Um grave acidente entre carro e carreta tirou a vida de três pessoas na manhã deste sábado (15) na BR-470, em Blumenau. O automóvel ficou completamente destruído e quando os bombeiros militares chegaram, pouco depois das 6h, já não havia o que fazer pelas vítimas. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. A colisão frontal ocorreu no bairro Salto do Norte, no km 60,8 da rodovia. Segundo apurado pela Polícia Rodoviária Federal no local, um Santana com placas de Blumenau bateu contra uma carreta de Caxias do Sul/RS, ao tentar ultrapassar. Havia três pessoas no veículo, todas ficaram presas às ferragens e morreram na hora. Não foi possível fazer a identificação das vítimas após a retirada delas das ferragens. O Instituto Geral de Perícias buscou os corpos. Motorista da carreta nada sofreu (Foto: PRF, Divulgação) Por NSC
Puma invade terreno, fica presa e mobiliza bombeiros no Vale do Itajaí em Ituporanga
Socorristas de Ituporanga improvisaram uma saída para animal poder voltar à natureza Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Depois do gato-do-mato em Guabiruba, uma onça-parda (puma) surgiu no terreno de moradores de Ituporanga, no Alto Vale do Itajaí, neste sábado (15). O animal não conseguiu sair do cercado sozinho e moradores acionaram os bombeiros militares. Após um resgate improvisado, a puma voltou para a natureza. O acionamento ocorreu logo após as 7h30min, na localidade Cerro Negro. Atraída pelos pavões que havia no local, a puma entrou no terreno, mas não conseguiu pular a cerca para sair. Os bombeiros tentaram contato com a Polícia Militar Ambiental, que atua em casos como esse, mas não conseguiram. Os socorristas então abriram parte da cerca com alicate para que a onça pudesse voltar para casa. Apesar de assustada, a puma aproveitou a ‘porta’ aberta e, correndo, retornou à natureza. Puma invade terreno, fica presa e mobiliza bombeiros em Ituporanga.https://t.co/AqoFNwaAGG Vídeo: Corpo de Bombeiros pic.twitter.com/oGnNpFUAOY Por NSC
Pesquisadores alertam para riscos de crianças expostas a telas
Na pandemia, essa exposição aumentou Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) alertam para os riscos da alta exposição de crianças às telas de equipamentos eletrônicos, como celular, computador, televisor e tablet. Na pandemia, essa exposição, que já era alta, de acordo com eles, aumentou, pois muitas famílias acabam recorrendo a esses dispositivos, para conseguirem trabalhar e entreter as crianças, que passam mais tempo em casa. A situação, que no ano passado, quando o vírus começou a circular no Brasil, foi vista como passageira, agora é alvo de preocupação. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. “A situação que a gente vive hoje é de uma falta de alternativa muito grande para os pais que estão em trabalho remoto, muitas vezes sem ajudante em casa, e que precisam de alternativa para a recreação da criança no momento que precisam trabalhar ou fazer atividades domésticas. A questão é que o uso da tela se tornou muito mais que uma alternativa, tornou-se a única via e isso nos preocupa”, diz a coordenadora do Programa Primeira Infância Plena da UFMG, Delma Simão. A pesquisadora explica que até 1 ano de idade não é recomendada nenhuma exposição à tela. Depois disso, a indicação varia conforme a faixa etária sendo que, até os 6 anos de idade, período que corresponde à primeira infância, as crianças não devem passar mais do que duas horas por dia na frente de dispositivos eletrônicos. “Quanto mais uma criança fica conectada à tela, mais desconectado é o cérebro da criança, então mais difícil é para essa criança tomar decisões adequadas, pertinentes a uma sociedade saudável”, explica a pesquisadora. Os prejuízos de uma exposição excessiva às telas, para as crianças, de acordo com Delma, são muitos. Entre eles: dificuldade de aprendizagem, dificuldade de interação social, dificuldade de criar vínculo, dificuldade de se adaptar ao meio social e aos desafios que a sociedade impõe, prejudicando ainda o chamado controle inibitório que, de forma simplificada, é a habilidade de controlar respostas impulsivas e esperar a própria vez. No mundo virtual, a criança clica e recebe o conteúdo instantaneamente, prejudicando o desenvolvimento dessa habilidade. Desafios No ano passado, quando a pandemia chegou ao Brasil, segundo o professor da Faculdade de Educação da UFMG Rogério Correia, os estudos colocavam essa como uma situação passageira. “Hoje passado mais de um ano, deixou um pouco de ser passageira essa realidade para nós no Brasil”, diz. Tanto Delma quanto Correia experimentam no dia a dia o desafio de afastar crianças das telas. Ela é mãe do Pedro, de 7 anos, e da Laís, de 3 anos, que tem trissomia do cromossomo 21 (síndrome de Down). No dia a dia, concilia o cuidado com as crianças, com a casa e o trabalho. Correia é tio de Fernando, de 3 anos. “Eu desenhei no corredor da casa uma amarelinha, para brincar com eles à noite, para gastar energia. Meia hora que a gente brinca de amarelinha, eu já ensino comunicação, ensino a esperar a vez do outro, equilíbrio. É no dia a dia que a gente tem que ser criativo”, conta Delma. Já Correia, abriu o quintal para que o sobrinho, que não mora com ele, pudesse correr. Para isso, a família precisa de uma logística de isolamento, para que possam se encontrar de forma segura em meio a pandemia. “Estamos sempre acompanhando [o estágio da pandemia na cidade] se há aumento do índice de contaminação, e voltamos a aumentar a segurança e o isolamento”, diz. Recomendações Segundo os pesquisadores, será necessária uma atenção especial às crianças não apenas durante, mas após a pandemia. “A gente acredita em uma pandemia pós pandemia. O que vai ser das pessoas e especialmente das nossas crianças quando tudo isso melhorar? Nos preocupa muito a repercussão dessa pandemia”, diz Delma. Segundo a pesquisadora, as escolas e outros locais de socialização das crianças precisarão observá-las de perto, respeitando as necessidades de cada uma delas. “O olhar precisa ser muito singular para respeitar essa criança que virá depois desse estresse traumático da pandemia de covid-19. É preciso entender e ser muito sensível a essas mudanças de comportamento que eventualmente podem surgir na escola e surgir na família”. De acordo com Delma, aqueles que estão participando de aulas remotas devem ser observados de perto pelas famílias, que devem conversar com as escolas sobre como está sendo esse processo para eles. “A família precisa estar atenta ao que está dificultando o processo de aprendizagem da criança para que aquilo não faça com que a criança perca o desejo de aprender”. Incentivar o brincar Segundo Correia, a brincadeira, que acaba sendo substituída por tempo na frente de dispositivos eletrônicos, é fundamental para o desenvolvimento das crianças e para ajudá-las a compreender o mundo. “Quando ela lida com um trauma, com a perda de um ente querido ou mesmo com a distância da mãe que sai para trabalhar, ela tende a lidar com o que causa essa angústia através da brincadeira. Na brincadeira, ela toma consciência daquele sentimento”, diz. O pesquisador diz que há formas de incluir os conteúdos digitais no brincar e que isso pode ser benéfico desde que bem orientado. As crianças podem, por exemplo, levar os personagens do programa de TV para uma brincadeira mais ativa, na qual entendem o papel daquele personagem e, brincando, têm mais controle sobre a mensagem e o significado que aquilo traz para ela. Outra alternativa é buscar conteúdos digitais que proponham tarefas às crianças e trocar, segundo Correia, o sofá pelo tapete, onde é possível brincar. “Um momento em que a criança pode assistir e brincar ao mesmo tempo. As crianças gostam de assistir a programas que proponham fazer alguma coisa, construir um brinquedo, isso pode ser legal”. Os pais e responsáveis podem também assistir a vídeos junto com as crianças, mostrando interesse e discutindo com eles pontos do programa. Tanto Correia quanto Delma recomendam que as crianças sejam integradas nas atividades do dia a dia dos adultos, que sejam convidadas a cuidar das
Em Saudades, governador anuncia a contratação de 30 profissionais para auxiliar a comunidade
O governador Carlos Moisés esteve em Saudades na tarde desta sexta-feira, 14, e anunciou a contratação de 25 psicólogos e cinco assistentes sociais para auxiliar no atendimento psicossocial à comunidade e aos familiares das vítimas da tragédia causada pelo assassinato de três crianças e duas agentes educacionais em uma creche, ocorrida na última semana. A manifestação foi feita durante a visita do Ministro da Educação, Milton Ribeiro, ao município do Oeste catarinense. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. Em reunião na prefeitura, com a presença de alguns pais das vítimas, o chefe do executivo Estadual, muito emocionado, demonstrou a solidariedade e o apoio do Governo do Estado neste momento de dor. “Queremos mitigar os efeitos dessa situação, apoiar e somar junto às ações que já estão sendo feitas. Viemos trazer esperança a este povo tão acolhedor. Eu também sou pai e posso imaginar o tamanho dessa dor. A violência que aconteceu aqui não pode se repetir em lugar nenhum. Como Governo do Estado, faremos o que for necessário para apoiá-los e trazer novamente a sensação de segurança”, afirmou Carlos Moisés. O ministro da Educação, Milton Ribeiro, informou que o Governo Federal dará atenção especial para melhorias na estrutura educacional do município, seja com obras seja com equipamentos. O prefeito de Saudades, Maciel Schneider, relatou que o município viveu no dia 4 de maio o pior episódio da sua história e destacou a importância do apoio que a cidade tem recebido. “Nossa população está extremamente triste e abalada. Esse suporte do Governo do Estado vem no momento certo, quando nossa comunidade, famílias e professores mais precisam. Aos poucos estamos tentando nos recuperar. Desde o primeiro momento contamos com o auxílio de muitos profissionais e alguns estão fazendo trabalhos voluntários. Só temos a agradecer a todos que estão se solidarizando neste momento tão difícil para cuidar do nosso povo”, disse o prefeito que também agradeceu pela presença do ministro. A contratação dos profissionais anunciados pelo governador se dará por meio de termo de cooperação entre a Secretaria de Estado da Saúde (SES) e a Secretaria da Educação (SED). O edital será publicado no Diário Oficial desta sexta-feira. A coordenação da equipe que vai atuar no município ficará a cargo da SED, por meio do Núcleo de Educação e Prevenção (Nepre), da coordenadoria regional de Educação de Maravilha. Também acompanharam o encontro o secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, presidente da Assembleia Legislativa, Mauro de Nadal, deputado Estadual, Fabiano da Luz, reitor da Universidade Federal Fronteira Sul, Marcelo Recktenvald, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, Marcelo Lopes da Ponte, vice-prefeito de Saudades, Marcos Hoss, presidente da Câmara de Vereadores, Eliamar Corradi, familiares das vítimas e outras autoridades. Mais segurança nas escolas Para reforçar a segurança nas escolas, o governador destacou que todas as 1.064 unidades da rede estadual de ensino terão vigilância humana. Carlos Moisés afirmou que um dos focos do Governo do Estado é uma educação de ainda mais qualidade, aliado a isso, salientou que é necessário que as escolas sejam sempre humanizadas, seguras e acolhedoras. Acrescentou que serão adquiridos computadores para doar aos professores, com apoio da Assembleia Legislativa. O impacto na comunidade A tragédia deixou traumas difíceis de superar no município de quase 10 mil habitantes. Fabricia Maldaner é tia de Murilo, menino de 1 ano e 9 meses que está entre as vítimas. “É complicado lidar com a situação. Precisamos do apoio em todos os sentidos, especialmente dando força às famílias. Foram cinco vítimas fatais, e o Henrique, que foi ferido, mas felizmente sobreviveu. A ajuda psicológica é fundamental. Acredito que cada pessoa tem o seu tempo, umas precisam desse apoio imediatamente e outras mais tarde. O importante é amenizar essa dor que atinge a todos nós”, afirmou. A moradora de Saudades, Regina Jank, mãe de uma menina de 1 ano e 11 meses que estuda na creche, ainda teme deixar a filha voltar à escola. “Sentimos medo, mas esse medo não pode nos paralisar. Minha filha pede todos os dias para voltar ao educandário. Não está sendo fácil para toda a comunidade. Mas vamos seguir em frente dando forças um ao outro”. Informações adicionais para a imprensa: Elisabety Borghelotti Assessoria de Imprensa Secretaria de Estado de Comunicação – Secom E-mail: [email protected] Fone: (48) 3665-3014 Site: www.sc.gov.br www.facebook.com/governosc e @GovSC
Cooper comemora 36 anos em Ibirama
O aniversário foi no dia 10 de maio, mas a comemoração será neste sábado (15/5). Claro que, devido às medidas de segurança indicadas pelos órgãos de saúde, a celebração dos 36 anos da Cooper em Ibirama será diferente. Alguns cupcakes serão distribuídos aos cooperados e clientes que passarem pela loja neste dia. Além disso, das 8h às 20h, haverá promoções especiais em alusão à data. Receba as notícias da Rede Vale Norte no seu WhatsApp. Clique aqui. A filial de Ibirama é uma das mais antigas da Cooper, possuindo uma estreita relação com a comunidade. A estrutura já passou por algumas revitalizações, tudo para oferecer todos os serviços que a cooperativa começou a realizar ao longo da sua história, como as oficinas do Cooper Pratic e a Farmácia Cooper.