Os ministros da Casa Civil, da Defesa e chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República receberam comitiva da entidade em Brasília. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Comitiva da ACAERT, liderada pelo presidente da entidade, Silvano Silva, entregou nesta semana ao ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Defesa, general Walter Souza Braga Netto e ao chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Augusto Heleno, em Brasília, proposta para ser apreciada junto aos órgãos de governo que integram o Conselho de Defesa Nacional – CDN, uma melhor solução para a desregulamentação dos processos de alteração de instrumento social das empresas de radiodifusão localizadas na faixa de fronteira. Atualmente, é necessário o assentimento prévio do CDN para as entidades que desejam executar serviços de radiodifusão na faixa de fronteira, bem como para aquelas que já executam o serviço e pretendem modificar seus atos constitutivos. Apesar das recentes alterações legislativas e desburocratização das regras do setor de radiodifusão, ainda persiste a obrigação de assentimento prévio para as emissoras localizadas em faixa de fronteira. Integraram a comitiva da ACAERT a diretora Comercial, Liza Rocha, o assessor Técnico, engenheiro Luiz Rosa dos Reis e o general da Reserva, Ricardo Miranda Aversa, que intermediou as audiências com os ministros. Desde 2017, é permitido que as empresas que possuam outorgas de serviços de radiodifusão fora da faixa de fronteira alterem seus contratos sociais, transferirem quotas, desde que não haja transferência da outorga para outro CNPJ (transferência direta) e os registrarem nos órgãos de registro (cartórios ou junta comercial), sem que para isso necessitem de aprovação prévia do poder concedente. O pleito da ACAERT vai nesta direção. Segundo a entidade, a desburocratização para as emissoras na faixa de fronteira pode beneficiar 20% das emissoras do estado e cerca de 1000 emissoras no Brasil. Por Assessoria de Imprensa ACAERT
Reunião mensal define eventos da Rede Feminina
A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Ibirama realizou nesta semana sua reunião mensal. O encontro teve definições importantes como a data de eventos que acontecem no segundo semestre e encaminhamento da campanha Outubro Rosa. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. A reunião começou com as voluntárias cantando o hino que lembra a missão da entidade e a prestação de contas do mês. Também foi dia de receber com carinho e dar as boas vindas as novas rosinhas que falaram porque decidiram lutar por essa causa. O destaque do evento foi para a definição de algumas ações que serão realizadas nos próximos meses como o sorteio da Ação entre amigos que será no dia 6 de agosto. Já o pedágio da Rede Feminina, que é uma das principais fontes de arrecadação da entidade, ficou marcado para o dia 7 de agosto. Outro assunto discutido foi a campanha do Outubro Rosa que já está sendo planejada com a venda de camisetas e outras ações. Por Marcelo Zemke Rede Vale Norte
Obras do novo quartel da PM de Ibirama devem iniciar nos próximos dias
Por Marcelo Zemke Rede Vale Norte Terreno, doado pelo município de Ibirama, é localizado na rua Blumenau, nas proximidades da Delegacia de Polícia Civil de Ibirama Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Foi realizado na tarde desta quinta-feira, no auditório do Sesi de Ibirama, o ato de assinatura da ordem de serviço para construção do novo quartel para a 2ª Companhia de Polícia Militar de Ibirama. A corporação é integrada ao 13º Batallhão de Polícia Militar de Rio do Sul (13º BPM). O prefeito de Ibirama, Adriano Poffo, agradeceu o empenho do Governo de Santa Catarina, principalmente da Secretaria de Segurança Pública, para a execução da obra. Lembrou ainda que metade do recurso foi encaminhado por meio de emenda parlamentar do deputado estadual, Jerry Comper (MDB). “Esta é uma conquista importante para toda a comunidade ibiramense e também para os policiais militares que atuam na região, que terão um espaço amplo para prestar um melhor atendimento a população”, destacou. A obra terá uma área construtiva de 452,34 m², sendo que o prazo estimado para conclusão é de 210 dias. A nova estrutura conta com sala de vídeo-monitoramento, sala de instrução, recepção, salas para as seções administrativas, alojamentos e recepção. O terreno, doado pelo município de Ibirama, é localizado na rua Blumenau, nas proximidades da Delegacia de Polícia Civil de Ibirama. O investimento previsto será de R$ 1.130.716,91. O deputado estadual, Jerry Comper, explica que parte dos recursos para a edificação foram disponibilizados por meio da sua cota de emendas parlamentares. “Foi um pedido feito pelo prefeito Adriano e nesta união de forças junto ao comandante-geral, Dionei Tonet, e ao governador, Carlos Moisés, vamos tirar este importante projeto do papel e torná-lo uma realidade”, comemorou. O comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, Coronel PM Dionei Tonet, conta que a construção do novo quartel ofertará aos profissionais de segurança pública melhores condições de trabalho. “Todo o espaço foi projetado para atender as demandas de trabalho da 2ª Companhia de forma mais cômoda e funcional, o que deverá impactar diretamente num melhor serviço a população do Vale Norte”, afirmou. Também estiveram presentes na solenidade, o presidente da Câmara de Vereadores de Ibirama, Valdemar Schaefer, o comandante do 13º BPM, Tenente-coronel PM Anderson Mello Maia, o Comandante da 2ª Companhia de Polícia Militar de Ibirama, Gustavo Filipe de Oliveira Córdova, o proprietário da empresa JC Construções e Pavimentações LTDA, vencedora da licitação, Vilmar Vendrami e representantes da Sociedade Civil Organizada.
Sabão caseiro ajuda a custear alunos de karatê no Vale Norte
Por Marcelo Zemke Rede Vale Norte Fabricação das barras faz parte do projeto Atleta Sustentável, que oferece oportunidades aos jovens Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Além da disciplina, concentração e respeito ao próximo aprendidos em um Dojo de Karatê, a sustentabilidade e a conscientização ecológica fazem parte da rotina dos alunos da escola de artes marciais Karatê Howe Dojo. A iniciativa é do Sensei, o professor Adrioney Howe, que tornou o sabão caseiro, um grande sucesso em Ibirama. A fabricação das barras faz parte do projeto Atleta Sustentável, que oferece oportunidades aos jovens através do empreendedorismo. “Além da do treino e da disciplina, pensamos em melhorar o indivíduo por completo. Temos que nos transformar o tempo inteiro e evoluir em todas as áreas. Um dos objetivos é criar o espírito empreendedor nos alunos, e mostrar que quando querem algo, devem correr atrás”, disse. A ideia do sabão caseiro veio no ano passado, mas foi adiada por conta da pandemia. Além de conscientizar a população e diminuir a quantidade de óleo descartado no meio ambiente, Howe destaca que o principal objetivo é o de ajudar os alunos e o Dojo financeiramente. “Sempre tive a ideia de conseguir monetizar algo para ajudar os alunos que queiram economizar ou ter uma fonte de renda. Sempre tive essa ideia ambiental e o sabão caseiro e resolvi colocar em prática este ano e deu certo. A venda do sabão ajuda a comprar materiais ou a pagar inscrições nas competições”, disse o Sensei. O sucesso do sabão é tanto, que muitos alunos são procurados pela comunidade para comprar o produto. “Muitas vezes os alunos não tinham dinheiro para fazer inscrições em competições. Resolvi desenvolver o sabão e ofereci para quem quer vender, assim eles também desenvolveram a habilidade da venda também”, disse. Os interessados podem comprar o sabão com os alunos ou no próprio Dojo. Processo de fabricação O processo de fabricação do sabão é barato, mas requer dedicação. O principal ingrediente – o óleo de cozinha usado, se descartado de maneira errada é prejudicial ao meio ambiente. Reutilizando o produto, se evita um sério problema ambiental. O óleo de cozinha está entre os principais poluidores do mundo, em um comparativo básico pode se dizer que um litro de óleo tem capacidade para poluir 100 litros de água. “A primeira campanha foi com o óleo usado na casa dos alunos. Se descartado no ralo, ele é prejudicial ao meio ambiente”, conta. A escola de karatê do professor Adrioney Howe teve início em 2008 e expandiu a modalidade para dezenas de alunos, em várias cidades na região. Além de Ibirama, as aulas acontecem em José Boiteux, Presidente Getúlio e em Dona Emma. “Em Ibirama, temos aulas nas terças e quintas-feiras, em Presidente Getúlio e José Boiteux nas segundas e quartas-feiras”. Interessado podem entrar em contado através do Instagram @karate_howe_dojo.
Projetos de reajustes para professores e forças de Segurança Pública são encaminhados à Alesc
O Governo do Estado encaminhou para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), nesta quinta-feira, 8, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e o Projeto de Lei Complementar (PLC) que tratam, respectivamente, da remuneração mínima de R$ 5 mil aos integrantes da carreira do magistério público estadual que possuam ensino superior e da recomposição salarial aos servidores da segurança pública. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. “A valorização do trabalho dos professores é fundamental para a qualidade do ensino em Santa Catarina. São eles os grandes agentes de transformação e formação das gerações. O Governo do Estado hoje trata a educação como prioridade, com investimentos históricos”, destaca o governador. Segundo ele, o reajuste à segurança pública faz jus aos bons resultados apresentados nos últimos anos, com redução significativa dos principais índices de criminalidade. “Santa Catarina tem, atualmente, a melhor segurança pública do Brasil, por isso é justo que tenhamos os profissionais com a melhor remuneração também”, expõe. Os projetos foram entregues ao presidente da Alesc, deputado Mauro de Nadal. Os parlamentares José Milton Scheffer, Maurício Eskudlark, Dirce Heidersheidt e Silvio Dreveck acompanharam o ato, assim como o chefe da Casa Civil, Eron Giordani, os secretários de Estado Jorge Eduardo Tasca (Administração) e Luiz Fernando Vampiro (Educação), o procurador-geral do Estado, Alisson de Bom de Souza, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Dionei Tonet, o delegado-geral de Polícia Civil, Paulo Koerich, o perito-geral Giovani Adriano, e o chefe do Estado-Maior Geral do Corpo de Bombeiros Militar, Marcos Aurélio Barcelos. Construção coletiva Por determinação do governador Carlos Moisés, as propostas foram estudadas profundamente, com suas estimativas de impactos e projeções, pelas secretarias de Estado da Fazenda, Administração, Educação e Segurança Pública. Os resultados evidenciaram a viabilidade orçamentária e financeira da proposição, sem prejuízo aos atendimentos das demais ações de governo. Segundo o governador, o trabalho de valorização de servidores estaduais deverá se estender às demais carreiras, com prioridade para a saúde e para as carreiras que estão sem reajuste há mais tempo. Nova remuneração mínima para a Educação A remuneração mínima de R$ 5 mil para os professores se aplicará àqueles com curso superior e jornada de 40 horas semanais. A medida deve beneficiar 12.252 servidores ativos, 10.119 inativos e 26.484 admitidos em caráter temporário, totalizando 48.858 professores, o que representa 63,9% do total de servidores que compõem o Quadro do Magistério Público Estadual. O secretário de Estado da Educação, Luiz Fernando Vampiro, destacou ser um aumento expressivo de remuneração, chegando a um patamar de cerca de R$ 600 milhões em 2021. “Temos o recurso garantido. A educação é essencial, tem uma lei sobre sua essencialidade. Santa Catarina foi protagonista no retorno às aulas de forma presencial no país. Desde fevereiro os professores estão em sala de aula, mesmo em um momento crítico. A remuneração é um reconhecimento também a todo o trabalho”. O secretário ainda explica que, paralelamente a essa PEC, o Governo do Estado está fazendo um trabalho de descompactação da carreira do magistério. Isso faz com que o profissional inicie a carreira recebendo R$ 5 mil, mas possa progredir na remuneração com cursos de aperfeiçoamento e capacitação até o nível de doutorado. Esse projeto de lei deve ser levado ainda neste ano para apreciação da Alesc e, se aprovado, estará vigente em 2022. Recomposição para a Segurança Pública O Governo do Estado também propôs recomposição salarial aos policiais militares e civis, bombeiros militares e peritos. As mudanças foram amplamente debatidas com 16 entidades representativas de carreiras da segurança pública de Santa Catarina. O investimento do Estado na valorização chegará a R$ 650 milhões, em 2022. “Os investimentos determinados pelo governador, como o de R$ 343 milhões, o maior da história de Santa Catarina, combinado com o investimento nos policiais, peritos, e nos bombeiros militares fará com que nossa segurança pública avance ainda mais. Esse incremento da recomposição salarial é esperado há muito anos e todos nós seremos gratos”, afirma o presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial, coronel Charles Alexandre Vieira. Pelo projeto, as alterações ocorrerão em dois momentos, em janeiro e julho de 2022. Há reajustes previstos para todos os níveis das carreiras. Se aprovado, a partir do segundo semestre do ano que vem, soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, agentes da Polícia Civil e auxiliares periciais em início de carreira terão remuneração bruta de R$ 6 mil. Há reajustes previstos para todos os níveis das carreiras. Atualmente, Santa Catarina ocupa o primeiro lugar no pilar Segurança Pública do ranking de competitividade entre as unidades da Federação, medido pelo Centro de Liderança Pública (CLP), com nota 100. O Estado está à frente de São Paulo e Distrito Federal e com nota bem acima da média no país, que é de 62,5. Por Assessoria de Comunicação Secretaria de Estado da Comunicação – Secom Governo de Santa Catarina
SC deve focar na garantia da oferta de gás com volume necessário e preço compatível, diz ex-presidente da Infragás
Cláudio Ávila da Silva, ex-presidente da Infragás (Infraestrutura de Gás para a Região Sul), avalia a importância do gás natural para a indústria catarinense e fala sobre os desafios da nova gestão da empresa. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Após 14 anos na presidência da Infragás, empresa acionista da Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS) e entidade que reúne os principais consumidores empresariais de gás natural no Estado, o político e vice-presidente da Portobello deixou o cargo no início de junho. Nesta entrevista especial, Cláudio Ávila da Silva avalia seu legado e os principais desafios para a nova gestão da empresa. Qual o papel da Infragás e a importância do gás natural no processo produtivo da indústria em Santa Catarina? Silva – A Infragás, criada em 1990, tinha como objetivo apoiar a implantação da estrutura de gás natural em Santa Catarina, especialmente a questão do gasoduto de transporte (Gasbol). O Sul do Brasil não estava contemplado na malha viária dessa infraestrutura e, naturalmente, isso representaria uma desvantagem para nós industriais. Naquela época foi feita uma série de reuniões entre empresários e lideranças do Estado, incluindo representantes do Paraná e do Rio Grande do Sul, com dois objetivos. Primeiro, conscientizar os industriais catarinenses a se disporem a usar o gás, porque você precisaria ter a justificativa da demanda para realizar incentivar o investimento. O segundo objetivo era o trabalho junto às entidades que definiam a implantação do gasoduto, como Governo Federal, Petrobras, entre outros. Precisamos mostrar que o gás natural era importante para nós melhorarmos a qualidade dos produtos catarinenses. Qual a avaliação sobre seu período de gestão na Infragás e qual será seu papel daqui para frente, assim como o papel da nova gestão? Silva – Na minha administração como presidente do Conselho, foi possível fazer um trabalho muito consultivo. Todas as decisões tomadas no âmbito da Infragás foram tomadas pelo Conselho de Administração da empresa, que é representada pelos principais consumidores de gás do Estado. Então, nós procuramos sempre uma decisão que atendesse a todos. Naturalmente, os principais objetivos eram ter o gás em preço e qualidade adequadas à produção. Então, nossa luta sempre foi ter preço competitivo porque somos empresas exportadoras. O papel da nova gestão que começa agora é, em primeiro lugar, focar na questão do suprimento. Estamos vivendo um período de certa insegurança quanto à oferta suprimento de gás. Porque nós crescemos e desejamos crescer mais e esse aumento da produção significa maior consumo de gás. Então, eu acho que um dos papéis fundamentais de todos os integrantes da Infragás é assegurar às indústrias a oferta de gás nos volumes necessário e em preços compatíveis. Um dos objetivos imediatos também é a questão do Terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) na Baía da Babitonga, no porto de São Francisco do Sul. Temos que tentar fazer mais rapidamente possível essa alternativa quando teríamos uma oferta adicional de gás. Um outro tema que será discutido com o novo Presidente da Infragás (o novo presidente do conselho de administração é o executivo Antônio Marcos Schroth, diretor da Oxford, de São Bento do Sul) é também a discussão sobre o atual contrato de concessão. Ele foi assinado por um período de 50 anos, em condições adequadas à época, mas o mundo evolui de forma expressiva. Então nós acreditamos que é o momento de modernizar este contrato, para haver um equilíbrio entre produtores, consumidores e transmissores de gás. Como o gás ajuda na melhoria dos produtos industriais? Silva – O gás tem uma grande vantagem que é a uniformidade da sua queima para a conformidade dos produtos. Antes, nós trabalhávamos hora com óleo, hora com carvão e essa variação tirava um pouco da qualidade final do produto. O gás natural, por ser mais estável, ajudava muito na fabricação da peça de cerâmica, como é o nosso caso na Portobello. Com isso, é um processo mais qualificado, um avanço tecnológico que permanece até hoje com grandes méritos, uma vez que grande parte dos produtores mundiais, nossos concorrentes, já produziam com o uso do gás natural. Além do efeito de qualidade, nós temos que destacar também a questão ambiental, que é extremamente relevante, especialmente na realidade de hoje. Hoje a distribuição de gás no Estado atingiu, na primeira parte da concessão, um modelo maduro que abastece mais de 50% do PIB Industrial catarinense. O que significa isso na sua ótica e quais caminhos deve-se percorrer no segundo período do serviço? Silva – Algumas empresas passaram a utilizar 100% do gás natural em sua produção, entre elas a Portobello. Não são muitas as empresas que utilizam apenas com gás natural, mas todas estão fazendo esforço para se modernizar. Isso permitiu, especialmente em uma faixa do litoral, a capacitação das empresas para migrarem para essa nova energia. E esse processo foi feito com sucesso, mas esse movimento tem que ser democrático e atingir a todas as empresas do Estado, uma vez que o interior ainda está desabastecido. Portanto, a segunda etapa da SCGÁS deve ser de expansão dos gasodutos, especialmente na sua interiorização. Santa Catarina é um estado extremamente equilibrado e temos distribuído em todas as regiões os mais variados setores que podem ser intensivos em gás. Então, eu acho que no próximo período, considerando as regras que estão estabelecidas e sendo regulamentadas no Novo Mercado de Gás, a distribuição precisa alcançar essas empresas para dar a elas também competitividade e melhoria ambiental que o litoral possui atualmente. Como você avalia a presença e o papel exercido no Conselho de Administração da SCGÁS no seu período? Silva – Esta particularidade, na minha avaliação, tem uma vantagem extremamente positiva, que é o fato de poder cotejar no Conselho de Administração a visão de todos os setores. Eu não vejo nenhuma incompatibilidade no fato de uma empresa como a Infragás, que representa os clientes, fazer parte dessa instância de governança. Até porque as decisões do Conselho são tomadas fruto de muita discussão, isentas, todos os conselheiros procurando maximizar
Prefeitura de Presidente Getúlio firma parceria com o Senai para continuidade do Programa Desemprego Zero
Objetivo é a qualificação profissional oferecida através da Escola de Costura. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. A Prefeitura de Presidente Getúlio firmou parceria com o Senai, na terça-feira (06), para continuação do Programa Desemprego Zero, através da Escola de Costura, idealizado pela Secretaria de Indústria Comércio. O objetivo é capacitar primeiramente pessoas inscritas no Cadastro único (CadÚnico) e que são atendidas pelo Cras. O curso será de Costureiro Industrial do Vestuário e acontecerá gratuitamente através da Escola de Costura. A carga horária do curso será de 162 horas. Serão ofertadas 40 vagas e as aulas devem iniciar em agosto, em dois turnos. Após concluído, os alunos receberão um certificado. Segundo o secretário de Assistência Social, Vanderlei Poffo, a iniciativa visa ofertar uma oportunidade de aprendizagem para quem está desempregado. “Nossa intenção é de que essas pessoas sejam capazes de prover seu próprio sustento por uma atividade profissional, gerando sua independência”, declarou. O curso também deverá atender a demanda das indústrias por trabalhadores qualificados. “Queremos inserir as pessoas no mercado de trabalho. Nós, enquanto gestores públicos, entendemos que esta é uma maneira de oportunizar famílias e de auxiliar empresas, que necessitam de profissionais capacitados”, completa o prefeito Nelson Virtuoso. Agora, a Secretaria de Indústria e Comércio inicia a fase de cadastramento das pessoas. “ Vamos, em parceria com o Cras oferecer a profissionalização a quem precisa de emprego e quem ganhará com isso é toda a sociedade”, enfatiza o secretário Mauri José Weinrich. A Escola de Costura faz parte do Programa Desemprego Zero, que já vem sendo executado desde 2017 pelo município. Conteúdo Programático do Curso Introdução a Confecção, Qualidade e Segurança – 24 horas; Relacionamento Interpessoal e Trabalho em Equipe; Prática em Empresas – 24 horas; Prática da Costura – 114 horas Máquinas e equipamentos de costura; Controle de máquinas; Métodos de passamento de linhas e fios; Tipos de tecidos; Relação entre linhas, materiais e agulhas; Regulagem das máquinas e acessórios; Tipos de costuras de acordo com o tecido (Tecido plano e/ou de malha); Montagem de peças; Processo de costura; Tipos de acabamentos. Por Assessoria de Comunicação Prefeitura de Presidente Getúlio