajuda federal. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. “O objetivo era garantir que apenas os cidadãos que preenchessem os requisitos da lei do SC Mais Renda recebessem o benefício. É preciso destacar que não houve fraude identificada até o momento. Ou seja, não há nenhum registro de que alguém recebeu o SC Mais Renda indevidamente. Essa é uma das funções do controle, prevenir, evitar a aplicação incorreta dos recursos públicos”, explicou o controlador-geral do Estado, Cristiano Socas da Silva. Antes da aprovação do benefício, todas as solicitações de recebimento e famílias inscritas no CadÚnico foram objeto de cruzamento das informações com bases de dados já existentes nas esferas federal, estadual e municipal. Entre as análises, verificou-se, por exemplo, se as pessoas já haviam recebido auxílio federal, se já estavam empregadas novamente e se a renda era compatível com os critérios do SC Mais Renda.  Nos casos em que o benefício não foi aprovado, o cidadão recebeu informações sobre os motivos que levaram à reprovação, bem como possíveis providências, como o envio de mais documentos, de modo a comprovar o enquadramento nos critérios. Mesmo nas solicitações reprovadas, o Governo do Estado avalia que a maior parte foi feita de boa-fé por parte do cidadão, apenas por desconhecimento quanto aos critérios, sem intenção de receber benefício indevido. Na página do SC Mais Renda constam todas as informações sobre quem tem direito ao benefício. “A Controladoria-Geral do Estado e os demais órgãos parceiros continuam a fazer os cruzamentos e outros trabalhos de auditoria para assegurar que o auxílio emergencial garanta o objetivo do Governo do Estado: apoiar as pessoas que precisam da ajuda do Estado para garantir o mínimo às suas famílias”, concluiu o controlador-geral. Por Renan Medeiros Assessoria de Imprensa Secretaria Executiva de Comunicação – SECom

PIB de Santa Catarina avança acima da média nacional e chega a 9%

Santa Catarina, já consolidada a segunda economia mais competitiva do país, alcançou um dos melhores índices da história do estado, balizado pelo Produto Interno Bruto estadual, que passou de um crescimento de 2.9% para 9% nos doze meses encerrados em junho. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que o PIB brasileiro passou de uma retração de 3,8% em 12 meses até março, em relação ao mesmo período anterior, para um crescimento de 1,8%, na mesma comparação até junho. Com isso, Santa Catarina ocupa um das melhores posições de crescimento econômico no cenário nacional. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Os dados divulgados nesta sexta-feira, 3, estão no Boletim de Indicadores Econômico-Fiscais de Santa Catarina, uma publicação on-line e mensal da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), compartilhando dados quantitativos e qualitativos do desempenho da economia catarinense. “Os indicadores oficiais, como o do IBGE e o do Ministério da Economia, atestam que nossos índices estão entre os melhores do país. Nosso desafio é manter Santa Catarina com números acima da média nacional. Já fomos contemplados com a terceira maior taxa de geração de empregos do Brasil, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. E agora essa informação de que o PIB nacional sofre uma retração, enquanto o de Santa Catarina cresce mais de seis pontos percentuais. É comemorar e manter o trabalho”, festejou o governador Carlos Moisés. “Este crescimento relevante do PIB estadual, onde saímos de 2.9% para 9%, demonstra que a economia catarinense se descolou da nacional e desponta como as de maior crescimento no país. Sua competitividade e atestada resiliência vêm se traduzindo em produção crescente. Com isso, temos sido a primeira opção para instalação de novas empresas e consequentemente os níveis de emprego vem crescendo em todas as regiões”, avaliou o Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon. Crescimento dos setoresSegundo dados divulgados pelo IBGE, Santa Catarina teve o maior crescimento no volume de serviços nos últimos doze meses encerrados em junho, relativos ao mesmo período anterior, quando comparado com os doze maiores estados produtores de serviços. Cresceu 8,4% frente a uma média nacional de 0,4%. Na indústria de transformação, nessa mesma comparação, Santa Catarina cresceu 15%, enquanto a média do País foi 7,7%. No varejo ampliado, o crescimento foi 10,7% no Estado e de 7,9% no País. Esta performance econômica refletiu na evolução do PIB estadual, estimado pela SDE, conforme explica o economista Paulo Zoldan. “Santa Catarina se destaca na segurança pública (1ª posição), na Sustentabilidade Social (1ª) e na Eficiência da Máquina Pública, sendo o primeiro do País nesta avaliação. Estes dados também explicam a posição de destaque que o estado vem apresentando na economia, mesmo diante de um cenário desafiador, em especial, no primeiro semestre de 2020, com a auge da pandemia. A partir do segundo semestre do ano passado, os indicadores de produção passaram a exibir um crescimento mais sustentado e disseminado entre seus segmentos. Grande parte deles manteve taxas de crescimento que se situaram entre as maiores do País”, avaliou. O Boletim de Indicadores Econômico-Fiscais de Santa Catarina de setembro apresenta uma análise de todos os setores econômicos do Estado e está disponível aqui. Por Mônica Foltran Assessoria de Comunicação Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável – SDE

7 de setembro: Alto Vale completa 129 anos de colonização

Imagens e textos retratam diferentes contextos da história regional. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Rio do Sul possui um acervo fotográfico sobre diferentes períodos. As imagens são organizadas pelo Museu Histórico e Cultural e do Arquivo Público Histórico, que disponibilizam uma seleção virtual de fotografias para quem quiser aprender mais sobre como a cidade e a região se desenvolveram. Acesse pelo link: https://bit.ly/3jObTcJ A divulgação desses documentos é alusiva à passagem do marco do início da colonização do Alto Vale. Sete de setembro de 1892 é a data definida como o começo desse processo, com o primeiro imigrante alemão a se fixar na região, Francisco Frankenberger. Este fato está registrado no Diário de Francisco Frankenberger, o mais antigo documento escrito que trata da colonização. O acervo total tem documentos, imagens e publicações que tratam também da chegada de imigrantes alemães e italianos, dos povos indígenas Xokleng/LaKlãnõ, do ciclo da madeira e da Estrada de Ferro de Santa Catarina, entre outros contextos históricos: Diário de Francisco Frankenberger Livro Rio do Sul em Imagens Artigo sobre a colonização da publicação Rio do Sul nossa história em revista Revistas em quadrinho: Rio do Sul nas palavras do colonizador Indígenas do Alto Vale: o povo Xokleng LaKlãnõ e a colonização de Rio do Sul Mais sobre a história: O desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí iniciou com as tentativas de integração entre as populações do litoral e da região serrana. A abertura de estradas foi motivada pelos interesses e esforços do governo, das companhias de colonização e a iniciativa de pessoas que trouxeram a cultura de origem europeia para a região. Com uma posição geográfica privilegiada, no meio desta rota, Rio do Sul começou a ser povoada por imigrantes alemães e italianos e seus descendentes que chegavam ao Vale do Itajaí. Em 1863, o engenheiro Emil Odebrecht já iniciava uma de suas expedições rumo ao Planalto. Quatro anos mais tarde, o engenheiro voltou a passar pelo território que viria ser Rio do Sul, deixando uma picada que por muitos anos foi a única ligação entre Blumenau e o Planalto. Os colonizadores se embrenharam por áreas cobertas pela Mata Atlântica e já habitadas pelos índios Xokleng/LaKlãnõ. A cidade de Blumenau, que fora criada por lei em 1880 e instalada oficialmente em 1883, havia se tornado um importante centro nas áreas de colonização. A picada deixada por Emil Odebrecht foi utilizada pela corrente de povoamento. O rio Itajaí-Açu, formado pela junção dos rios Itajaí do Sul e Itajaí do Oeste, desempenhou um papel fundamental na fixação dos colonizadores na região do Alto Vale do Itajaí, que iniciou oficialmente em 1892 com a chegada do primeiro colono, o imigrante alemão Francisco Frankenberger, que veio de Blumenau e se fixou na localidade de Matador. Pouco tempo depois chegou à região Basílio Correa de Negredo, amigo do engenheiro Emil Odebrecht e que durante 30 anos trabalhou com o serviço da balsa que havia sido construída a mando da Prefeitura de Blumenau. Tiago AmadoEquipe de ComunicaçãoFundação Cultural de Rio do Sul(47) 3521 7702 / 98806 6114

Presidente Getúlio: Liberada passagem pela Serra do Urú

O trânsito pela via já está liberado. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Foi finalizado nesta semana o trabalho na Serra do Urú. A via, que está liberada a partir desta sexta-feira (03), foi reconstruída e a ponte, alargada. O local havia sido atingido pela enxurrada que ocorreu em Presidente Getúlio em dezembro de 2020 e estava interditado até o momento. A obra custou cerca de R$ 580 mil. O valor incluiu o reestabelecimento da via através de enrocamento com pedras. Durante o evento climático, houve um deslizamento de encosta, fazendo abrir uma cratera que impedia a passagem. No montante, também está inserido o conserto das cabeceiras e o alargamento da ponte que, de 4, passou a ter 6 metros. Foi reutilizada uma viga de concreto de outro local, também atingido pela enxurrada, mas consertado com recursos da defesa Civil Nacional. A recuperação da estrada que é o principal acesso à localidade mais alemã de Presidente Getúlio, foi feita com recursos próprios. Malcon Moedinger, morador da localidade de Ribeirão Urú, agradeceu o empenho da Prefeitura e reforçou a importância desta obra. “Temos nossos negócios e precisamos escoar a produção”, lembra. O prefeito, Nelson Virtuoso, agradeceu a compressão da comunidade, e disse que o poder público sempre estará a disposição para fazer as melhorias necessárias para a população. “ Foi um investimento significativo, mas decidimos fazer com recursos próprios para que os moradores não precisassem esperar ainda mais por esse serviço”, completa. Por Assessoria de Comunicação Prefeitura de Presidente Getúlio

Preço da gasolina na bomba sobe 33% no ano e em três estados litro continua acima de R$ 7

Números fazem parte do levantamento de preços da ANP. Gás de botijão acumula alta de 33% no ano. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. O preço médio gasolina nesta semana está em R$ 6,007 por litro nos postos de todo o Brasil. É uma alta de 0,41% em relação à semana anterior, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). No mês, sobe 2,40%. No ano, o avanço chega a 33%. Já os preços do gás de botijão (GLP)  acumulam alta de 25,2% no ano. Em média, o valor pelo botijão de 13 quilos sai a R$ 93,61. É praticamente o mesmo valor da última semana e na comparação com o último mês. Segundo a ANP, a gasolina pode ser encontrada acima de R$ 7 por litro em três estados: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Acre. Semana passada, o Tocantins também estava nessa lista.  Economistas ressaltam que o valor da gasolina sobe, principalmente, de acordo com as cotações do preço do petróleo no mercado internacional e do dólar. O maior preço encontrado no país foi de R$ 7,199 por litro, no Rio Grande do Sul, na última semana (tendo como referência os dias 29 de agosto e quatro de setembro). Em seguida, aparece o Acre (com preço máximo de R$ 7,13).   No Rio, o preço médio é de R$ 6,492 por litro – e o preço máximo chega a R$ 7,059. No Rio, são pesquisados 323 postos pela ANP. São Paulo, onde 1.476 postos são pesquisados, o preço médio é de R$ 5,681. O valor máximo está em R$ 6,799. No Distrito Federal, o valor médio é de R$ 6,302 e o máximo chega a R$ 6,991. Em Minas Gerais, o valor médio é de R$ 6,235. Por lá, foi encontrado preço de até R$ 6,759. Segundo especialistas, os valores variam entre estados por conta da tributação e dos custos logísticos das distribuidoras para distribuir o combustívl. O ICMS, por exemplo, varia por estado. Na média, segundo a Petrobras, o peso médio nacional é de 27%.  A alíquota do ICMS é definido por cada estado e varia conforme o preço médio da semana anterior. Assim, quanto mais sobe o valor da gasolina, maior é a percentagem do ICMS sobre o total. Além do ICMS, pesam ainda no preço final da gasolina a margem da revenda, o etanol anidro, os impostos federais (de 11,7%, como Cide, PIS e Cofins), além da margam da própria Petrobras. Preço do gás de botijão chega a R$ 125 Somente nos estados de Sergipe e Alagoas, além do , Distrito Federal , o preço máximo do botijão está abaixo de R$ 100. Em todo o restante, consumidor precisa pesquisar o preço pois os valores por botijão podem ser encontrados por até R$ 125 (Rondonia e Roraima). No Rio, o preço médio do botijão é de R$ 84,08, mas pode ser encontrado por até R$ 102,1.  Em São Paulo, o preço médio é de R$ 92,59, mas pode chegar a R$ 114,99. Por O Globo