Conforme a PRF, o homem estava visivelmente sob influência de álcool. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Um motorista foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) após perder o controle da direção de um VW Gol de Alfredo Wagner e sair de pista e encavalar no meio fio da rodovia BR-470, no km 123,3 em Ibirama. Ele foi encontrado por policiais visivelmente sob influência de álcool, na noite desta sexta-feira (30). Conforme a PRF, o homem foi reprovado no teste de bafômetro com resultado de 0.83 mg/l. O motorista estava com forte odor etílico, andar tonteante. Ele foi preso no local e encaminhado a delegacia de Rio do Sul.
Campanha incentiva o aleitamento materno no Brasil
Amamentar sempre esteve nos planos da servidora pública Lorena Melo. O sonho de ser mãe chegou há sete meses, com o nascimento de João Pedro. Foi aí que ela percebeu as dificuldades para oferecer ao bebê um dos alimentos mais completos que existem. “Quando ele nasceu, no primeiro mês de vida, eu não sabia amamentar, o João Pedro não sabia mamar. A gente encontrou muitas dificuldades, minha mama machucou muito, tive muitas fissuras”, disse. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Para superar essas dificuldades, Lorena contou com uma rede de apoio de profissionais da saúde, família e amigos que passaram pela mesma experiência. “Essas pessoas foram fundamentais para que eu pudesse amamentar o João Pedro de forma exclusiva nos seis primeiros meses”, afirmou. Graças ao apoio que recebeu, Lorena conseguiu amamentar o filho e também passou a doar. O leite materno é a melhor fonte de nutrição para bebês e a forma de proteção mais econômica e eficiente para diminuir as taxas de mortalidade infantil, sendo capaz de reduzir em até 13% os índices de mortes de crianças menores de cinco anos, segundo o Ministério da Saúde. O aleitamento materno protege a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias, além de evitar o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os 2 anos de idade ou mais e, de forma exclusiva, nos seis primeiros meses de vida, mesmo nas mães que tiveram casos confirmados de Covid-19. Campanha Nacional As ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno que Lorena recebeu, são feitas no Brasil há 40 anos. E para mobilizar a sociedade brasileira sobre a importância dessa medida e incentivar mulheres a amamentar, o Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (29), a campanha “Todos pela amamentação. É proteção para a vida inteira”. O evento ocorre anualmente em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). A publicidade da campanha será veiculada em sites, redes sociais e páginas da internet. “Nós estamos lançando essa campanha, todas as peças serão divulgadas do dia 30 julho a 15 de agosto. E a gente pede que a sociedade civil organizada também divulgue isso, porque todos juntos, a gente consegue passar a mensagem de forma mais efetiva”, frisou o secretário de Atenção Primária à Saúde, Rafael Câmara Parente. Confira a campanha Incentivo à amamentação Desde 1981, o Ministério da Saúde coordena estratégias para proteger e promover a amamentação no Brasil. O país possui 301 Hospitais Amigos da Criança que promovem 10 passos para o sucesso do aleitamento materno. São repassados, por ano, R$ 18,2 milhões para as unidades. Além disso, o Brasil possui ainda 222 bancos de leite humano e 219 postos de coleta. Em 2020, cerca de 181 mil mulheres doaram mais de 226 mil litros de leite materno. Neste ano, até junho, foram doados 111,4 mil litros. No ano passado, o Ministério da Saúde investiu R$ 16,9 milhões, em caráter excepcional, na proteção e apoio ao aleitamento materno e na alimentação complementar adequada para crianças menores de dois anos na Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil (EAAB), da Atenção Primária à Saúde. Aleitamento materno A estratégia para incentivar a amamentação vem apresentando resultados. Os índices nacionais do aleitamento materno exclusivo entre crianças menores de 6 meses aumentaram de 2,9%, em 1986, para 45,7% em 2020. Já o aleitamento para crianças menores de quatro anos passou de 4,7% para 60% no mesmo período. “Passar de um aumento de 4 para 60% é muita coisa. A gente que trabalha com a saúde sabe que um aumento desse tipo em poucos anos é algo que mostra a robustez, a fortaleza das campanhas que vem acontecendo nos últimos anos”, destacou o secretário de Atenção Primária à Saúde, Rafael Câmara Parente. Agosto Dourado O Agosto Dourado simboliza a luta pelo incentivo à amamentação – a cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite materno. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), por ano, cerca de seis milhões de vidas são salvas por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de idade.
Mega-Sena pode pagar R$ 38 milhões neste sábado
As apostas podem ser feitas até as 19h. A Mega-Sena pode pagar R$ 38 milhões neste sábado (31) ao apostador que acertar as seis dezenas do concurso 2.395. O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pelas redes sociais (perfil @LoteriasCAIXAOficial no Facebook) e pelo canal da Caixa no Youtube. As apostas podem ser feitas até as 19h de hoje em qualquer lotérica do país, no portal Loterias Caixa e no app Loterias Caixa (disponível para Android e iOS). Clientes do banco também tem a opção de apostar por meio do Internet Banking Caixa. O valor de uma aposta simples (6 dezenas) na Mega-Sena é de R$ 4,50. Por se tratar de um concurso com final 5, o prêmio recebe ainda um adicional, conforme regra da modalidade. Por Agência Brasil
Em SC, Queiroga volta a dizer que todos os adultos receberão 1ª dose contra Covid até setembro
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, voltou a dizer que todos os brasileiros adultos serão vacinados com a primeira dose contra a Covid-19 até setembro. Nesta sexta-feira (30), ele esteve em Blumenau, no Vale do Itajaí, onde fez a afirmação durante uma conversa com a imprensa. Ele já havia dado a previsão em um pronunciamento em rede nacional. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. “No mês de setembro, toda a população adulta brasileira estará vacinada com a primeira dose da vacina. E pelo menos 50% vacinados com a segunda dose”, disse Queiroga. Ele também afirmou que, até o final do ano, todos os brasileiros adultos estarão imunizados com as duas doses. “E assim vislumbramos o fim do caráter pandêmico da Covid-19 no nosso país e poderemos viver como vivíamos no passado. Mas, como se diz, nada do que foi será do jeito que já foi um dia”, disse. A principal preocupação do governo federal é com a chamada síndrome pós-Covid. “Decorre dos agravos da saúde causados pela Covid. Por exemplo, problemas respiratórios. Essa é uma doença que leva a problemas do pulmão, síndromes respiratórias agudas graves, e alguns pacientes ficam intubados e ficam com deficiência respiratória”, disse o ministro. Em Blumenau, ministro da Saúde reforça importância de receber 2ª dose contra Covid Ele citou ainda problemas cardiovasculares, neurológicos, renais e relacionados à saúde mental e disse que é preciso preparar o orçamento do ano que vem levando isso em consideração. “Esses problemas se somarão aos problemas que nós temos habitualmente no nosso sistema de saúde”, disse.A conversa com a imprensa ocorreu no Hospital Santo Antônio. O ministro também visitou o Hospital Santa Isabel e as obras do Centro de Alta Complexibilidade da Renal Vida. Por G1 SC
Vacinação em SC: Estado ultrapassa 5 milhões de doses aplicadas contra a Covid-19
Santa Catarina chegou, nesta sexta-feira, 30, a mais de 5 milhões de doses aplicadas contra a Covid-19. Os dados são do Vacinômetro do Estado, que indicam que, até hoje, 5.003.505 de doses de imunizantes já foram utilizadas. São 3.578.563 pessoas vacinadas com a primeira dose, algo que representa 64,20% da cobertura vacinal da população adulta acima de 18 anos, enquanto 25,56% da segunda dose e dose única. O total de pessoas completamente imunizadas em Santa Catarina já é maior do que o número dos que foram infectados, desde o início da pandemia. Mais de 1,4 milhão já receberam a segunda dose, ou dose única da vacina, enquanto mais de 1,1 milhão de casos foram registrados no estado. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. “É um número importante para todos nós, demonstra que estamos no caminho certo e que cada ação é valiosa. Não só as ações diretas do Estado são importantes, como também cada pessoa que se desloca para receber a vacina. Cada um que age para sair dessa pandemia. Não iremos descansar até o último catarinense estar vacinado”, destacou o governador Carlos Moisés. A cobertura dos grupos prioritários com a primeira dose está em 99,69%. Com as mais de 5 milhões de doses aplicadas, o Estado já vacinou mais da metade da população de Santa Catarina que está apta a receber o imunizante nesta fase com a primeira dose. Com a segunda dose ou dose única, é cerca de 1,5 milhão catarinenses. “Nós estamos melhorando os índices dia a dia. Os últimos dois meses estão sendo de ampla cobertura vacinal. Estamos acelerando as doses, com um número de leitos vagos de UTI COVID, que nos dá uma segurança para as próximas semanas, e já estamos chegando em 1,5 milhão de catarinenses com o esquema vacinal completo. E a projeção é que esses números melhorem cada vez mais”, acrescentou o secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro. Por Karla Lobato Assessoria de Comunicação Secretaria de Estado da Saúde – SES
Com inflação em alta, renda das famílias para consumo é a menor desde 2005
De cada R$ 100 do orçamento das famílias brasileiras, sobram apenas R$ 41,22 para consumir, pagar dívidas e investir, aponta levantamento da consultoria Tendências. Renda tem sido pressionada pela alta dos preços de alimentos, energia elétrica e combustíveis. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Nos últimos meses, a família do Manoel Rodrigues Campelo Junior, de 45 anos, reorganizou o orçamento doméstico devido à alta dos preços. A carne nobre foi substituída por uma opção mais em conta e o gás de cozinha passou a ser menos utilizado. “O quilo do contrafilé é um absurdo hoje em dia. Num primeiro passo, a gente corta a quantidade, mas, num determinado momento, a gente não consegue consumir mais”, diz Manoel. “Não tem como deixar de falar também do preço do gás. A minha esposa tenta ser racional até no preparo do alimento.” Preço dos alimentos em alta pressiona o orçamento das famílias — Foto: Amanda Rocha/A Cidade ON/Araraquara Pelo país, não faltam exemplos de brasileiros que estão com dificuldade para fechar a conta todo mês. Neste ano, de cada R$ 100 do orçamento das famílias brasileiras, sobram apenas R$ 41,22 para consumir, pagar dívidas e investir, mostra um levantamento da consultoria Tendências. Isso significa que a maior parte da renda vai para itens considerados essenciais – como combustível, energia elétrica, transporte, entre outros. As famílias não tinham uma situação financeira tão apertada desde 2005, quando a renda disponível era de apenas R$ 40,98. Orçamento apertado — Foto: Economia G1 “Você come hoje pensando no que vai comer amanhã”, diz Lorraine Alves, de 32 anos. “A gente compra o básico: arroz e feijão. Quando sobra algum dinheiro, eu compro um suco de pacote, um leite, mas é muito difícil.” Lorraine sobrevive com o Auxílio Emergencial de R$ 375. Com três filhos e grávida do quarto, ela perdeu o emprego num restaurante no início da pandemia. O marido tem feito bicos como gesseiro, mas a renda família só chega a R$ 800. “O auxílio de R$ 1,2 mil me ajudava bastante. Quando mudou para R$ 375, piorou muito. O meu aluguel é de R$ 600. Tem mês que eu pago, mas depois fico devendo dois, três meses.” Orçamento pressionado O orçamento dos brasileiros tem sido pressionado por uma combinação bastante perversa: uma alta dos preços dos alimentos, que se arrasta desde o ano passado, e um aumento do valor dos combustíveis e da energia elétrica. “No meio do ano passado, itens como alimentação em domicílio passaram a pressionar o orçamento”, afirma Isabela Tavares, economista da consultoria Tendências e responsável pelo levantamento. “Neste ano, a gente vê bastante pressão por parte de combustíveis e, agora, tem a energia elétrica.” Em detalhe, os números das Tendências mostram que a situação é ainda mais dramática para os brasileiros das classes D e E, que ganham até R$ 2,6 mil por mês e sofrem mais com o aumento dos preços. Para esse grupo, sobram apenas R$ 21,63 por mês. Renda disponível por classe — Foto: Economia G1 “Não tem escapatória. As classes mais baixas não têm como se defender muito nesse momento. A gente está com um nível de desemprego recorde no Brasil”, diz Marco Maciel, sócio e economista da Kairós. “O desemprego afetando milhões de brasileiros tende a fazer com que a capacidade de reagir ao aumento da inflação seja muito limitada.” Inflação em alta Em 12 meses encerrados em junho, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) já acumula alta de 8,3%. Só a inflação de itens considerados essenciais chegou a 10,5%, segundo a Tendências. Diante de todo esse quadro, os analistas têm piorado as projeções para a inflação de 2021. No relatório Focus, do Banco Central, os analistas consultados já projetam que o IPCA vai encerrar o ano em 6,56%, acima, portanto, do teto da meta do governo, que é de 5,25%. “No momento, a minha projeção para o IPCA no fim do ano é de 6,5%, mas, em função das pressões de tarifas de energia elétrica, combustíveis e alimentação no domicílio, essa inflação pode pular para 7,2% com facilidade”, diz Maciel. Na próxima semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para decidir o rumo da taxa básica de juros (Selic). Os analistas esperam um aumento 1 ponto percentual, levando a Selic para 5,25% ao ano. Juros mais altos encarecem o custo do crédito, afetando a tomada de recursos para o investimento das empresas e para o consumo das famílias. “Ao elevar os juros, o Banco Central acaba encarecendo o custo para todos, não só para pessoa física, mas para a jurídica também”, diz o economista da Kairós. “Infelizmente, a política monetária, num momento como esse, não tem como ser vertical, acaba sendo horizontal, atinge a todos do mesmo jeito. Quem se defende melhor é quem tem o bolso mais cheio.” Impacto no varejo A alta da inflação e dos juros e a limitação do orçamento das famílias podem mitigar a velocidade de recuperação esperada para o varejo e, consequentemente, da atividade econômica. Com a melhora da crise sanitária, os analistas seguem esperando uma retomada do setor neste ano, mas esse crescimento poderia ser melhor se as famílias tivessem algum fôlego no orçamento – até maio, as vendas do varejo acumulavam alta de 6,8% no ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Há ainda fatores positivos para o crescimento do consumo das famílias”, afirma Isabela. “Tem a recuperação do mercado de trabalho, principalmente do emprego formal, as políticas anticíclicas, como BEM (Benefício Emergencial de Proteção ao Emprego) e Pronampe. E a própria dissipação das incertezas com a crise sanitária.” “O que entra como risco para a maior velocidade do consumo é a inflação, que pressiona a renda disponível das famílias”, afirmam. O BEM permitiu que as empresas reduzissem a jornada e o salário de trabalhadores em troca de estabilidade, enquanto o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) garantiu empréstimos com juros menores e prazo maior de financiamento. Por G1